#26. Um conselho: NUNCA entre no camarim masculino sem bater.

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⚠️Recadinhos!!⚠️

Como a bela escritora que eu sou, esqueci q tinha colocado Guilherme como dançarino. E, como n quis falar sobre ele no ensaio e tals, decidi mudar a informação e vou colocar ele como um ajudante da produção. Perdoem, eu esqueci e em breve atualizarei às informações nos cap q falei disso!

Em geral, aproveitem o cap <3

Ah, pera, aviso número 2‼️⚠️

Esse cap tá sujeito a alterações. Só isso msm.

Inclusive, gostam de Lana del Rio? achei uma música dela que tô usando pra escrever os cap e amando a vibe q dá! Se quiserem, o nome é Lust for life.

FOTOS PARA REFERÊNCIA E MELHOR IMAGINAÇÃO DE CENÁRIO!

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(Camarim)




 Eu estava nervosa.

Okay, esclarecendo, não era o tipo de nervosismo comum. Esse era fichinha comparado ao que eu estava sentindo.

O meu estava mais para o tipo de nervosismo desesperador que faz você pensar coisas do tipo ''e se eu tropeçar no pé de alguém no palco e cair direto na primeira fila da plateia?''.

Esse combinava mais comigo.

Agitei meus pés sem parar, me movendo de um lado para o outro na cadeira enquanto Clara me maquiava. Em um dado momento, comecei a cantar a ''I was made for lovin' you'', o que rendeu várias risadas das meninas no camarim.

– Você está suando – Clara diz, dando mais uma pincelada de sombra nas minhas pálpebras.

– Estou? – pergunto, fazendo uma cara de sonsa. – Isso não é bom. Acha que ainda dá tempo para outro banho?

Ela ri.

– Não inventa. Estou quase acabando – Ela deixa o pincel de sombra na penteadeira e pega um gloss labial. – Faz um biquinho – pede. Eu faço um biquinho de peixe. – Não! Um biquinho normal, sua doida.

– Desculpa – digo, rindo. Ela me dá um olhar de advertência, e eu fecho a boca.

Clara passou o gloss nos meus lábios com tanto cuidado que pensei que estivesse pintando um desenho em mim.

– Pronto – diz, sorrindo com uma cara de quem estava orgulhosa do seu trabalho. – Uma obra de arte! Quer ver como ficou?

Eu estava nervosa até mesmo para ver meu próprio reflexo, mas assenti. Lentamente, eu me levanto e vou até o enorme espelho que cobria quase metade de uma das paredes do camarim, as luzes fortes demais mostrando cada centímetro meu. Eu paro na frente dele, sem acreditar no que via.

Sob Céu e EstrelasOnde histórias criam vida. Descubra agora