• dezessete •

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𝕮𝖆𝖕í𝖙𝖚𝖑𝖔 𝖉𝖊𝖟𝖊𝖘𝖘𝖊𝖙𝖊

Pov Emma:

Depois do nosso último encontro na sala precisa, eu e Draco não falamos mais que o necessário, parece que os dois está tentando se evitar ao máximo.

Envenenamos uma garrafa de hidromel, Draco que pensou e achou que séria uma ótima e fácil idea. Eu concordei por não conseguir pensar em nada e querer acabar logo com isso.

— Como vamos deixar isso na sala do Dumbledore? — pergunto curiosa.

— Eu tenho uma ideia, pode deixar que eu cuido disso. — ele fala sem olhar no meu rosto e sai rapidamente levando a garrafa junto.

Fico o olhando sair da sala precisa, o lugar que sempre nos encontramos quando precisamos falar sobre a missão e sobre o armário.

Espero que dessa vez o nosso plano funcione e Dumbledore seja atingido e não outra pessoa inocente.

...

na manhã seguinte estou tomando café no grande salão acompanhada de Theo, Alyssa e Nick que agora passou a ficar bastante tempo comigo.

Enquanto eu tomo meu suco de abóbora e Nick fala alguma coisa que não estou prestando muita atenção, Pansy aparece euforia como se tivesse acabado de saber uma coisa chocante.

— Gente vocês ficaram sabendo do que aconteceu ontem com o Weasley? — ela fala sentando se na mesa.

— Especifique, são várias cabeças ruiva esqueceu? — diz Theo antes de enfia um pedaço de bolo na boca.

— O que anda com o Potter, idiota. — ela o responde com um tom de ríspido e Theo revira os olhos.

Eu acabando não dando muita importância para o que ela está falando e continuo comendo quando as próximas palavras dela chama minha atenção.

— Como eu estava dizendo, o Weasley ontem a noite foi envenenado e quase parte dessa para melhor. — ela termina de falar e todos a olham com os olhos arregalados e eu quase me engasgo com essa informação.

— O que? Como assim? Onde ele está? — pergunto rapidamente.

— Na enfermaria óbvio, acabei de sair de lá e vi o Potter, a Weasley fêmea e Granger juntos ao redor da cama que ele está. — ela conta e começa a comer uma fatia de torrada que estava na mesa.

Sinto meu coração começar a bater forte e meu corpo gelar. Na mesma hora eu me levanto e já caminho rapidamente em direção a enfermaria.

Escuto alguém da mesa perguntar aonde estou indo e tenho certeza que foi Nicholas, mas não o respondo e apenas caminho para fora do grande salão.

Enquanto caminho pelo corredor rapidamente várias coisas passam pela minha cabeça e a principal delas é se o Rony foi envenenado pela garrafa que era pra Dumbledore, mas a principal questão é que se sim, como isso aconteceu?

Me perco nos pensamentos e nem percebo quando esbarro em alguém. — Me desculpa. — olho e vejo Harry e Ginny. — Harry. — digo.

— Emma. — ele responde e ginny se despede e sai me deixando sozinha com Harry.

— Eu estava indo na enfermaria, fiquei sabendo do que aconteceu com Ronny.

— Eu venho de lá agora. — ele diz apontando pra trás. — ele está bem só precisa ficar em observação por uns dias.

Quando ele diz isso parece que eu volto a respirar aliviada, mas a minha maior curiosidade é saber como isso aconteceu e parece que Harry leu a minha mente e fala antes de eu perguntar.

— Ele bebeu uma garrafa de hidromel envenenada. — quando ele fala isso o ar saio novamente dos meus pulmões e meu coração novamente bateu forte mas tento ao máximo não transparecer.

Então realmente foi o que eu temia, mas uma vez os meus atos machucou uma pessoa inocente.

— Mas como isso aconteceu? onde ele bebeu isso? — pergunto tentando ao máximo não deixar minha voz falhar.

— Estávamos na sala do professor Slughorn e ele acabou bebendo e o resto talvez você imagine. — ele fala cabisbaixo.

— Mas por que o professor tinha uma garrafa envenenada em sua sala? — pergunto querer obter o máximo de informações possíveis e por sorte Harry não desconfie afinal eu sou sua amiga e amiga de Rony né.

— Eu não sei muito bem, mas parece que ele ia dar de presente, e era pro Professor Dumbledore. — ele diz isso como se agora estivesse curioso também.

Eu fico novamente sem reação pois realmente era a garrafa que eu e Draco envenenou, por um momento pensei que podia ser um engano, uma coincidência mas não.

Me despeço de Harry rapidamente, preciso sair de perto dele ou talvez ele começasse a desconfiar e fazer perguntas demais pois conheço o mesmo e sei como é curioso e intrometido as vezes.

Saio pelos corredores no sentido ao contrário de onde eu estava com harry, estou voltando para o grande salão, preciso entender tudo isso que aconteceu e só uma pessoa pode me responder e me fazer entender tudo.

Draco Malfoy.

DARK SOUL•𝑫𝒓𝒂𝒄𝒐 𝑴𝒂𝒍𝒇𝒐𝒚Onde histórias criam vida. Descubra agora