Bloco de notas

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[...] no balanço, sob a mangueira,

Renato parecia estar em outro mundo.

Saltou e correu em direção à Júlia ao vê-la.

Parecia um menino perdido longe da mãe... Que tristeza!

Quero ajudar, mas ainda não tenho um plano.

Não posso simplesmente pedir para Júlia deixá-lo,

(seria fácil, pois não é comigo).

Eles têm uma filha pequena.

Meu Deus, a situação parece arriscada,

e se durante um surto ele...

Ah não, recuso-me a pensar nesse final.

O melhor que podemos fazer por Júlia agora é...?

Hum, talvez nossa viagem ao Rio de Janeiro?

Afinal, decisões impulsivas não são ideais,

essa viagem pode ajudar a acalmar nossas mentes...

Mal posso esperar!

Ops! Meu caderno está parecendo um diário qualquer,

mas só por hoje, "sem pensamentos suicidas". Ufa!

Diane Fiore

21 de setembro de 2013, 3:00 AM.

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