- Obrigada meu Dono, gostei imensamente dos meus biquínis.
- Gostei da escolha, vestiu bem em minha menina, gostei de ver o que eu vi, mas menina não ter se preocupado em ver os biquínis que tinha, ainda mais sabendo que eram antigos, eu não vou esquecer, mas não vou mesmo.
Nada respondi, apenas baixei a cabeça concordando com o Dono e sei bem que ele não vai esquecer e que vai sim cobrar no momento apropriado, vai me fazer lembrar por um bom tempo dessa minha falha. Saímos do shopping e começamos a atravessar o túnel e novamente Dono me deixou ir na frente, na volta eu estava mais tranquila sabia que havia uma guarnição da polícia no outro lado.
Logos estávamos na praia do Leme, fomos para a área em que o hotel disponibiliza para os seus hóspedes, cadeiras, toalhas e barracas de sol, nos identificamos e escolhemos duas espreguiçadeiras. Dono tirou a camisa, ficando só de sunga, fiquei admirando-o, por volta dos 70 anos ele está em muita boa forma, a prática constante de exercícios e seu histórico de ex-atleta faz com que meu Dono esteja bem gostoso e chame a atenção.
- Vai ficar de vestido Queta?
- Não Dono, eu não vou não, só estava admirando o meu Dono gostoso.
- Então tira esse vestido, quero repassar o filtro solar em você, preciso cuidar do que é meu por direito de entrega e aceitação. E estás parecendo mesmo uma estrangeira com essa pele assim tão branca.
Sorri para ele, o abracei e beijei, sabia que estava fazendo em agradecimento pelo que sou hoje e, é claro que como uma forma de marcar meu território, mostrar que aquele belo exemplar de homem não está sozinho e disponível na praia.
- Sua Dono, toda sua.
Dobrei o vestido, estendi as toalhas nas espreguiçadeiras e deitei-me de bruços em uma delas. Dono sentou-se junto, senti ele desamarrar as tiras do biquíni em minhas costas e começar a passar o filtro solar, fechei os olhos e me deixei levar pela gostosa sensação de suas mãos em minhas costas. Dono passou em minhas nádegas, claro que ele deu uma diminuída na calcinha fazendo-a entrar um pouco em meu rego, terminou de passar o filtro em minhas coxas e me deu uma palmadinha na bunda.
- Dono esqueceu de amarrar nas costas.
- Não, eu não esqueci, quero sem as marcas das alças, quando você for virar eu amarro ou talvez eu queira apreciar esses seios livres ao sol.
- Aqui? Só mesmo o Dono para pensar em algo assim, não estamos em praias da Europa.
- Não, não estamos. Mas se for da minha vontade será.
- Sim meu Dono será sim.
Ele sabe perfeitamente como ligar certos botões em mim, ele sabe atiçar o meu lado exibicionista, se bem que não tenho certeza se alguém gostaria de ver os meus seios como são agora, depois de sofrerem os efeitos da gravidade, de terem amamentado duas crianças, mas o que sei é que meus bicos reagiram e estou sentindo-os contra o tecido do biquíni e a toalha.
Fiquei mais um tempo de costas para o sol, aproveitei para relembrar momentos com meu Dono, peripécias que passamos logo após o nascimento de nosso varão, não pude deixar de rir ao lembrar de nossa primeira sessão após o nascimento dele, eu estava amarrada contra a parede, sentia minha bunda quente por conta das palmadas que havia acabado de receber, não tinham sido palmadas de castigo, mas sim de aquecimento e que fizeram o meu tesão ir ainda mais alto, Dono me dedilhava e batia com o chicote de montaria no meu monte de vênus, senti meus seios incharem, e logo começou a pingar leite dos meus bicos, do esquerdo até chegou a sair um jato que foi direto no rosto de meu Dono, e nesse exato momento o nosso bebê, que estava no quarto ao lado e monitorado pela babá eletrônica, acordou e começou a berrar.
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H&H - S
Ficção GeralA continuação da historia de Hugo e Henriqueta após cinco anos. O nascimento de sua filha, o desenvolvimento profissional de Henriqueta, o seu grande reconhecimento no meio acadêmico. Cada vez mais Hugo e Henriqueta estão envolvidos no estilo de vid...
