Lunna é uma mulher bem resolvida em todos os aspectos, principalmente sexual. Embora seja extremamente livre, se vê presa pelos fantasmas do passado.
Sua mãe morreu quando ainda era criança, o pai não chegou a conhecer. Foi criada pela tia que a tr...
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LUNNA JOHNSON
Sinto um peso leve na minha cintura, um corpo atrás do meu. Braços carinhosos me envolvem em um abraço, uma respiração leve bate na minha nuca, denunciando que Amanda ainda está dormindo. Antes mesmo de abrir os olhos, sorrio.
Nosso desejo só foi saciado quando o sol estava nascendo. Em nossa defesa, já era de madrugada quando viemos para o meu apartamento. Terminamos com uma doce e rapida foda no banheiro, depois disso nos jogamos na minha cama, os três nus e pegamos no sono. Estávamos exaustos, mas saciados e com um sorriso sem tamanho.
Levanto minhas pálpebras, obrigando a mim mesma encarar o breu que está no meu quarto. As persianas estão fechadas e elas são tão perfeitas que não entra claridade nenhuma, me deixando sem ter a menor noção de que horas são agora.
Minha barriga doeu um pouco, denunciando a fome que estou sentindo. Tomando todo cuidado para não acordar Amanda, tiro a mão dela da minha cintura e vou saindo de fininho da cama. Corro para o banheiro, esvazio a minha bexiga e escovo os dentes. Pego um roupão de seda branca, o meu carregador e vou para a sala de estar.
Quando vejo o ambiente, o sorriso se torna ainda maior. Doces lembranças de cada metro quadrado dessa sala, vivi bons momentos aqui ontem a noite.
_ Foco, Lua.- Falo comigo mesma.
Pego minha bolsinha de mão, tirei o celular de dentro dela e coloco para carregar. Graças a Deus ele não quebrou, ontem nem pensei quando o joguei no chão. Quando a tela liga e vejo a hora, tomo um susto ao perceber que já são quatro horas da tarde.
Céus, dormimos demais! Ainda bem que hoje é sábado.
Abro o contato do meu restaurante favorito aqui perto. Sei que eles amam massas, então sou prática e peço um prato de fettuccine a carbonara para cada, junto com uma garrafa de refrigerante. Nós três amamos massas.
Abro o contato da Lu, vendo que haviam um milhão de mensagens da minha amiga questionando como havia sido a minha noite. Por ultimo ela perguntou se eu havia sido sequestrada, porque não estava respondendo a porra do celular. Palavras dela.
A C O N T E C E U
Em letras garrafais e uma letra por linha, eu mando mensagem para a minha amiga. Não levou mais do que dois segundos para que ela visse a notificação e me respondesse com uma ligação por vídeo.
_ Oie.- Atendo.
_ Olha só meninos, a cara de quem transou bastante.
Mostra o celular para os maridos, que como os bons fofoqueiros que são, olham no mesmo momento.
_ Christian e Amanda?- Domenick.
Concordo com a cabeça, levemente envergonhada. Os quatros, principalmente Luísa, soltaram xingamentos e gritos de comemoração. Uma reação levemente exagerada, mas não direi nada.