🔥♠ A Aposta ♠🔥
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Capitulo 26
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Claire Markov
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Estou enjoada, muito enjoada, já coloquei tudo que tinha e o que não tinha
para fora e mesmo assim esse mal-estar não passa. Estou deitada na
cama, encolhida, balanço meu corpo de um lado para outro para ver se
melhora, mas nada. A minha barriga começou a aparecer, bem discreta ainda,
porém já se percebe o pequeno volume. Não faço a mínima ideia de quantos
meses estou, Aleksei não me deixa ir ao médico, se passaram duas semanas
desde que descobrimos a gravidez e há alguns dias que me sinto muito mal,
não somente o enjoo, mas também fraqueza e dor de cabeça. Nunca pensei
que uma gravidez causasse tamanho incômodo, não assim.
Talvez esteja sentindo tudo isso por conta do estresse, Aleksei é um homem
difícil de lidar, ele é inflexível em suas decisões e isso me deixa louca. Tenho
medo, não suportarei perder minha filha, sinto que é uma menina, não paro
de pensar nisso, posso estar enganada, mas tenho quase certeza que é. Não o
perdoarei se ele tirar a vida dela, se o fizer irei junto, não poderei viver com o
homem que foi capaz de tamanha crueldade, mesmo que tenha algum
sentimento por ele.
Isso é outro tormento em minha vida, luto com todas as forças para não sentir
qualquer coisa por esse infeliz, mas nos últimos tempos, ele tem se mostrado
amoroso e até carinhoso. Não nego que quando estamos na cama sinto prazer,
até demais, quando não estou sentindo enjoos, sinto desejo sexual, fico louca,
meu corpo quer sexo o tempo todo, não consigo controlar, basta ele chegar
perto de mim que já me derreto toda. Eu sei que isso é desprezível, me culpo
por constatar que não tenho controle sobre meu corpo, no entanto, sou a
perfeita submissa de seus desejos e faço tudo que quer na cama e fora dela
também.
Contorço-me, Deus! O que essa criança tem? Levanto da cama e vou ao
banheiro, me agacho no vaso e vomito o que não tenho mais, somente suco
estomacal. Minha boca amarga, sento no chão e me encolho, acho que não
aguentarei mais, minhas pernas estão bambas, não consigo me manter de pé.
Acho que estou sendo castigada por deixar que o monstro do pai dela me
toque, é isso, o bebê sente, ela sabe o que lhe acontecerá. Lágrimas escorrem
pelo meu rosto, não posso, não aguentarei viver esse tormento até o final da
gravidez.
— Claire.
Ouço a voz dele me chamando, não faço nada, continuo na mesma posição,
estou sem ânimo, provavelmente ele veio para transar, apesar de gostar
quando ele vem, hoje não estou bem para tal coisa e espero que ele
compreenda. Em poucos minutos ele me encontra sentada no chão do toalete.
— Está fazendo o que sentada aí? — perguntou ríspido.
— Não me sinto bem.
— O que você tem?
— Estou enjoada, fraca, sem fome e desanimada por causa dessa gravidez —
falei irritada.
— Vem cá, você precisa comer.
— Não estou com fome.
— Não discute Claire, se sentirá melhor quando comer, não tomou o café da
manhã.
Aleksei me ajudou a levantar-se e me amparou, ele me conduziu até mesa que
já estava posta para o almoço, torci a cara só de sentir o cheiro da comida. De
qualquer maneira sentei a mesa, um empregado nos serviu, eu só olhava para
a comida.
— Coma, precisa colocar alguma coisa no estômago.
— Preciso de um médico.
— Não é para tanto Claire, isso são enjoos normais da gravidez, mas para que
você não fique preocupada, amanhã uma parteira irá te ajudar com tudo que
precisar.
— Por que não um médico? Não há médicos na Rússia?
— Tem sim, minha querida, no entanto, nenhum chegará perto de você.
— Por que não?
— Caralho! Estou tentando ser paciente com você, mas me questiona em
minhas decisões, já falei que não e ponto final, se falar mais alguma coisa
sobre isso, esquecerei que está grávida.
— Não quero comer, posso me retirar? — falei com birra.
— Se não começar a comer agora, eu mesmo vou te retirar da mesa a base da
porrada.
Fiquei quieta e peguei o garfo com raiva, meu queixo tremia, ele é horrível e
o odeio, não posso sentir nada por ele, nem desejo.
Levei a primeira garfada à boca e iniciei a refeição, depois de mais algumas
vezes me senti melhor, acho que ele tinha razão afinal, ficar com estômago
vazio contribuiu para o mal-estar. Ao final da refeição ele perguntou
— Sente-se melhor?
— Um pouco.
— Ficará cem por cento depois de transar — falou com malícia.
Meu corpo arrepiou-se todo, apesar de sentir minha vagina latejar de tesão,
não quero me deitar com ele, acabei de afirmar que o odeio e não farei o que
quer. Decidi inventar a desculpa mais velha do mundo para se livrar do sexo.
— Não me sinto totalmente bem ainda, estou com dor de cabeça.
Aleksei apenas me observava, ele retirou um charuto do bolso, acendeu e
começou a fumar liberando a fumaça praticamente no meu rosto, resolvi
protestar.
— Por favor, gostaria que não fumasse na minha presença, isso é prejudicial
para o bebê.
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Ele levantou-se, engoli em seco e fiquei apreensiva, acho que fui longe
demais. Ele aproximou-se bem do meu rosto e inalou o charuto soltando a
fumaça toda no meu rosto, meus olhos arderam e me senti sufocada, tentei
segurar a tosse, mas não consegui.
— Está ótima para me desafiar, por tanto, pronta para ser fodida.
Com isso, ele apagou o charuto no meu prato e em seguida me suspendeu no
colo, me fazendo entrelaçar as penas em sua cintura. Sua boca tomou a minha
em um beijo cheio de tesão, sua língua me invadia e seu gosto era
maravilhoso. Ele, com urgência, me fez sentar sobre o topo da mesa, suspirei
fundo entre seus braços, Droga! A tensão sexual era muito grande, não tem
como ser indiferente. Eu conseguia sentir o aroma do sexo vindo dele, era
delicioso seu cheiro de macho e me deixava embriagada.
Ele afastou algumas louças que com isso caíram no chão, Deus! Ele vai me
comer sobre a mesa de refeições. Eu não queria admitir, mas isso era muito
excitante. Em pouco tempo não vestíamos mais as roupas, seu comprimento
avantajado era difícil de ignorar. Meu corpo estava fervendo, uma verdadeira
erupção de fogo e paixão.
Aleksei deslizou sua boca por toda extensão do meu corpo quente e chegou
até minha boceta lisinha, eu abri as pernas o mais que pude, meu apetite
sexual em sentir sua língua era incomparável, queria senti-lo e levantei o
quadril o convidando a se perder entrar as minhas dobras. Entendendo meu
anseio, ele enterrou sua língua em mim movendo-a rápido em meu clitóris,
era tão gostoso, enfiei os dedos em seus cabelos e os puxei, tamanho era meu
deleite, aquela língua me deixava completamente louca.
Ele segurou em minhas coxas e se deleitou do meu sugo deslizante, ele
lambia toda extensão da fenda, do clitóris até a entrada molhada. Melhor do
que sua língua só seu pênis gigante. Eu soltava gemidos altos de prazer, meu
corpo tremia com aquele contato, estava perdida, não aguentarei mais, vou
gozar.
Vorazmente, sua língua invadiu meu interior deslizando como manteiga
quente, eu apertei as penas em torno de sua cabeça, o aperto era
reconfortante. Joguei a cabeça para trás enquanto era fodida com a língua.
— Ahhhhhh! — gemi alto.
Aleksei me fez abrir as penas novamente, sua língua era um fusível e o calor
era suficiente para me acender, eu estava queimando, pegando fogo.
— Vou gozar — falei desesperada.
Ele intensificou ainda mais, agora ele girava sua língua em meu clitóris em
movimentos rápidos e com os dedos me invadia, não consegui segurar mais,
meu líquido orgástico foi esguichado com potência máxima, gritei e me
contorci tamanho foi meu prazer. Aleksei então deixou a minha boceta e me
virou de costas, enfiou seu pau enorme na minha abertura da vagina que
ainda se contraia pelo orgasmo recém-obtido.
— Isso princesinha, pega esse pau e engole com essa boceta molhada e
gostosa.
Ele empurrou seu pênis profundamente até suas bolas baterem em minhas
almofadas da bunda, apertei os olhos e mordi o lábio inferior enquanto ele me
estocava. Seus movimentos eram frenéticos e o som do seu osso pélvico
contra minha bunda ecoava no ambiente, podia sentir todo seu comprimento
contra meu canal vaginal, sentia prazer e ardência, mas era bom demais. A
carne grossa entrava e saía sem parar, podia ouvir seus gemidos, eu gosto de
ouvi-lo gemer, somente nesse momento sei que o deixo alucinado.
— Gostosa do caralho, você me deixa louco, porra.
Ele debruçou-se sobre mim e agarrou meus cabelos, ainda me fodendo sem
parar, encostou sua boca em meu ouvido e sussurrou.
— Você é uma menina má, uma garotinha muito levada, como se sente em
me ter dentro de você.
— Quente — grunhi com os dentes cerrados.
— Você gosta?
— Sim!!!
— O que você quer mais?
— Que me foda até me matar.
Atendendo ao meu pedido louco, ele levantou e continuou as investidas,
apesar de já está acostumada com seu tamanho avantajado, minha boceta
ainda se mostra apertada de encontro ao músculo rochoso, proporcionando
assim mais prazer para ele. A velocidade de seus quadris aumentou, a força
de seus golpes estimulava o clitóris, mas uma vez iria ter um orgasmo, já
posso sentir as ondas do prazer se formando. O som molhado dos nossos
corpos, nossos grunhidos e sussurros enchia o cômodo e era um estímulo para
o ato final do coito. Não podia mais segurar gritei seu nome quando meus
músculos se contraíram e meu clitóris liberou a carga de prazer em ondas
pelo meu corpo.
— Aleksei... — falei choramingando de prazer.
— Toma a minha porra.
Senti sua secreção cremosa contra a minha bunda, ele ejaculou fora e se
derramou em minhas nádegas. Eu adorava me sentir suja de seu esperma, o
cheiro característico invadia minhas narinas me deixando extasiada. Minha
vagina piscava como um vagalume, eu ainda sentia os últimos espasmos de
prazer.
Quando finalmente parei de gozar, levantei-me, ele me olhou ainda com
olhos famintos, ele não conseguia ficar só com uma, em poucos minutos
estará pronto para mais uma.
— Vamos para a banheira.
Não resisti, seguimos para o banheiro e ele ligou os jatos potentes para
encher a banheira, jogou sabão e bolhas perfumadas se formaram. Enquanto a
banheira enchia, ele me abraçou e me beijou, passou sua língua em minhas
bochechas e massageou meus seios com as mãos.
— Seus seios estão maiores, eu gosto disso.
Ele abocanhou um deles e os sugou com vigor, circulando o bico com a
língua até deixá-lo sensível.
A banheira encheu, ele me pagou no colo e adentramos juntos na água quente
e perfumada, afundei nas bolhas e comecei a sorrir, ele também riu e tirou a
espuma do meu rosto, parei de rir e o olhei séria, Deus! Ele é ainda mais
lindo quando sorrir, nunca o tinha visto sorrir, mas naquele momento, eu
podia ver seus dentes perfeitos em um sorriso radiante. Sem pensar, levei as
mãos em seu rosto e o acariciei, ele parou de sorrir e fechou os olhos. Meu
coração palpitou loucamente, não posso sentir isso, não por ele. Mas ao sentir
seus lábios nos meus, todo temor sumiu, estava arrebatada, apaixonada,
entregue completamente. Amamo-nos mais e mais na banheira, até nossos
corpos estarem saciados e exaustos. Ele me deixou na cama e saiu, relaxada,
eu dormi profundamente.
No dia seguinte voltamos para a mansão, uma senhora, que aparentava ter por
volta de sessenta anos, foi apresentada a mim como sendo a parteira, ela era
americana o que foi ótimo, pois apesar de estar morando na Rússia há meses,
não sei falar nada do idioma. Aleksei também me surpreendeu com um
celular, que claro é rastreado por ele, porém, não me importei, só pelo fato de
ter algum equipamento eletrônico, com o qual poderia navegar na internet, já
me faz sentir um pouquinho independente. A primeira coisa que pesquisei foi
sobre como saber o sexo do bebê. Apareceram varias simpatias que poderiam
ser feitas, cogitei em fazer algumas, o fato de ficar sem saber estava me
deixando muito angustiada.
À noite, no jantar, Aleksei me questionou sobre isso.
— Vi o que você pesquisou na internet.
— Eu preciso saber, Aleksei.
— Para quê?
Pensei sobre isso, o que poderia fazer se caso realmente soubesse o sexo do
bebê. Não saberia dizer, talvez fugir. Claro que não podia dizer isso a ele,
então apenas desconversei.
— Só para saber e já me acostumar com seu destino.
Aleksei me olhou com seus olhos astutos, com certeza não acreditou em nada
do que eu disse, isso se confirmou com sua próxima fala.
— Você acha que me engana, Claire? É óbvio que não desistirá da criança.
— Então, me deixa ficar com ela ou até aceito se você a der para alguém criá-
la.
— Duas coisas, Claire: Um filho meu jamais será criado por outros, prefiro
que esteja morto e minha decisão já está tomada, a Bratva não aceita que o
primogênito seja menina, portanto, não podemos ficar com ela. Depois que o
nosso filho homem nascer, você pode ter outros e todos podem ser meninas,
vou até gostar se vierem lindas assim como você, com lindos olhos verdes.
Baixei minha cabeça com o coração apertado, a tristeza estampada em meu
rosto, tudo isso por causa dessa maldita máfia. O ouvi suspirar fundo e falar.
— Não fica assim, para que se martirizar tanto? Tenho certeza que carrega
um menino.
O olhei com lágrimas nos olhos e perguntei com a voz cheia de emoção.
— Deixará ao menos vê-la?
— Não, será melhor assim, se a parteira te entregar uma criança é porque é
menino, do contrário...
Não era necessário mais palavras, não teria nem a chance de conhecer a
pequena, aquilo era cruel demais.
Enxuguei as lágrimas, uma ideia começou a se formar em minha cabeça, não
desistirei da minha filha e a parteira irá me ajudar
Boa noite a todosss, estou de volta para terminar essa história maravilhosa, espero que vocês votem e comentem muito para ajudar no engajamento da história 😍
E para que eu tenha forças, para continuar
E também saber oque vocês estão a achar
Bjsss, até segunda feira😍
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A Aposta🔞
TerrorQual Atitude você tomaria Se fosse vendida ao Maior lider do trafico da história?
