Caleb
Mas tarde naquele dia a gente comeu a comida que ela pediu de um restaurante. Desde do começo eu sabia que no final ela iria recorrer a um almoço pronto, não me lembro dela mas tiver a sensação que ela é um desastre na cozinha, assim como eu, e notei isso quando peguei ela olhando com desespero para as panelas da cozinha.
A tarde depois de tomar alguns remédios eu sentir meu corpo sonolento e depois de me deitar na cama não demorou nem cinco minutos e eu já entrei em um sono profundo, meu corpo estava exausto. Maya provavelmente estaria lá embaixo ou por sorte teria indo embora, quer dizer, nao sei explicar se a ausência dela é algo bom, minha cabeça diz que sim, mas alguma coisa dentro de mim odeia isso, e eu odeio ter essa sensação de querer essa desconhecida por perto, me sinto maluco.
Acordei com meu quarto em completa escuridão, exceto pela luz do banheiro que estava ligada e pelo barulho o chuveiro. Me levantei confuso, não me lembrava que deixei ambas coisas ligadas.
Abri a porta do banheiro que estava apenas encostada e o que eu vi me deixou paralisado, duro e porra, excitado.
Simplesmente aquela garota estava tomando banho no meu banheiro, nua claro e me deixando totalmente desnorteado com aquele visão, ela era gostosa, linda e tinha uma áurea sedutora. Talvez, apenas talvez não seja tão absurdo assim que eu namore com ela, quer dizer, que ela é minha namorada isso é certeza, mas o motivo que eu namore com ela é desconhecido por mim, talvez seja porque ela é linda demais e até alguém como eu se deixou levar?
"O que você está fazendo?" - minha voz saiu rouca.
"Ah oi." - ela abriu os olhos e passou a mãos nos cabelos se livrando das espumas. "Tomando banho, claro."
"No meu banheiro?" - perguntei tentando olhar para qualquer outro lugar que não fosse para ela.
"Onde mas seria? Nunca tive curiosidade de conhece os outros quartos." - disse ela. "Está tudo bem?" - me perguntou.
"Está." - me limitei em dizer.
"Então olha para mim, você parece está me evitando."
"Você está no meu banheiro sem se convidada e pelada por sinal." - senti meu corpo esquentar.
"Isso nunca foi um problema para você, me ver pelada, aliás você gostava." - disse.
"A gente já..." - nao completei a frase.
"Já o que?" - ela me olhou com aquele olhos, que porra, mexia comigo.
"Transamos?" - perguntei.
"Obvio, nesse banheiro, no meu, nas escadas, na sua cama, na minha, sofá, banheiro alheio, cozinha, e por ai vai." - disse ela desligando o chuveiro.
"Não acredito que fiquei tantas vezes com uma única pessoa."
"Quando você diz única, significa única mesmo, desde que nos conhecemos eu fui a única que você ficou, a gente não tínhamos confessado nenhum sentimentos e nem nada do tipo, mas desde do primeiro momento nos tornamos únicos um para o outro." - disse ela.
"Como você tem tanta certeza que eu não fiquei com outras?" - a questionei.
"Porque a gente já brigou muito enquanto você tentava me afastar e sempre que você tentava cometer alguma loucura você não conseguia e me procurava para se justificar, se desculpar."
"Eu não fui e nem sou tão ridículo." - eu me custava acreditar.
"Você era apaixonado, por mim, e pelas coisas que fazíamos." - ela se aproximou de mim, e caralho eu estava hipnotizado com a visão dela na minha frente. "Quer relembrar?" - ela passou a mão no meu pescoço e depositou um beijo no meu pescoço, seus seios se encostaram em mim e eu perdi o fôlego
VOCÊ ESTÁ LENDO
Perdição
RomanceO amor transforma e até os mais fechados corações são capazes de amar. Maya tem apenas 17 anos, é uma menina com sentimentos intensos. De tanto fica sozinha, fez de sua solidão seu próprio lar, o seu conforto. Ama girassóis, a lua e as estrelas. ...
