Marília narrando...
— Bom dia, meu amor!
Ela disse assim que abriu seus olhos e me viu. Automaticamente um largo sorriso nasceu em meus lábios, de alguma forma algo estava diferente naquela manhã.
— Bom dia, meu amor! — Me aproximo e deposito um beijo em seus lábios. — Dormiu bem?
— perfeitamente bem!
Ela faz um carinho em meu rosto mas logo se afasta, passa a mão pelos seus olhos e levanta os braços se espreguiçando.
— Preguicinha! — dou risada.
— Muita! — Ela diz toda manhosa enquanto se aconchega em meus braços. — Que horas são?
— Acredito que próximo do horário do almoço!
— QUE?? Marília.. você não vai trabalhar?
— Você tá me expulsando?
— Não, mas você precisa ir pra empresa.
— Quem disse?
— Ué.. — Ela me olha sem entender.
— Mai, eu sou a dona e hoje é sábado! — Dou risada.
— Por que você tá rindo? Estava preocupada com você! — Esbraveja. — Chata!
Ela diz enquanto se afasta do meu corpo e se levanta da cama. Seguro e sua mão e a puxo de volta, mas ela se mantém firme e em pé ao lado da cama.
— Tá braba?
— Não! — Ela me olha sem reação alguma. — Vou tomar banho!
— Eu também! — Falo me colocando de pé.
— Comigo? — Ela gargalha. — Não mesmo!
Sai andando em direção do banheiro, não espera, mas como sou teimosa, apenas a acompanho. Paro na porta do banheiro e fico a observando.
Liga a água pra encher a banheira, me olha e balança a cabeça em sinal de negativo, para na frente do espelho, se olha por alguns segundos e em seguida amarra os seus cabelos.
— Linda! — Sussurro.
— O que você disse? — Ela me olha tentando disfarçar o sorriso.
— Linda! — Repito.
— Você.. você também é!
Ela se vira e se apoia sobre a bancada do banheiro, eu me aproximo e paro em sua frente. Apoio minhas mãos sobre a mesma, uma de cada lado e me aproximo mais dela. A olho nos olhos e dou um sorriso, curvo meu rosto pra alcançar o seus pescoço e lhe dou um cheiro e sinto a sua pele se arrepiar.
Ela ainda está com sua roupa de dormir, um pequeno vestido de seda, de alça fina. Sexy! Deslizo meus dedos sobre seus braços até alcançar a alça de sua roupa e o tiro delicadamente.
— O que você acha que está fazendo?
— Te ajudando a tirar a roupa pra tomar banho! — Me afasto e a olho. — O que achou que era? — Dou risada.
— Eu te conheço, Marília.. eu te conheço!
Tiro sua roupa e a olho, ela se aproxima e dá um beijo na ponta do meu nariz e se afasta. Eu apenas a olho, pareço estar hipnotizada por essa mulher. Observo cada movimento que ela faz sem se quer piscar.
— Hey! — Ela diz chamando a minha atenção.
— Hmm?! — Pisco algumas vezes tentando recobrar a consciência. — tá precisando de algo?
— Eu sei que eu disse que você não poderia vir... — Ela faz uma pausa. — Mas como você já está aí me olhando, se quiser...
Ela mal termina de falar, eu apenas tiro a pouca roupa que ainda estava em meu corpo e entro na banheira junto com ela e ela sorri.
— Desculpa, não podia perder mais tempo!
Me sento de frente pra ela e fico a olhando enquanto ela estica sua perna e coloca sobre mim. Ela me olha com intensidade como se pudesse enxergar minha alma e decifrar meus pensamentos.
Ficamos ali por longos minutos até que sentimos a água querer diminuir a temperatura. Ela se levanta, se aproxima de mim, para em minha frente e liga novamente o registo. Eu olho pra cima e vejo a visão do paraíso.
— Você, acaba comigo assim! — Falo enquanto olho pra ela.
— Ah.. foi sem querer! — Ela me olha de cima com um sorriso malicioso.
Eu não penso, eu apenas faço. Levo minhas mãos até a sua bunda e a aperto com força. Ela solta um pequeno gemido. A olho novamente e é impossível manter a postura, já que ela está em pé na minha frente, com suas pernas abertas sobre a minha cabeça me dando uma visão incrível de todo o seu paraíso.
Distribuo alguns beijos pela sua perna enquanto sinto a sua pele se arrepiar.
— Apoia sobre os meus ombros.
— Isso não parece dá certo!
— Mai.. — a olho. — Confia em mim, eu te seguro!
Ela apoia sobre os meus ombros fazendo com que sua buceta fica bem na frente do meu rosto, a seguro com força e me aproximo e deslizo a minha língua por seu clítoris. Seus gemidos aumenta a cada chupada que dou no mesmo. Ela tenta manter o equilíbrio mas é quase impossível. A sorte é que sou mais forte que ela e consigo a manter segura sobre mim.
Eu a chupo com desejo, vontade, como se a minha vida toda dependesse desse momento.
Ficamos um tempo nessa posição até que ela se levanta e se senta sobre o meu colo, eu a seguro pela cintura e começo a beijar o seu corpo. Aperto o seus seios e logo começo s chupa-los. Ela inclina sua cabeça pra trás, sentindo cada toque.
Enquanto chupo os teus seios, deslizo uma mão pelo seu corpo até chegar em seu ponto de prazer. Chego no mesmo e começo a massagear-ló a fazendo estremecer, gemer e pedir por mais.
Ela começou a rebolar sobre ela meus dedos, minha respiração estava fora de ritmo, assim como a dela. Ela apoiou seus braços sobre o meu pescoço e aproximou seus lábios do meu ouvido. Seus gemidos eram intensos e quase que não havia uma pausa entre eles. Aquilo estava me deixando ainda mais doida de tesao. Continuei os movimentos, assim como ela continuou as reboladas.
Eu já estava sentindo o meu corpo da sinal de que estava próximo de um orgasmos. Sem dizer absolutamente nada, numa sincronização absurda, nós duas gozamos.
— V-voce... — Ela diz quase que sem fôlego. — Vai acabar comigo!
Dei um sorriso e um beijo em seus lábios.
— Bom, se for dessa forma, eu até aceito!
Nos recompomos e terminamos o banho. Tínhamos vários planos pro dia, mas depois de começá-lo da forma que começamos, a única pausa que tivemos foi pra comer, repor as energias e começar tudo de novo. A vontade que predominava sobre nós, não deixávamos ficar muito tempo sem nos tocar ou nos pertencer. Tudo bem ficar num quarto aproveitando enquanto o mundo acontece do lado de fora, mas ficar ali com ela, nos amando fazia tanto sentido que pra mim todo o meu mundo acontecia dentro daquelas quatro paredes.
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Onde o amor nos levará? - MAILILA.
FanfictionMarília com vinte e três anos assumiu os negócios de sua família. Não porque seus pais já não estão entre nós, pelo contrário. Eles resolveram que ela já tinha responsabilidade suficiente pra tocar os negócios da família enquanto eles apenas desfrut...
