Quando Giorgia faz uma proposta mais do que inusitada para seu chefe, para que ele finja ser seu namorado em frente a familia insuportável que ela tem, o quão desastroso poderia ser aquilo?
Bem, era o que Giorgia McCurty iria descobrir em poucas se...
Para os que já leram esse capítulo na primeira vez que coloquei, mudei apenas o final dele.
Para os que ainda não leram...
Tenha uma boa leitura!
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— Acho que essa é a despedida de solteiro mais desanimada que já participei. - Zayn murmurou, olhando para os lados e passou os dedos entre os cabelos.
— É só ir embora, Monroe. - Harvey respondeu, atrás de seu copo de bebida, com provocação e sorriu para o loiro ao meu lado que sorriu de volta sem vontade.
— Estou aqui pelo striper, Jerry, onde ele está? - Nora brincou, empurrando os ombros de Enric e olhou para os lados suspirando, antes de dizer: — Vocês não sentem falta... - Ela ergueu os ombros, parecendo carregada de esperança. — Da adolescência? - Nos encarou como nos encararia a anos atrás. — Olhando pra nós agora, deu uma saudade estranha, não é? - Seus olhos passaram por cada um de nós
— Não. - Eu respondi, ao mesmo tempo que, Zayn e Enric, balançavam a cabeça como se ela fosse maluca, ao menos meu primo a encarava dessa forma.
— Eu era horrível na adolescência. - Zayn virou sua primeira doze da noite.
— Será que era mesmo, ou continua? - Nora arqueou as sobrancelhas.
— Emma, está ouvindo o que esse ser humano infeliz está me dizendo? - Ele apontou para minha melhor amiga, como se empurrasse algo nela. — Me defenda! - Pediu.
— Ele pode estar velho, eu sei! - Emma bateu a mão na mesa levemente e eu ri da situação, havia me esquecido como esses dois – Nora e Zayn – eram juntos. Se comportavam como realmente duas crianças. — Mas é meu marido. - Ela voltou a defende-lo.
— Isso daqui tá parecendo um encontro de ex alunos e não a minha festa de despedida. - Minha irmã arregalou os olhos. — Vá ver o que aconteceu com os caras sem camisa, Harvey. - Ele balançou a cabeça, segurando sua cerveja no ar.
— Eu queria apenas beber, não via necessidade nenhuma em uma festa como essa.
— Você? - Enric abaixou a cabeça o encarando. — Tem certeza que estamos falando do mesmo Harvey. - O outro abriu a boca para responder e eu me levantei com tanta rapidez, que o banco que eu estava sentada bateu com as costas no chão.
— Querem saber? - Perguntei me abaixando para pegar a porcaria do banco. — Eu vou! - Ergui os braços, abrindo um sorrisinho falso de animação e saí da mesa.
Acho que eu não aguentaria por muito tempo sóbria naquele lugar, mas como eu seria a motorista da noite, não poderia beber — e nem estava com animação pra isso, já que beber qualquer coisa que fosse, com algum teor alcoólico, me lembraria automaticamente das minhas primeiras noites na casa da mamãe, quando eu não tinha boas esperanças para aquelas minhas férias.