(VOL. 1 DE TRILOGIA)
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Mudanças. Segredos.
O que você faria se pudesse fugir do passado?
Quando Amélia se muda para o outro lado da cidade com a família, tudo o que ela quer é um recomeço. Colocar expectativas nas novas mudanças da sua vida nunca...
Eu mudei o final do cap 22. Já atualizei ele no Wattpad, mas para melhorar pra vcs, vou repostar aqui logo apartir da parte que mudei pra não terem que ir procurar.
Pra quem n leu a versão atualizada, recomendo lerem pra entender o início do cap 23.
Pra quem já leu a versão atualizada, só seguir direto que o novo cap tá embaixo e aviso logo: Ele tá INCRÍVEL!⚠️⚠️🤌🏼💖💕🥴
Cap 22:
Nós nos posicionamos, cada time de um lado. Eu me sentia fraca, subitamente sem forças. Lenta.
– Você está bem? – pergunta Luna, erguendo uma sobrancelha.
– Estou.
O jogo rolou sem nenhum problema no primeiro tempo.
As meninas passavam a bola e roubavam do time adversário, mas nenhum fez gol. Cassandra e Isabelle davam as instruções. Ambas sabiam o que estavam fazendo.
Luna era a mais ativa, correndo e bloqueando qualquer uma que tentasse nos atravessar. O restante do nosso time se saiu mais ou menos bem, e me perguntei se era exagero quando disseram que não tínhamos chances contra a turma de Cassandra. Se continuássemos nesse ritmo, poderíamos vencer.
Mas aí tudo começou a dar errado.
No começo do segundo tempo Cassandra marca o primeiro gol, e logo depois o segundo. Luna marca um ponto, mas outra jogadora do time adversário faz outro. Ficamos nervosas. Tentamos controlar a situação, mas era difícil com as meninas do time errando tanto.
Quando marcam o quarto, ficamos alinhadas no meio da quadra com a bola. Eu já estava exausta, as pernas sem forças e com o pulmão doendo de tanto correr, o que não era normal. Eu tinha um bom preparo físico, mas o que aconteceu mais cedo deve ter me afetado. Mesmo assim, me forço a correr quando recebo a bola e vejo uma abertura.
Não era uma distância longa, mas eu estava sem segurança em meus pés. Minha visão começou a embaçar com o cansaço, e não vi quando Cassandra se colocou exatamente na minha frente.
Tarde demais pra desacelerar. Eu colido com ela com tudo, levando uma joelhada direto na barriga. Minha sorte era que Cassandra era uma muralha de músculos, e por isso não caímos. Ela nos manteve firmes e em pé.
– O que pensa que está fazendo?! – grita. – Por que não parou?
– Não dava tem... – tento falar, mas meu fôlego é cortado.
Solto a bola e agarro minha barriga, sentindo a dor.
Eu não conseguia respirar.
Cap 23
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