Seventeen

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— Porra, organizamos tudo para pegá-la essa noite, o museu estava cercado de homens

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— Porra, organizamos tudo para pegá-la essa noite, o museu estava cercado de homens. — passa a mão pelas madeixas loiras bagunçando todas elas impacientemente. — Era o único caralho de pista que tínhamos para voltarmos no final das contas para a estaca zero. 

— Ao menos agora temos certeza que ela recuperou o miraculous da borboleta. — Félix dá de ombros se sentando na poltrona de couro logo ao lado.

— Não sei como vou contar essa merda para a Marin. — massageia as têmporas exausto. — Tenho medo que ela volte a se culpar e tudo aquilo que passamos volte junto dessa "descoberta".

— Ela é a guardiã, não pode surtar agora, acho que ela já percebeu isso. 

Adrien fica em silêncio, ele realmente gostaria de acreditar naquilo.

— Como foi com Chloé? — o londrino vai até a espécie de adega da suíte alemã fazendo uma pequena mistura de VodKa com água tônica e levando a boca sentindo o líquido descer por sua garganta queimando suavemente.

— Negou tudo como o esperado. — se senta na grande cama de casal alargando a gravata preta e a retirando deixando sobre a colcha branca.

— Acha que ela está mentindo? — entrega um copo com a mistura alcoólica para o outro.

— Sinceramente não sei. — pega o objeto transparente com o líquido na mesma coloração. — Não senti que ela estava mentindo, mas Chloé já enganou a todos tantas vezes que é difícil acreditar nela realmente, ela conseguiu esconder do diretor e de mim o fato que ela havia feito bullying com a Marin por anos. 

— O que vai fazer?

— Vou entregar os dados bancários que envolvem os Bourgeois nessa sujeira, como eu disse para ela, não há com que se preocupar se estiver falando a verdade. 

— Eu nunca fui com a cara dela. — resmunga se sentando na espécie de poltrona do quarto deixando seu copo quase vazio num espaço que servia para aquilo mesmo. — Umas das únicas coisas que concordo com a Marinette desde aquela época. 

— Você só gosta de ser do contra. — leva o líquido transparente aos lábios. — Mas a maioria das pessoas que a minha gatinha não gosta você também vai na onda. 

— Não é minha culpa que ela é mais esperta que vocês otários e tem um faro ótimo para pessoas estupidas e falsas. 

— Que fofinho, elogiando minha esposa. — força um sorriso fechado mesmo com a carranca mal humorada e cansada com pequenas olheiras que conseguiam deixá-lo ainda bem bonito. — Voltem a se odiar agora. 

Isso faz com que o Graham abrisse um sorriso de lado pela vontade de rir, seu primo não estava brincando no fundo e essa era a maior graça.

As mãos do Agreste verificam mais uma vez a bateria de seu celular, mas acaba se distraindo quando o primo chama sua atenção:

Back to black [Adrinette]Onde histórias criam vida. Descubra agora