Capítulo 03

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Era tarde quando terminei de assisti três episódios de uma série entediante. 

Rolei no sofá depois que almocei/jantei a pizza que eu havia descongelado no forno. Olhei pela janela e o vento estava forte, mas nada que não deixasse anda um pouco por aí. 

Coloquei um short jeans e uma blusão azul-escuro. 

Tranquei o apartamento e sai andando pelas ruas sem direção. 
Cada paisagem me anima e a cada montes visto perto da cidade eu imaginava a linda visão da lua e das estrelas a noite. 

Andei até minhas pernas começarem a doer. Olhei para trás já não sabia de onde eu havia vindo. 
Pelo grande relógio da catedral que estava a quilômetros de mim, marcada 20:36 da noite. O sol já havia entrado a tempos e a lua e as estrelas já estava visível e eu nem havia percebido. 

Coloquei a mão no bolso traseiro do short e notei que deixe o celular em casa. Não acredito que fiz uma merda nessa. Sair como se não houvesse amanhã, e só fui notar minha burrice agora. 

As poucas pessoas que estava nessa rua desapareceram. O frio começou a me incomoda e pequenas gotículas de chuva começaram a cair. 
Começou aparecer cena de terror. A luz de um poste estava piscava e as árvores balançado com vento forte. 

Mãe, que merda você foi fazer em deixa uma adolescente sem juízo sozinha em uma cidade? - meu pensamento começou a xinga minha mãe como ele sempre fazia. 

Estreitei os olhos e olhei mais adiante. A uns quinze metros de mim, tinha algo no chão, no escuro. Parecia um corpo. Será? Céus! Eu sou tão curiosa. 
Eu nunca conseguiria virar as costas e não mata minha curiosidade. 

Me aproximei lentamente. Olhei para todos os cantos e não havia uma alma viva, mas talvez uma morta bem ali. Estremeci com esse pensamento. 

Nesse momento a chuva forte já caia sobre mim. Meu cabelo grudou sobre meu rosto e minha vista estava embaçada. 

O que estava no chão não se mexia. Me aproximei depressa e me abaixei. 
Passei a mão pelos meus olhos tirando a água quê se acumulava no meu rosto. 
Assim que minha vista focou na coisa, eu notei ser um homem, ele estava sorrindo e rapidamente pegou meu braço. 

"Oi docinho" - ele sorria maliciosamente e apertava forte meu pulso. 

"Perdão, eu pensei que precisava de ajuda" - tentei puxa meu braço, o que foi em vão. " Me solte, por favor" - comecei a me desesperar e grita. 

" Não gaste sua linda voz" - ele sorriu e eu senti náuseas. " Eu preciso sim de ajuda, e você vai me ajuda nessa questão" 

" Pelo amor de Deus, me solte" - comecei a me debater e a chora desesperadamente. " Por favor" 

"Por que quer ir tão depressa assim? - colocou uma mão no meu cabelo enquanto a outra apertava meu braço. "Você é tão linda" - eu sentir nojo. 

Ele tinha expressão de um monstro maldoso. Com barba volumosa branca,  olhos profundos e um sorriso ridículo no rosto. 

De longe vim um farol de um carro, comecei a me debater e a gritar. O infeliz estava machucando meu braço e tinha me dado um forte tapa na minha cara. 

" Seu filho da puta, desgraçado. Me solta seu maldito." - comecei a grita. Quando o carro chegou perto, eu comecei a grita por socorro desesperadamente. 

O condutor do carro desceu do veículo me enchendo de esperança. Ele correu em nossa direção e eu sentir que seria salva. 

" Sua desgraçada" - o maldito me xingou e puxou o meu cabelo com mais força. 

PerdiçãoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora