POV RAFAELLA KALIMANN
Gizelly me levou até o quarto onde a tal da Flávia estava, olhei pra criança no colo da mulher e não tive dúvidas, o filho é da Gizelly mesmo, o xerox dela, fiquei meio sem jeito de pedir pra pegar, o bom é que a Flávia me entregou o pequeno.
Sentir o bebê no colo me fez lembrar do meu que eu perdi, me deu uma coisa ruim por dentro, Gizelly passava a mão no rostinho dele e sorria, era nítido o quanto ela estava feliz, pelo menos ela né, apesar do meu incomodo eu me fiz de forte, não queria atrapalhar esse momento da vida dela.
Após algum tempo Gizelly me chamou pra ir embora
- Tá calada meu amor (Gizelly disse arrumando o retrovisor do carro)
- Só pensando (Respirei fundo) se eu não estivesse perdido o nosso bebê já era pra eu estar com um barrigão
- Benzinho aconteceu porque tinha que ser assim, depois de ter visto o nascimento do Bernardo hoje eu tô pronta pra ter outro filho com você (Ela acariciou minha coxa) Que tal?
- Não sei, acho que tomei um pouco de trauma (Encostei a cabeça no banco) você não vai passar na clínica pra pegar o resultado do exame de Dna?
- Acha que precisa? (Gizelly perguntou)
- Acho que sim (Respondi)
Ela assentiu e mudou a rota, agora seguindo pra clínica onde fizeram o exame, ao chegar ela estacionou o carro e foi até a recepção, eu preferi esperar no carro.
Em poucos minutos ela estava de volta, sentou no banco do motorista e abriu o envelope, e realmente o resultado foi o que o Bernardo realmente é filho dela.
Gizelly comemorou como se nosso país tivesse ganhado a copa do mundo, gostei de ver a felicidade estampada no rosto dela, abri um sorriso, mais por dentro eu não estava tão bem assim, podem chamar de egoísmo, mais no fundo eu queria que o primeiro filho dela fosse comigo.
Gizelly estacionou o carro na porta da sua casa, ajudei ela com as sacolas com várias roupinhas de bebê, sim, a gente passou no shopping e ela comprou quase a loja inteira.
Ao entramos em casa deixei as sacolas em cima do sofá
- Rafa o que acha de montar o quartinho dele no quarto que fica do lado do meu (Ela perguntou enquanto caminhava até a cozinha)
- Seria bom (Respondi sem ânimo nenhum)
Peguei meu celular pra checar as mensagens que haviam chegado, senti as mãos dela em meus ombros
- Tô falando muito dele né? Desculpa, é que estou empolgada (Gizelly disse massageando meus ombros)
Coloquei o celular de lado e relaxei um pouco meu corpo
- Só é estranho, mais depois me acostumo (Respondi e fechei meus olhos)
Ela deu a volta e sentou ao meu lado, levou suas mãos até meu rosto acariciando
- Apesar dos últimos acontecimentos nunca se esqueça que eu te amo muito, tá?
Sorri sem mostrar os dentes, ela se aproximou e pediu passagem com a língua, ganhei um beijo com carinho, com amor
Encerramos o beijo e fomos pra cozinha preparar algo pra comermos, afinal já estava quase na hora do almoço.
Gizelly preparou uma lasanha e levou ao forno, enquanto ela afogava o arroz eu fiquei de fritar as batatas.
Quase uma hora depois a comida já estava posta na mesa, sentamos e nos alimentamos.
Ajudei ela lavar as vasilhas que sujamos e logo depois fomos pro quarto assitir algo, coloquei na série que eu estava acompanhando, Gizelly a todo momento pegava o celular e digitava algo, o que já estava me deixando incomodada, sem mais paciência virei pro canto e fechei meus olhos.
POV GIZELLY BICALHO
Felicidade é o meu segundo sobrenome hoje, deitei com a Rafa pra assistir filme, porém toda hora a Flávia me mandava fotinha do Bernardo, eu não resistia e sempre pegava o celular pra ver.
Rafaella virou pro canto, alguma coisa estava errada, deixei o celular do lado da cama e abracei ela por trás
- Benzinho quer namorar um pouco? (Perguntei passando meu nariz em sua nuca)
- Tô com sono amor (Rafaella disse e puxou minha mão pra sua cintura)
Encaixei meu corpo atrás do dela e fechei meus olhos, não demorou muito e pegamos no sono.
Acordei com a perna da Rafa jogada pela minha cintura, olhei pro lado, ela dormia tranquilamente, como um anjo, seus cabelos bagunçados pelo rosto ficavam ainda mais perfeitos.
Tirei a perna dela de cima do meu corpo devagar e fui até o banheiro urinar.
Ao voltar encontrei uma Rafaella sentada na cama esfregando os olhos, aproximei deixando um selinho em seus lábios
- Soninho ainda dorminhoca? (Perguntei deitando o corpo dela sobre a cama e deitando por cima)
- Um pouquinho (Rafaella respondeu descendo as mãos pelas minhas costas)
Comecei a passar meu nariz pelo seu pescoço lentamente, fazendo ela ficar arrepiada, suas mãos pararam em minha bunda, onde ela acariciou e apertou com força, bastou apenas esse ato pra barraca armar, Rafaella soltou um gemido ao sentir ele duro entre suas pernas, apertei meu corpo contra o dela e dei uma rebolada
- Que delícia Gi (Ela disse arquiando o quadril pra mais contato)
Passei minha língua pela sua orelha, Rafaella abriu mais as pernas, encaixei melhor meu corpo sobre o dela, do jeito que meu pau ficou encaixadinho em sua intimidade, comecei a roçar com vontade, mesmo de roupa a sensação era maravilhosa, ela me puxando mais pra baixo e eu apertando com tudo, meu pau estava tão duro que eu não duvidaria se rasgasse meu short, e digo mais, eu gozaria fácil desse jeito.
Porém ela desceu meu short junto com a cueca, deslizei minha mão até seu seio e apertei de leve, Rafaella desceu sua calça e me puxou novamente, fazendo meu pau ser penetrado em sua entrada, ela gemeu alto, sem tirar de dentro dela ajoelhei na cama colocando suas pernas em volta do meu pescoço, comecei a dar algumas bombadas, meus olhos filmavam cada centímetro do seu rosto, adoro olhar pra ela nesses momentos, sua boca entre aberta, seus olhinhos bambos
Soquei bem no fundo dando umas reboladas, Rafaella levou uma mão até sua buceta pra massagear seu clitóris, enquanto sua outra mão segurava firme no lençol
- Você é tão gostosa Rafaella (Eu disse ofegante)
- Tô quase amor, aaaah, quero que goze na minha boca (Ela disse entre gemidos)
Aumentei a velocidade dos meus movimentos, o que fez ela chegar ao ápice, continuei ainda mais rápido e quando eu vi que eu estava pronta, tirei meu pau de dentro dela e levei até a boca dela, Rafaella fez questão de engolir tudo.
Joguei meu corpo pro lado e como se não estivéssemos acabado de transar ela veio com sua mão alisando meu pau, ele estava meio mole, porém bastou três minutos de punheta dela pra ele ficar animadinho novamente, ela sentou por cima dele e começou a quicar, segurei em sua cintura e sim, estávamos prontas pra mais um, ou quem sabe muitos outros orgasmos.
***
Já de banho tomado, coloquei uma roupa melhorzinha e avisei a Rafa que eu iria ao hospital, ver o Bernardo e saber se a Flávia precisava de algo, Rafa não quiz ir, então segui meu caminho.
Bernardo estava dormindo quando eu cheguei, aproximei e deixei um beijo em seu rostinho
- Como foi o dia? Será que ganha alta amanhã? (Perguntei pra Flávia)
- Tudo normal graças a Deus, uai Gizelly, o médico disse que amanhã já estou liberada, os exames do Bê deu todos ótimos, meninão saudável (Ela disse e sorriu)
Seu telefone tocou e ela atendeu, falou algumas coisas e desligou
- Gizelly será que você pode dormir aqui hoje? Minha irmã não vai conseguir vir ficar comigo
- Posso, claro, só vou avisar a Rafa (Me levantei) Quer alguma coisa da lanchonete?
- Não, obrigada, daqui a pouco eles trazem a janta (Ela disse e eu saí do quarto)
Já na lanchonete me sentei e pedi um café, liguei pra Rafa e expliquei que eu iria dormir no hospital como acompanhante da Flávia, acho que ela não gostou muito, mais eu precisava, pelo meu filho...
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Dinastia
RomanceGizelly Bicalho, mais conhecida como Furacão, devido a sua energia que contagia todos por onde passa, sua alegria não passa despercebido por ninguém. Uma mulher intersexual, dona de si. Hoje com seus trinta anos, tem sua própria empresa, Bicalho's f...
