Após meses de investigações incansáveis e confrontos brutais com o Cartel de Medellín, Peña encontra-se exausto, com sua mente e espírito desgastados pela violência constante. Em busca de alívio e um breve refúgio, ele encontra consolo mergulhando e...
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Minhas mãos encontraram o rosto dela, acariciando suavemente sua pele macia, traçando os contornos de suas maçãs em direção a nuca, onde os dedos afundaram-se em meio aos fios escuros, puxando e erguendo sua face para mim. À medida que nossas línguas dançavam a dança mais atrevida, senti o movimento sutil sobre a barriga em direção a costura do meu short, e mesmo que eu odiasse admitir, realmente estava ansioso por ela.
Urgente, feroz e animal ao ponto de suas unhas deslizarem pela extensão do meu pau, causando um arrepio saboroso demais para ser ignorado. Entre beijos, mordidas e movimentos bem coordenados, um gemido escapou entre meus lábios e pude ter a certeza que ela estava sorrindo. Lou usou ambas as mãos para me masturbar e eu fui para trás pelo impacto, apoiando-me na mesa de jantar.
Pouco a pouco nosso beijo foi cessando, a respiração tornou-se entrecortada e meus dentes cravaram na pele do pescoço dela, aliviando toda a sensação fodida que preenchia cada pedaço do meu corpo, como uma maldita explosão. Ela me tocava de ponta a ponta, usando meu pré-gozo como um lubrificante natural. Sem parar seus movimentos, foi se afastando-se de mim e se ajoelhando, até chegar onde tanto almejava.
Com a base bem presa em seus dedos, a diaba fixou seu olhar no meu, a língua deslizando calmamente pela glande numa carícia quase ingênua. Colocava parte na boca, fazendo uma pressão fodida apenas para soltar segundos depois, sorrindo ao me ver tão à mercê.
A puxei de volta num movimento mal calculado que fez meu pau bater em sua barriga com força. Selei nossos lábios ao mesmo tempo que puxava sua blusa para cima, e como resposta ela ergueu os braços facilitando meu trabalho. Entrelacei seus dedos aos meus e a levei o sofá, empurrando algumas das fotografias para o chão, e ali sentei e aguardei. Como a boa filha da puta que era, Louise terminou de abaixar meu short e iniciou uma série de beijos delicados sobre o interior da minha coxa, fui para trás apoiando a cabeça nas costas do sofá.
Com os cabelos atrás da orelha, aproximou-se devagarinho, os beijos se transformando em pequenas mordidas e o movimento de vaivém, que começava na base e ia direto para a cabeça do pau, me fez estremecer. Sem pressa, Lou começou a indicar que iria colocá-lo na boca outra vez, mas sempre parava na metade do caminho, voltando a apenas lamber e masturbar. A diaba sabia mesmo como me deixar louco por ela.
Não teve jeito, tive que adiantar seu processo. Dessa forma, sutilmente, minha destra foi de encontro aos seus cabelos e nuca, guiando-a para baixo e ao sentir sua cavidade tão úmida e quente quase revirei os olhos. Ela permitiu que eu fosse até onde queria, e puta merda, fiquei impressionado ao vê-la colocar tudo para dentro e quando se forçou um pouco mais, com os lábios tocando a minha virilha, um gemido rouco escapou.
Apesar de já termos fodido de todas as maneiras imagináveis, havia algumas coisas que nunca tentamos e uma boa garganta profunda estava na lista. Louise ficou ali por um tempo e meu quadril passou a se mover devagar, conhecendo território e vendo até onde eu poderia ir. As unhas redondas e parcialmente afiadas se enterraram nas minhas coxas e os olhos lacrimejaram quando ela se afastou. Antes mesmo que eu pudesse esboçar uma reação, ela inclinou-se de novo me sugando com força e velocidade.