Era tarde quando terminei de assisti três episódios de uma série entediante.
Rolei no sofá depois que almocei/jantei a pizza que eu havia descongelado no forno. Olhei pela janela e o vento estava forte, mas nada que não deixasse anda um pouco por aí.
Coloquei um short jeans e uma blusão azul-escuro.
Tranquei o apartamento e sai andando pelas ruas sem direção.
Cada paisagem me anima e a cada montes visto perto da cidade eu imaginava a linda visão da lua e das estrelas a noite.
Andei até minhas pernas começarem a doer. Olhei para trás já não sabia de onde eu havia vindo.
Pelo grande relógio da catedral que estava a quilômetros de mim, marcada 20:36 da noite. O sol já havia entrado a tempos e a lua e as estrelas já estava visível e eu nem havia percebido.
Coloquei a mão no bolso traseiro do short e notei que deixe o celular em casa. Não acredito que fiz uma merda nessa. Sair como se não houvesse amanhã, e só fui notar minha burrice agora.
As poucas pessoas que estava nessa rua desapareceram. O frio começou a me incomoda e pequenas gotículas de chuva começaram a cair.
Começou aparecer cena de terror. A luz de um poste estava piscava e as árvores balançado com vento forte.
Mãe, que merda você foi fazer em deixa uma adolescente sem juízo sozinha em uma cidade? - meu pensamento começou a xinga minha mãe como ele sempre fazia.
Estreitei os olhos e olhei mais adiante. A uns quinze metros de mim, tinha algo no chão, no escuro. Parecia um corpo. Será? Céus! Eu sou tão curiosa.
Eu nunca conseguiria virar as costas e não mata minha curiosidade.
Me aproximei lentamente. Olhei para todos os cantos e não havia uma alma viva, mas talvez uma morta bem ali. Estremeci com esse pensamento.
Nesse momento a chuva forte já caia sobre mim. Meu cabelo grudou sobre meu rosto e minha vista estava embaçada.
O que estava no chão não se mexia. Me aproximei depressa e me abaixei.
Passei a mão pelos meus olhos tirando a água quê se acumulava no meu rosto.
Assim que minha vista focou na coisa, eu notei ser um homem, ele estava sorrindo e rapidamente pegou meu braço.
"Oi docinho" - ele sorria maliciosamente e apertava forte meu pulso.
"Perdão, eu pensei que precisava de ajuda" - tentei puxa meu braço, o que foi em vão. " Me solte, por favor" - comecei a me desesperar e grita.
" Não gaste sua linda voz" - ele sorriu e eu senti náuseas. " Eu preciso sim de ajuda, e você vai me ajuda nessa questão"
" Pelo amor de Deus, me solte" - comecei a me debater e a chora desesperadamente. " Por favor"
"Por que quer ir tão depressa assim? - colocou uma mão no meu cabelo enquanto a outra apertava meu braço. "Você é tão linda" - eu sentir nojo.
Ele tinha expressão de um monstro maldoso. Com barba volumosa branca, olhos profundos e um sorriso ridículo no rosto.
De longe vim um farol de um carro, comecei a me debater e a gritar. O infeliz estava machucando meu braço e tinha me dado um forte tapa na minha cara.
" Seu filho da puta, desgraçado. Me solta seu maldito." - comecei a grita. Quando o carro chegou perto, eu comecei a grita por socorro desesperadamente.
O condutor do carro desceu do veículo me enchendo de esperança. Ele correu em nossa direção e eu sentir que seria salva.
" Sua desgraçada" - o maldito me xingou e puxou o meu cabelo com mais força.
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Perdição
RomanceO amor transforma e até os mais fechados corações são capazes de amar. Maya tem apenas 17 anos, é uma menina com sentimentos intensos. De tanto fica sozinha, fez de sua solidão seu próprio lar, o seu conforto. Ama girassóis, a lua e as estrelas. ...
