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"Tapa do dia: Tem que ser muito imbecil para destruir. A única pessoa que se atreveu a amar o seu desastre."
H e i t o r
Ronan: Deixa essa porra pra lá. Tu tá assim por causa dela que eu sei, Ela não vai dar ouvido pra isso não Heitor..
Heitor: Ronan.- eu olhei no olho dele sem paciência nenhuma já.- Eu não vou pagar de uma coisa que eu não sou. Nem vou deixar cair na minhas costas uma coisa que eu não fiz. Isso não é só sobre ela, é sobre mim tá maluco ?.- eu abri os braços.- Isso não tinha que ter acontecido porra! Já vou ter um b.o nas costas pra segurar com ela quando ela voltar aí essa infeliz me arruma ainda isso ? Vai tomar no cú.- eu esmurrei a porta e ele me puxou pra trás
Ronan: ME ESCUTA PORRA.- segurei no meu braço
Heitor: SOLTA.- eu tirei a mão dele do meu peito e olhei no seu olho.- Não tem porque tu tá me segurando, vai me impedir de entrar na minha própria casa agora ?.- eu ri frustado levantando a mão
Ronan: Claro que não! Tô só falando pra você marcar um 10. Tu tá muito nervoso, não quero que tu faça algo que tu vá se arrepender depois..
Heitor: Bora Ronan, porra! Não quero me estressar contigo também não..- eu bati no braço dele que finalmente saiu da minha frente mais eu ouvi seus passos vindo atrás de mim. De qualquer forma era bom ele tá ali! Não queria da uma de maluca ? Ainda ia ter direito a plateia.
Eu abri a porta da sala e na mesma hora vi ela dar um pulo de susto. Tava saindo da cozinha, com alguma coisa na mão. Uma roupa que aparentava ser de academia, mas eu nem perdi meu tempo olhando para aquela porra. Podia ter toda beleza do mundo, perdeu qualquer brilho que um dia já teve pra mim depois de hoje.
Mariana: Tava esperando mesmo você chegar, a academia tá fechada, tentei achar a chave no seu quarto mas não encontrei.- eu passei a mão no rosto rindo sem acreditar. Quem essa piranha pensa que é pra tá mexendo nas minhas coisas... Eu tava contando até três, lembrando que era era mulher, e meu peito subia e descia numa respiração acelerada.
Eu fui me aproximando dela que riu, com uma cara de quem não valia nada. Combinava direitinho com ela. Eu fui andando até ela bater o corpo contra a parede. Quando ela ia colocar a mão no meu pescoço eu segurei no braço dela fazendo ela encarar ali.
O semblante animado mudou na mesma hora. O brilho da safada foi desaparecendo aos poucos. Ela sabia que tinha feito merda. Dava pra vê no olho dela.
Mariana: Heitor que isso, tá me machucando..- ela tentou rir sem muito sucesso e eu continuei segurando sem tirar o olho da filha da puta.