(VOL. 1 DE TRILOGIA)
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Mudanças. Segredos.
O que você faria se pudesse fugir do passado?
Quando Amélia se muda para o outro lado da cidade com a família, tudo o que ela quer é um recomeço. Colocar expectativas nas novas mudanças da sua vida nunca...
Como a bela escritora que eu sou, esqueci q tinha colocado Guilherme como dançarino. E, como n quis falar sobre ele no ensaio e tals, decidi mudar a informação e vou colocar ele como um ajudante da produção. Perdoem, eu esqueci e em breve atualizarei às informações nos cap q falei disso!
Em geral, aproveitem o cap <3
Ah, pera, aviso número 2‼️⚠️
Esse cap tá sujeito a alterações. Só isso msm.
Inclusive, gostam de Lana del Rio? achei uma música dela que tô usando pra escrever os cap e amando a vibe q dá! Se quiserem, o nome é Lust for life.
FOTOS PARA REFERÊNCIA E MELHOR IMAGINAÇÃO DE CENÁRIO!
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(Camarim)
Eu estava nervosa.
Okay, esclarecendo, não era o tipo de nervosismo comum. Esse era fichinha comparado ao que eu estava sentindo.
O meu estava mais para o tipo de nervosismo desesperador que faz você pensar coisas do tipo ''e se eu tropeçar no pé de alguém no palco e cair direto na primeira fila da plateia?''.
Esse combinava mais comigo.
Agitei meus pés sem parar, me movendo de um lado para o outro na cadeira enquanto Clara me maquiava. Em um dado momento, comecei a cantar a ''I was made for lovin' you'', o que rendeu várias risadas das meninas no camarim.
– Você está suando – Clara diz, dando mais uma pincelada de sombra nas minhas pálpebras.
– Estou? – pergunto, fazendo uma cara de sonsa. – Isso não é bom. Acha que ainda dá tempo para outro banho?
Ela ri.
– Não inventa. Estou quase acabando – Ela deixa o pincel de sombra na penteadeira e pega um gloss labial. – Faz um biquinho – pede. Eu faço um biquinho de peixe. – Não! Um biquinho normal, sua doida.
– Desculpa – digo, rindo. Ela me dá um olhar de advertência, e eu fecho a boca.
Clara passou o gloss nos meus lábios com tanto cuidado que pensei que estivesse pintando um desenho em mim.
– Pronto – diz, sorrindo com uma cara de quem estava orgulhosa do seu trabalho. – Uma obra de arte! Quer ver como ficou?
Eu estava nervosa até mesmo para ver meu próprio reflexo, mas assenti. Lentamente, eu me levanto e vou até o enorme espelho que cobria quase metade de uma das paredes do camarim, as luzes fortes demais mostrando cada centímetro meu. Eu paro na frente dele, sem acreditar no que via.