O começo da guerra

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No Banker, em baixo da Casa Branca, estão em uma reunião de guerra, os generais dos Estados Unidos e a presidente Margareth.

— A aeronáutica está esperando a sua ordem para atacar a colônia.

— Não quero ataques general, quero apenas defesas. General do exército, já foram posicionados soldados e tanques de guerra nas fronteiras dos municípios próximos a colônia?

— Está a caminho.

— Certo, quero manter assim, até que a investigação consiga resultado para manter a paz.

O telefone no meio da mesa começa a tocar, todos arregalam os olhos e ficam por alguns segundos imóveis, até que Margareth estica a mão e atende.

— Boa tarde, sou a general Stephanie Scott e estou ligando para pedir permissão para invadir o território da colônia para ajudar na guerra e...

Eles colocam o telefone no mudo para poderem tomar uma rápida decisão.

— Acho que devemos aceitar! — Se coloca de pé o general da marinha.

— Mas não podemos fazer isso, supostamente foi um membro do exército dela que matou nosso secretário de Estado que devia estar nesta reunião — Com a mão próxima ao telefone.

— Vamos aceitar por enquanto, depois pensamos melhor, serão de grande ajuda — Diz o general da aeronáutica batendo a mão aberta na mesa.

— Está bem, vou dar permissão temporária — tira o telefone do mudo. — Senhora general: tem total permissão para entrar em nosso território.

— Muito obrigada, fico feliz com sua decisão — O telefone fica mudo.

" Será que fiz a coisa certa? O que será de meu país?", Pensa ela se acomodando na cadeira.

Na costa da Califórnia, aviões do Exército Unificado começam a sobrevoar, para chegar à colônia, eles passam em alta velocidade e jogam bombas que explodem rapidamente. Os Nardaks, para se defenderem, atiram com suas armas. Laisers azuis que desintegram ao encontro da matéria. Alguns aviões são atingidos e alguns Nardaks são explodidos pelas bombas, mas no geral foi uma derrota para o Exército Unificado.

— Merda! — Bate a mão aberta com força na mesa a general Stephanie, depois de receber a notícia da derrota. "Agora vou ter que fazer uma nova estratégia", pensa sentando-se na cadeira e olhando para o teto.

Voltando ao Banker, a presidente já recebeu a notícia da derrota do Exército Unificado e está conversando com os generais sobre esta decisão.

— O ataque do Exército Unificado foi em vão. Agora eu me pergunto se foi sensato aceitar a ajuda deles.

— Senhora presidente, me parece que a derrota deles nos ensinou muito, pois agora sabemos que os ataques comuns com aviões não funcionarão. Mas ainda acho que devemos ajudá-los — Diz o general da marinha.

— Sim, mas temos que esperar os resultados da investigação da agente Meyer — Se levanta colocando as duas mãos na mesa.

— Entendo, mas eles estão chegando e acabamos de ver que seu poder de fogo é muito maior do que o nosso. Meus homens não vão conseguir segurar por muito tempo a fronteira das cidades, assim logo estarão dominando nosso país.

— Está correto general, mas como devemos proceder?

— Eu acho que mesmo que destrua parte de nosso território, devemos esperar evacuar e atirar uma bomba atômica.

— Mas o que? Isso é de mais! E a radiação? — Se debruça com as duas mãos firmes sobre a mesa.

— não tenho ideia, mas talvez resolveria e eliminaria os Nardaks de uma só vez.

O telefone toca, dessa vez, nenhum deles se assusta e a presidente rapidamente atende com a mão que já estava próxima à ele na mesa.

— Olá, senhora presidente, aqui é o diretor White, venho alertar que a agente Meyer acaba de chegar e confirmar uma informação muito importante.

— Qual seria? — Pergunta Margareth se sentando lentamente.

— Os Nardaks vieram ao planeta com intenção de dominar os seres humanos e não de ter uma vida pacífica, mas isso é uma ordem do chanceler deles para conseguir mais poder.

— Quer dizer que tudo foi uma desculpa?

— Sim, senhora presidente, eles utilizaramm da morte do secretário de Estado para começar a guerra. Concluindo: na verdade são acontecimentos separados e não interligados, como pensávamos até agora.

— Obrigado pela informação, espero novas atualizações. Tentaremos daqui impedir a morte de muitos civis — Desliga o telefone. — Viram só, generais, parece que as investigações estão dando resultado. Logo conseguiremos acertar as coisas e voltar a ter paz.

— Certo, senhora. Quais serão os procedimentos?

— Bem, general da aeronáutica, teremos que nos defender, porque parece que com o ataque do Exército Unificado, seremos um alvo. Agora pensam que nós os atacamos.

— Sim, senhora, não se preocupe. Cada parte do país estará segura com nossos homens — Dizem todos juntos.

Na base do FBI em Nova Iorque, estão na sala do diretor de Johnson White, ele e Meyer. White coloca o telefone de sua mesa no gancho, olha para os olhos azuis da agente.

— Ela gostou das notícias, mas devemos continuar trabalhando para salvar nosso mundo.

— Não tinha percebido até agora senhor, mas parece que a paz no mundo está em nossas mãos ou por assim dizer a vida da raça humana — Coloca seus cabelos loiros por atrás das orelha, acerta o casaco do FBI em seu corpo e cruza as pernas.

— Aaa... Não seja tão dramática.

— Não estou sendo dramática, mas nossos atos vão ser decisivos para o mundo todo. Não estamos mais lutando contra terroristas.

— Isso eu sei, mas não pense no peso de nossa investigação, pense como mais um trabalho. O trabalho mais importante de sua vida.

— Verdade... Quais serão suas ordens para proceder?

— Devemos nos aliar ao Dak, que nos deu a informação.

— Sim, isso já está feito, ele disse que vai tentar falar com o superior dele.

— Temos que pedir uma audiência com o líder deles, pois...

— Vamos ver quais serão os procedimentos dele.

— Por quê?

— Ele está com medo e não quer mais contato, se ele precisar ele entrará em contato comigo.

— Enquanto esperamos, vamos tentar uma coisa, vou chamar uma das melhores analistas da agência, a melhor hacker do país, para assim monitorar os Nardaks de perto.

— Acho que é uma boa ideia — Se levanta Meyer.

— Lhe avisarei quando entrar em contato com ela.

— Esperarei — Abre a porta e sai da sala do diretor.

Terra colonizadaWhere stories live. Discover now