CAPÍTULO TRINTA E UM: A primeira noite.

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LUNNA JOHNSON

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LUNNA JOHNSON

_ Vamos embora, a festa já acabou.- Christian segura na mão da esposa.

_ Nossa casa fica longe daqui.- Amanda.

_ Meu apartamento não. Vamos para lá.

A idéia de ter o melhor sexo da minha vida com a vista do central park é bem tentadora.

Christian concorda com a cabeça e Amanda também assente.

Pego a minha bolsinha de mão do chão, quando levantei foi o tempo exato dos dois passarem por mim. Amanda agarrou a minha mão no mesmo momento, garantindo que eu os seguisse.

O lindo loiro abre a porta e saímos do banheiro, pegando a direção da saída. No meio do caminho muitas pessoas nos param, tentando puxar assunto. Fomos secos, dando respostas curtas e saindo de perto assim que deu.

Consigo imaginar os comentários que vão surgir no escritório. As más línguas não paravam quietas quando eram só boatos, imagina agora que vão ter certeza. Mas eu não me importo, que falem o que acharem melhor. Já neguei a mim mesma esse momento por tempo demais, chega!

Adentramos o carro luxuoso deles. Amanda foi na frente com o marido e eu fiquei no banco de trás, olhando a paisagem. Toda hora eles me encaravam com fervor e todas as vezes eu tinha que pressionar uma coxa contra a outra, tentando aliviar a formigação que estou sentindo.

Deixamos o carro na garagem e subimos pelo elevador. Quando chegamos, deixei eles confortáveis na sala de estar e fui até a adega, retornando com três taça e a garrafa do vinho tinto mais caro que eu tenho. Volto para a sala de estar e coloco uma música de batida sensual para tocar na Alexa.

_ O seu favorito.- Me dirijo para Amanda, mostrando a garrafa.

_ Oba.- Fica de pé.

Servi o líquido nas taças e entrego a eles, voltando para pegar a minha. Me debruço sobre a enorme parede de vidro que tem na minha sala, admirando a vista do parque mais famoso da cidade que está sob os meus pés.

Sinto os seios de Amanda contra as minhas costas, o rosto dela bem acima da divisão entre meu ombro e pescoço.

_ A vista do seu apartamento é linda.- Elogia.

_ Eu sei, sou apaixonada por ele.- Tomo um gole da bebida.- Já perdi a conta de quantas vezes fiquei aqui, tomando algo e imaginando esse momento. Agora que finalmente vai acontecer, não sei como agir.

Sinto a mão suave descer do meu ombro até a minha palma, deixando em chamas a pele que tocou nesse processo. Ela tira a taça da minha mão e se afasta um pouco, fazendo com que o meu corpo reclame pela falta do calor do seu.

Sinto uma mão na minha cintura, dessa vez a de Christian. Ele me vira delicadamente, fazendo com que as minhas costas bata no meu vidro e fique de frente para ele, posição mais do que perfeita para que seus olhos capturem os meus.

Nossa AdvogadaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora