LOGO VOCÊ.
Pov Marília.
Tô eu aqui nesse barzinho mais uma vez por insistência das gêmeas que são minhas melhores e únicas amigas, estão tentando me tirar de casa a dias desde do mês passado quando eu descobri a traição do meu namorado que eu passei cinco anos achando que ele me amava e confesso que ainda gosto dele mesmo ele tendo feito o que fez comigo, eu me sinto uma idiota por isso, eu nem deveria pensar mais naquele imbecil. Peço mais uma caipirinha pro barman e Maiara me olha feio porém não me importo eu preciso de álcool.
Maiara: poxa Lila maneira um pouco já é a terceira e a gente mal chegou.
Marília: cês me tiraram de casa agora aguentem.
Maraisa: eu não me importo de você beber mais cê sabe que não é bom ir o primeiro dia pra faculdade de ressaca né?
Marília: amanhã eu tomo um remédio e pronto tô ótima.
Maiara: tudo isso por causa daquele traste ( falei baixo).
Marília: eu ouvi nanica.
Maraisa: metade combinamos não tocar no nome desse traste.
Maiara: nem pra xingar? ( Marília sorriu).
Marília: obrigada por me fazer rir mais chega desse assunto.
Bebi um pouco da minha caipirinha enquanto as meninas foram dançar, tava tão distraída com a música que não percebi um homem se aproximando e sentando do meu lado no balcão, fingi que não notei mais confesso que ele era muito bonito e sua presença é difícil de ignorar não tive muito tempo pra pensar na aproximação dele e no seu claro interesse em mim, ele se aproximou um pouco mais e falou com uma voz grave que fez meu corpo inteiro esquentar o que me surpreendeu já que eu não costumo sentir interesse por estranhos.
XXX: tá sozinha? ( Pergunto e a mulher abre um sorriso contido) Se tiver com alguém eu poço me afastar não quero atrapalhar.
Marília: quem se interessa em saber? ( foi nesse momento que pude ver seu sorriso que por sinal é lindo).
Henrique: prazer Henrique e qual o nome da mulher mais bonita desse bar? ( Ela ficou vermelha com o elogio).
Marília: Marília mais pode me chamar de Lila.
A música ficou mais alta e eu não tava entendendo o que ele tava falando, então com muita calma ele colocou meus cabelos pra trás fazendo um arrepio percorrer meu corpo e se aproximou invadindo m u espaço pessoal, confesso que me assustei com aquele ato mais logo percebi o que ele ia fazer, chegou bem pertinho da minha orelha e eu senti seu alito quente soprando contra minha pele me arrepiando dos pés a cabeça.
Henrique: essa mulher linda quer tomar uma bebida comigo?
Marília: posso te contar uma coisa? ( Droga eu tava alta com três caipirinhas sei que vou falar merda).
Henrique: adoraria saber.
Marília: faz um mês que não tenho contato com nenhum homem então não fala tão pertinho do meu pescoço se não sou capaz de te pegar aqui mesmo ( Marília do céu que porra cê tá fazendo?).
Henrique: a gente pode ir pra um lugar mais discreto, isso é se você quiser.
Marília: minha casa?
Ele concordou e eu levantei pra avisar as meninas, elas me fizeram ligar a localização e me mandaram tomar cuidado, e falaram que iria chegar mais tarde já que a gente morava junto. Eu não sabia o que tava fazendo, nunca fiz esse tipo de coisa antes, mas esse cara é o primeiro que me faz sentir um tesão desgraçado só de ouvir a voz, o que não é normal, talvez seja pelo fato de não ter tido muitos homens na minha vida, ensinei o caminho da minha casa e assim que chegamos eu abri a porta com pressa e já fomos entrando nos beijando e porra que beijo era aquele, caralho é o beijo mais gostoso que já tive o prazer de experimentar, droga já tô toda molhada, o guiei até meu quarto e assim que nos deitamos ele parou o que estávamos fazendo.
Henrique: tem certeza que quer isso?
Marília: eu nunca fiz essas loucuras mais, certeza eu tenho continua não para não.
Ele voltou a me beijar e foi tirando minha roupa com calma apreciando cada parte de mim como se eu fosse a mulher mais especial do mundo, os beijos quentes dele foram descendo por todo o meu corpo com algumas mordidas pelo caminho até chegar na minha intimidade onde ele primeiro passou os dedos vendo o quanto eu tô exitada e fico vermelha quando ela sobe os olhos pro meu rosto passando a língua entre os lábios.
Henrique: eu te respeito muito loira mais vou chupar essa sua buceta e depois te comer como se não respeitasse.
Meu útero se contraiu com essas palavras dele, o mesmo enfiou o rosto no meio das minhas pernas e passou a língua bem no meu centro e eu gemi alto sem conseguir segurar a língua dele é quente e parece experiente, ele começa me chupar como se tivesse saboreando a minha intimidade fazendo pressão no lugar certo, seus dedos entram em jogo e ele enfia dois de uma só vez dentro de mim e eu sinto meu orgasmo próximo, ele movimenta os dedos no mesmo ritmo da sua língua e eu praticamente grito de prazer enquanto começo a rebolar contra seus dedos e boca fazendo tudo ficar ainda mais gostoso ao ponto do meu corpo tremer quando sinto o orgasmo vim com tudo e o barbudo não tira a boca pelo contrário aproveita tudo que eu ofereço.
Henrique: doce pra caralho.
Ele fica de pé puxando meu corpo pra ponta da cama e me virando em um único movimento me fazendo ficar de quatro pra ele, sua mão percorre toda minha bunda deixando um tapa estralado em um dos lados e invés de sentir dor sinto ainda mais desejo, viro a cabeça pra trás e vejo ele rasgando a embalagem de uma camisinha e colocando no pau que inclusive é grande na medida perfeita pra quem sabe usar e espero que ele saiba muito bem o que fazer com esse instrumento maravilhoso. Ele entra em mim com cuidado pra que eu ne acostumei com o cumprimento e logo começa a estocar fundo dentro de mim e porra é maravilhoso, ele segura meus cabelos com uma das mãos puxando com vontade enquanto se coloca pra dentro de mim casa vez mais rápido e fundo e pela primeira vez sentir um prazer inexplicável no sexo como jamais senti com ninguém quando terminamos uma boa rodada de sexo ele me deu alguns beijos olhando o horário no relógio que ele tirou e deixou na mesinha ao lado da cama.
Henrique: tenho que ir embora.
Marília: volto a te ver?
Henrique: não sei mais, eu ia gostar muito.
Marília: você poderia ficar mais um pouco.
Henrique: eu queria loira mais trabalho cedo amanhã, tenho responsabilidades em casa e pelo o que percebi você não mora sozinha.
Marília: como sabe?
Henrique: prestei atenção em alguns detalhes da casa ( dei mais um beijo nela) posso tomar um banho?
Marília: claro.
Ele tomou um banho e foi embora, e eu fiquei pensando no que tinha acabado de acontecer e porra que homem é esse? De onde saiu um cara que fode tão bem desse jeito, eu nunca gozei tanto na minha vida, ele me virou do avesso e me colocou no lugar de volta com uma experiência impressionante. Tomei um banho coloquei um pijama e me deitei pra assistir alguma coisa, as meninas chegaram e correram até mim pra saber o que tinha acontecido.
Maiara: muito bonito em Lila deve ter feito gostoso pra sua cara tá assim.
Marília...
Continua ❤️
Voltei com mais uma fic que espero que gostem muito.
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LOGO VOCÊ.
FanfictionHenrique, um professor de arquitetura de 30 anos, se pega num dilema entre sua profissão e um sentimento por uma aluna que o fez sentir novamente o que é amor. já Marília de 23 anos uma estudante que está no seu último ano na faculdade da faculdade...
