Capítulo 29

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Maya

Quando chegamos na casa de Caleb eu me desabei na sua cama macia.

"Está com fome?" - perguntou ele tirando a camisa do corpo.

Seu corpo prendeu minha atenção. Eu nunca me cansaria, e jamais conseguiria controla o calor que sobe no meu corpo, quando eu vejo ele assim.

Só de olha eu me tonturo.

"Maya?" - ele está me olhando.

"Está com fome?" - perguntou novamente.

"Não, mas tem sorvete?"

Ele deu um sorriso.

"Tem. Me esperar aqui."

Disse e saiu me deixando ali, no absoluto silêncio.

Essa casa é enorme, casa não, mansão. Deve se um tédio mora aqui sozinho, no meio de tantos cômodos enquanto você não consegue ocupa todos.

Em sabe que viveu uma família feliz ali. Quantas risadas e palavras de amor essas paredes já ouviram? Quantas demostrações de carinho Caleb já teve com os pais, e agora só ficou ele, sozinho com as lembranças. Ele é forte, caralho como ele é forte.

E muito quebrado. Como eu.

Não sei quanto tempo faz que seus país morreram, e nem sei a causa da morte, mas imagino um garoto recebendo essa notícia, sem ninguém para abraça-lo nem mesmo o irmão. E depois volta para essa mansão, cheia de lembranças e viver ali, sozinho por opção.

Só de pensar meu coração adoecer por ele. Gostaria de te conhecido ele nessa época, eu estaria ali por ele, sempre.

"Seu sorvete." - disse Caleb me entregando uma enorme taça.

"Obrigada." - disse e me sentei na cama.

Ele se sentou ao meu lado, no absoluto silêncio.

"Dorme aqui hoje?" - perguntou.

Eu usei todo meu alto controle para não abri um sorriso.

"Pode ser." - disse a ele.

Quando coloquei a taça vazia em cima do criado mudo, Caleb me puxou para seu lado nos deitando na cama e passou a mão na minha cintura.

"Lembra do que eu disse na cabana?" - seu hábito quente aqueceu meu pescoço.

Eu fervi.

"Você disse muitas coisas." - minha voz saiu rouca. "Mas lembro de algumas  frases foram mas interessante que outras."

Sua mão entrou por baixo da minha blusa, e minha respiração de repente ficou muito pesado.

Ele trilhou um caminho com ela, chegando até meu seio que ele gentilmente acariciou através do sutiã.

"Por exemplo?" - perguntou.

"Que iríamos fazer nessa quarto, aquilo que na cabana não permitiria."

"Certa resposta, boa garota."

Eu subi em cima do meu colo e me esfreguei no meu volume. Esse momento seus olhos me queimaram, e eu me senti a mulher mais ousada do mundo.

Eu estava com ele. Ele estava de baixo de mim, com a boca entre aberta enquanto eu me movimentava no meu colo.

Ele estava segurando minhas coxas com isso força considerável. E isso me incentivou ainda mais.

Ele queria tanto quanto eu.

Tirei minha blusa e em seguida meu sutiã.

Sua mão rápido veio até meu seio e ele massageou.

PerdiçãoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora