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Como se fosse de encaixe comum, a outra mão dele envolveu minha cintura, fazendo as minhas segurarem seus cabelos da nuca, apertei com força antes de separar nossos lábios brevemente para sussurrar

— Prometo, Emer, ninguém nunca o mexerá, mesmo que pra isso tenha que brigar pelo trono com todas as minhas forças.

Nossas respirações se misturavam, com a ponta do nariz tão perto um do outro, ele me puxou ainda mais perto, porém dessa vez me levantando do chão, me obrigando a envolver minhas pernas na sua cintura.

Escondi minhas asas para diminuir o peso sobre ele antes que ele notasse, escondendo dentro de mim novamente, antes que começasse a caminhar até minha cama e me colocasse por cima dela, retirando sua camisa aproveitando que ainda estava de pé.

Em poucos instantes já tinha cada um arrancado suas próprias roupas e o corpo do Emer estava sobre o meu, se agarrando aos lençóis que deslizava sobre suas mãos tentando não por o peso dele sobre mim em meio a nosso beijo que era intensificado conforme a fome voraz ia tomando nossos corpos.

Nossos lábios se separou e ele desceu em beijos pelo meu pescoço, e depois até meus seios, que me fazia suspirar e arquear com o toque suave dos seus lábios e o molhar da sua língua na minha pele. Meus seios já doíam pela sensibilidade e o bico já estavam empinados quando o Emer começou a devorar um de cada vez, brincando com a língua ao redor, chupando, mordiscando, me fazendo arquear a coluna de tanta excitação que levava ao meu sexo.

Ele continuou sua caminhada de beijos até chegar ao meu sexo despido de impedimentos, ele saboreou a minha ansiosidade de chegar ao meu ponto, dando beijos em volta da virilha e nas pernas.

— Por favor! – implorei, já não suportando mais.

Ele abriu um sorriso largo de orelha a orelha antes de finalmente levar a boca ao meu sexo, usando a sua língua da melhor forma que eu podia querer naquele momento, me fazendo gemer e suspirar com tamanho prazer que Emer me dava.

Meu corpo começou de instinto empurrar meu ponto diversas vezes contra sua língua, em um vai e vem constante até que chegasse ao meu clímax, chamando o seu nome em um gemido alto que poderia facilmente ouvido por toda morada barrows.

Após ele se saciar do meu gosto, elevou o seu corpo por cima do seu, levando sua boca a minha e trazendo o sabor do meu gosto na sua língua, agarrei seus dois braços e nos virei naquela cama imensa, separando nossos lábios segundos depois.

Abri um sorriso ao vê-lo tão sedento pela nossa conexão e assim fiz, levei meu sexo até o dele, que se conectou imediatamente, nos trazendo gemidos de alívio.

Eu brincava com ele como se estivesse em cima de um cavalo, aproveitando cada segundo da nossa conexão, não ouvindo nem aos seus pedidos entre-cortados para diminuir a velocidade.

Estava perto do meu clímax quando joguei as minhas asas magicamente para fora, seu rosto cheio de excitação e embasbacado pela minha real beleza em cima dele, deixava mais evidente do que já era antes, que seu coração já tinha sido enlaçado pela Ninfa. Pelo meu Glamour e Poder. Mas também havia amor nos seus olhos, e não era requerente ao meu poder, pois antes de mostrar minha verdadeira forma, ele já me amava.

Nós chegamos ao clímax em conjunto, e não ousamos nos desconectar em meio ao nosso fôlego.

— O que significa essa tatuagem no ombro? Você não tem na forma humana... – suas palavras vinham cortadas pela falta de fôlego

— Elas me dão mais poder do que as Ninfas comuns, me deixam teletransportar, ou simplesmente ter asas como as raças de outras fadas. Quando era jovem às invejava por ter asas, enquanto eu, uma mera Ninfa, não poderia ter. E foi assim que tive essa tatuagem.

O beijei após minha explicação cortada pela respiração que voltava ao normalmente lentamente.

Sentia seu membro voltar a reviver conforme nosso beijo permanecia por longos minutos, separando os lábios para apenas pegar fôlego e intensificar ainda mais.

Ele agarrou minha cintura, levantando consigo ainda com os sexos conectados, nos fazendo gemer imediatamente.

Fomos até a penteadeira quando ele me pôs ao chão, me virando de costa e sabia imediatamente o que ele desejava.

Inclinei meu corpo sobre a penteadeira, e suas mãos foram ao meu cabelo antes de invadir meu sexo novamente pelos seu.

Ele investia como se fosse a última coisa que ia fazer na vida, como se dependesse disso, fazendo minhas pernas estremecer e meu corpo pular pra frente, roçando meus seios na penteadeira com os avanços.

Sabia que seu clímax não demoraria muito para chegar naquele ritmo e não queria que ele seguisse a ele sozinho, segurei sua mão no meu cabelo e desci até as minhas asas – no ponto muito sensível delas. O fazia alisar ali, soltando sua mão ao saber que ele entendeu o recado após meus gritos de prazer, sua mão não seguia no mesmo ritmo das investidas até que nosso clímax se juntou, novamente.

 O fazia alisar ali, soltando sua mão ao saber que ele entendeu o recado após meus gritos de prazer, sua mão não seguia no mesmo ritmo das investidas até que nosso clímax se juntou, novamente

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