minha.

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LOGO VOCÊ.

Henrique.

A loca da Vanessa me puxou pra dançar e eu não pude fazer nada, dancei com ela e tentei não encostar muito mais tava difícil já que ela tava praticamente se esfregando em mim e pra ser sincero nem se eu não tivesse a Marília me interessaria por ela, acho que só ela não percebeu isso ainda, terminou a música graças a Deus e quando pensei que tinha me livrado dela a mesma me seguiu até onde tava servindo bebida, peguei uma caipirinha sem álcool já que vou dirigir e fiquei procurando Marília com os olhos sem conseguir encontrá-la um pouco irritado com a nossa situação já que queria gritar pra todo mundo o que temos.

Vanessa: tá procurando alguém Rique?

Henrique: tô só observando.

Vanessa: eu gosto muito de dias como esses onde nós professores conseguimos nos divertir um pouco.

Henrique: que bom.

Vanessa: posso te fazer uma pergunta?

Henrique: claro.

Vanessa: você não acha que suas alunas são muito próximas de você?

Henrique: desculpa Vanessa, mas meu relacionamento com meus alunos diz respeito a mim e eu sei bem como trata_los da forma que acho correto.

Vanessa: não quis ofender, só acho que se eu fosse uma aluna adoraria participar de sua aula.

Maiara: boa noite professores atrapalho?

Henrique: de jeito nenhum Maiara ( dei graças a Deus dela ter aparecido mesmo não estando com a melhor cara, percebi que a Vanessa tava praticamente em cima de mim, me afastei um pouco).

Maiara: só vim pegar uma bebida, acho que a festa não tá tão animada como deveria.

Vanessa: acho que você está acostumada com outros tipos de festa.

Henrique: tenho que concordar com você Maiara, acho que por estarem na faculdade junto com os professores não estão muito confortáveis.

Maiara: sim, até pôr que amanhã temos que nos ver na aula.

Vanessa: Rique você quer dançar um pouco?

Henrique: na verdade eu vou tomar um ar.

Saí um pouco da festa depois de procurar a Marília e não encontrar ela em lugar nenhum, fui fumar um cigarro e assim que saiu vou pra um canto mais afastado e menos iluminado e acabo vendo a Marília com o tal Rodrigo percebi ele ajudando ela a vestir um casaco provavelmente por causa do frio o que faz meu sangue ferver, ver outro homem tocando nela ainda mais seu ex me deixa furioso, me causa um maldito ciúmes.

MOMENTOS ANTES.

Marília.

Tava com minha bebida quase acabando quando tive um susto com o Rodrigo aparecendo com dois copos na mão e com um sorriso gentil no rosto, apesar de tudo eu sinto falta, não do nosso relacionamento mais sim do que fomos antes dele, éramos bons amigos e eu conhecia bem a fama dele e quando nós apaixonamos eu achei que ele mudaria por mim, eu deveria ter mantido a nossa amizade e ter colocado uma pedra em cima daquele sentimento que nasceu na época, e agora eu sei que não foi amor.

Rodrigo: parece que te achei.

Marília: que susto cara.

Rodrigo: calma, eu não mordo só se você pedir, cê sabe que agrado muito na cama.

Marília: agrada tanto que frequentava outras camas além da minha ( revirei os olhos) eu não tô no clima.

Rodrigo: relaxa, trouxe uma bebida pra você.

Marília: você me viu saindo?

Rodrigo: sim, só esperei um tempo pra vim te fazer companhia.

Marília: já conversamos ( ele estendeu a mão com o copo e eu peguei).

Rodrigo: amigos, certo?

Marília: te conheço e sei bem que você não quer ser meu amigo.

Rodrigo: quem sabe te reconquisto aos poucos.

Marília: nunca.

Rodrigo: você tá com frio.

Marília: um pouco.

Rodrigo: toma o meu casaco.

Ele tirou o casaco e me ajudou a colocar mesmo eu repetindo que tava tudo bem, no mesmo momento vejo o Henrique, consigo ver no rosto dele que ele não gostou de ver nós dois juntos, ele parecia que não sabia que estávamos ali sozinhos e isso ficou claro quando ele falou.

Henrique: desculpa tô incomodando?

Rodrigo: não, professor pode ficar tranquilo.

Henrique: se incomodam se eu fumar?

Marília: cigarro faz estremamente mal pra saúde o senhor deveria saber disso ( ele sabe que odeio que fume).

Henrique: sei sim Marília e estou ciente dos riscos.

Olhei pro meu copo e virei toda bebida de uma vez, o Henrique só podia tá querendo me deixar brava eu já tô tentando relevar o jeito que ele tava dançando com aquela sonsa por saber que não podemos assumir o que temos e ele ainda me vem fumar essa porcaria.

Rodrigo: vou pegar outra bebida pra você.

Ele saiu com meus copos e percebi o Henrique guardando o cigarro de volta na carteira e botando no bolso, ele se aproximou me fazendo andar pra trás e encostar na parede colocando uma mão na parede e a outra estava com um drink.

Henrique: o que tá fazendo com o casaco dele?

Marília: tô com frio ( falei com um jeito provocante).

Henrique: você tá linda ( cheguei perto do ouvido dela e cochichei) da próxima vez que ele encostar no que é meu eu não respondo por mim, você é apenas minha ( tirei a mão da parede e a coloquei em sua sintura dando um leve aperto e em seguida dando uma fungada no seu pescoço a fazendo arrepiar) você me pertence Mendonça e ninguém além de mim vai te tocar.

Ouvimos os passos do Rodrigo e o Henrique se afastou me deixando molhada com apenas um toque e sua voz no meu ouvido, peguei a bebida que o Rodrigo me trouxe e percebi o olhar do Henrique pra nós, talvez seja o casaco no meu corpo que fez ele chegar no limite.

Rodrigo: quer que eu te leve em casa mais tarde?

Marília: não precisa, na verdade já tô indo embora, vou só chamar as gêmeas, essa festa tá horrível.

Henrique: eu também já tô indo se quiser posso levar vocês é perigoso três mulheres sozinhas a noite.

Marília: obrigada ( ia saindo quando o Rodrigo me puxou me dando um abraço ouvi o copo do Henrique caindo no chão).

Rodrigo: até amanhã Mari.

Continua ❤️

Oii! Aí gente amei esse EP e vocês?

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