CAPÍTULO TRINTA E QUATRO:uma noite inesquecível.

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AMANDA RIVEIRA

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AMANDA RIVEIRA

_ Mais vinho?- Meu marido me ofereceu, estendendo a garrafa na minha direção.

_ Está tentando me embebedar, senhor Rivera?- Tomo o restante do líquido, mantendo o seu olhar preso ao meu.

Christian me encara como se eu fosse sua presa, incapaz de esconder os pensamentos pecaminosos que tomam conta da cabeça dele. O céu de seus olhos não está claro, mas sim de um azul escuro e denso, feito a noite de hoje, com o desejo extremamente nítido.

Coloco a taça de volta à mesa, descendo meus olhos descaradamente para os seus lábios. A vontade tão gigantesca de o beijar me tomou, me fazendo suspirar de tamanha expectativa.

_ Eu acho que ele quer outra coisa.- Lunna comenta com um sorriso.

Tiro o meu olhar dele e volto para ela. A luz do luar a deixa ainda mais bela, realçando seu cabelo escuro e olhos cor de mel. Sério mesmo que as duas pessoas que amo precisam possuir os olhos mais lindos do universo?

_ Não só ele.- Desço meus olhos pelo seu decote e sinto minha mão formigar com a vontade de apertar seus lindos seios.

Céus, eles me enlouquecem.

Um fato interessante sobre mim: o vinho costuma me deixar ousada e com um tesão sem medidas. Algo tão descomunal, que seria capaz de transar com eles aqui, em um local público, mas que foi fechado apenas para nós três. Em frente ao lago, debaixo da lua e fazendo com que as estrelas sejam testemunhas.

Não me parece uma ideia ruim... muito pelo contrário.

Volto a encarar o meu marido e no momento que suas íris encontraram a minha, ele soube exatamente o que se passa na minha cabeça.

_ Não pense demais, apenas faça.- Ordena.

Fico de joelhos, bem na frente dele. Tomo a garrafa de sua mão, apoiando na mesa. Passo minhas unhas pela sua nuca, fazendo com que tomem o rumo de seu pescoço, depois desço minhas mãos até a barra de sua blusa e a rasgo com brutalidade, doida para me livrar das roupas dele.

Minhas mãos exploram seu peitoral por um tempo, deixando ele arranhado e vermelho. Quando me dou por contente, lhe dou um impulso para que se deite sobre a manta e assim ele faz, ficando à minha mercê.

Viro o meu rosto na direção de Lunna, direcionando o olhar mais safado que consigo, vendo o exato momento que ela respira profundo, totalmente impactada. Pego a garrafa de cima da mesa e derramo o seu líquido pelo peitoral do meu marido, coloco de volta na mesa e só assim deixo de encarar ela.

Os olhos de Christian estão vidrados no meu, ele está ansioso para saber o que vou fazer.

Ainda o encarando, vou passando minha língua por todo o pedaço de pele dele que está exposto. O gosto do álcool predomina na minha região bucal, enquanto tomo todo o líquido que está na minha taça particular.
Passo a língua pela lateral do seu pescoço, deixando alguns chupões na pele. Mordo o lóbulo da sua orelha, puxando com a ponta dos dentes.

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