Marília narrando...
- Não é como você quer. Você tem que aprender a se controlar.
Ela diz enquanto entramos em casa depois de uma noite que era pra ser tranquila em uma balada.
- Ela tava em quase em cima de você.
- Claro que não! Ela estava numa distância considerável. Só se aproximou porque ia pegar uma bebida que estava bem ao meu lado.
- Ela ficou te olhando a noite toda. Eu estava ao teu lado sem poder fazer nada, porque você decidiu que o que temos não é sério o suficiente pra se tornar público. Então eu tenho que lidar com as pessoas dando em cima de você e ter que manter a pose porque eu não posso dizer pra ninguém que você é minha.. - Faço uma pausa. - Porque na verdade você não é.
- Marília, eu estou com quem? Me diz.. todas as noites nos últimos cinco meses eu estou com quem?
- Comigo!
- O que você precisa mais pra entender que eu quero ficar com você? Eu aceitei ficar quando era incerto e você mal sabia lidar com os sentimentos. Eu escolhi ficar e arriscar quando você ainda era uma terra nunca habitada. Eu ainda estou aqui, até mesmo quando você da esses seus shows de ciúmes.
- Mai, eu nunca me senti assim, nunca senti medo de perder alguém como eu tenho medo de te perder. Eu nunca me senti tão vulnerável quanto agora.. - Ela se aproxima, segura em minha cintura, apoia sua testa sobre a minha. - É que eu te amo.
Maiara narrando...
Suspirei e olhei pra ela enquanto sentia a suas mãos apertarem a minha cintura.
- Marília, não há outra pessoa que eu quero beijar , não há outro corpo que eu queira sentir - coloquei minhas mãos em seu rosto e a olhei profundamente , acho que já estava na hora de eu fazer algo q eu já estava desejando a algum tempo. - Não há outro corpo que eu queira sentir tremer embaixo do meu!
Completei a frase e comecei a distribuir beijos pelo pescoço dela, deixei minhas mãos escorrer por seu rosto e passei pelos ombros dela, continuei os beijos pelo pescoço, mordisquei sua orelha e a ouvi arfar, desci minhas mãos pelos vales de seus peitos. A raiva, o ciúmes e tudo que estava acontecendo naquele momento só aumentava a vontade que eu estava de concretizar o que pensei por muito tempo.
Ela me segurou em seus braços e subimos as escadas tentando não cair sobre ela, pois tudo estava intenso demais.
Chegamos ao quarto e ela me jogou sobre a cama, eu a olhei e dei um sorriso malicioso quando a vi vindo pra cima de mim.
- O que você acha que está fazendo? - Perguntei enquanto a via me devorar com seus olhos.
- Você sabe bem o que estou fazendo!
A deixei se aproximar ainda mais e iniciar um beijo ainda mais quente que o anterior. Suas mãos deslizavas pelo meu corpo, tudo em mim estremecia, mas aquele não era o plano e nem o que iria acontecer naquele momento.
Me virei sobre seu corpo e fiquei por cima dela. Ela me olhou um pouco surpresa mas não reclamou, apenas continuamos o que estava fazendo.
Não demorou pra que as nossas roupas fizesse parte do chão do quarto. Estávamos completamente nuas. Por um momento eu apenas a admirei, a olhei com cuidado e desejo. Queria gravar cada parte do seu ser em minha mente pra que pudesse me lembrar sempre que ela estivesse longe.
Comecei a depositar beijos pelo seu pescoço. A cada toque meu, sentia seu corpo se arrepiar ainda mais. Continuei com os beijos até chegar em seus peitos, a olhei novamente com um sorriso malicioso em meus lábios e o abocanhei. Segurei um de seus seios com a minha mão livre enquanto o outro minha boca fazia todo o serviço.
Seus gemidos tomava conta de todo o vazio que existia naquele quarto. A cada chupada seus gemidos aumentavam, a cada mordiscada sentia a sua mão apertar forte sobre a minha pele. Continuei até percebe que seu mamilo já estava avermelhados, indicando uma sensibilidade maior.
Percorri meus lábios por todo seu corpo, até chegar onde eu mais queria sua buceta. Eu a encarei pois queria admira-lá como fiz com tudo que envolvia ela. Me aproximei e dei um pequeno beijo um pouco acima de seu ponto de prazer. Era nítido que ela já não aguentava mais, seu corpo, seu jeito, seus gemidos e a forma em que ela segurava com agressividade e força os meus cabelos.
- Pede, Marília! - Falei enquanto a olhava.
- E-eu...mal..consigo..falar. - confessou.
- Peça!
- ME CHUPA! MEU FODE! ME FAÇA SUA!
Não era o que estávamos acostumada, mas ouvi-la falar daquela forma me fez sentir coisas que jamais havia sentido antes.
Sentir todo o meu ventre congelar, um arrepio na alma, um desejo avassalador de toca-lá como nunca.
Afastei suas pernas e me posicionei sobre as mesma. Me aproximei, e a cada vez que minha respiração batia em sua buceta ela dava uma pequena tremida.
Deslizei minha língua pelo seu ponto de prazer e por toda a extensão de sua buceta. Ela já estava completamente molhada, estava completamente entregue aquela momento.
Deslizei meus dedos até a sua entrada e os mesmo deslizaram com facilidade pra dentro dela. A sincronia que existia entre meus dedos e minha língua fazia com que ela se contorcesse ainda mais sobre a cama.
Seus gemidos me deixavam extremamente doida, óbvio que não iria precisar ser tocada pra chegar onde queria. Vê-la daquela forma já me causava prazer demais a ponto de chegar no clímax sem esforço algum.
Continuamos.. chupava, lambia, me lambuzava com todo o mel que ela me proporcionava. Eu só queria viver aquilo por longas horas, sem parar, sem ver o tempo passar.
- Mai... mai... - ela disse em um sussurro.
- Eu sei! - Disse assim que sentir sua intimidade apertar os meus dedos.
- Eu vou gozar! - Anunciou.
E não demorou pra que acontecesse.
Marília narrando...
Depois de tudo que havia acontecido naquele quarto, ela deitou sobre o meu peito e eu fiquei apenas a observando, e deslizando com delicadeza sobre a sua pele a minha mão. Sinto sua respiração se estabilizar e voltar ao normal. Fico alguns minutos em silêncio apenas aproveitando o momento.
- O que você pensa? - Ela diz enquanto vira seu rosto pra me olhar.
- Eu te amo.
- É... - ela dá um sorriso. - Não posso negar que gosto um pouco de você.
- Que? Repete, Maiara Carla! - Falo a encarando. - Gosta? Um pouco?
- Talvez muito!
- Eu sei que você me ama.
- Como tem tanta certeza?
- Eu entendo a sua insegurança sobre nós.
- Não é insegurança..
- Mai.. - Me ajeito na cama para olhá-la melhor. - Sempre que estamos em um momento bom, você dá um jeito de parar. Sinto como se você se afastasse e me afastasse de alguma forma.
- Engano seu! Eu não faço isso, apesar de me sentir insegura em alguns momentos, eu realmente quero ficar com você.. realmente quero que você fique.
- Eu fico, Mai.. eu sempre irei ficar, você sabe disso. Só espero que você não me afaste com o tempo. Eu preciso sentir que você quer ficar pra que eu consigo também ficar. Eu te amo e nada no mundo será capaz de mudar isso. Mas me deixe ficar com a mesma intensidade que diz que quer que eu fique.
- Eu quero! Quero muito que fique! Não é da boca pra fora, mas eu realmente te amo, Marília. Eu te amo demais.
________________________________
Olha quem apareceu!🤭
Desculpa a demora, mas é que o bloqueio foi grande! 🤯
Maaaaaaaaaaas aparentemente passou! 😅
Espero que tenham gostado! É um cap. especial, pois foi escrito com a ajuda de alguém muuuuuuuuuuuito especial.. pra mim! 💜✨
VOCÊ ESTÁ LENDO
Onde o amor nos levará? - MAILILA.
FanfictionMarília com vinte e três anos assumiu os negócios de sua família. Não porque seus pais já não estão entre nós, pelo contrário. Eles resolveram que ela já tinha responsabilidade suficiente pra tocar os negócios da família enquanto eles apenas desfrut...
