Heitor: tô orgulhoso de tu..- eu passei a mão no rosto cansado dela que abriu aquele sorriso largo pra mim.- Ele é lindo, total a mistura de vocês dois.- encarei o bebê cabeludo no colo dela
Analu: Ele também parece comigo tio.- a ciumenta falou eufórica e a gente riu.
Henrique: Obrigada pelo elogio cunhadinho.- o otário bateu nas minhas costas me fazendo olhar feio pra ele
Heitor: Vou nem te dar confiança hoje porque pelo menos filho bonito a gente viu que tu sabe fazer.- dei o dedo do meio pra ele e peguei a sacola que eu tinha deixado na mesa.- Aqui, presente pro meu afilhado.- eu entreguei na mão do Henrique que já foi que nem um animal tirando a caixinha da sacola enquanto a Alina brigava com ele.- Trouxe um pra você também.- entreguei pra Analu que pulou no meu colo agradecendo e eu sentei ajudando ela abrir enquanto via o Henrique encarar a pulseirinha de ouro com o nome do filho e ele engoliu a saliva piscando devagar. Tava emotivo o garoto.- Chora não cara, pô feião
Maria Luísa: para de ser implicante Lindo.- ela chutou fraco minha perna me fazendo puxar a mesma pela cintura.
Henrique: Vai se ferrar vai Heitor.- ele falou sério e por v riu se aproximando e me deu um abraço me fazendo eu me soltar da branquela por alguns segundos.- Obrigada vacilão
Heitor: Tem do que agradecer não.. Cuidando des eu já te agradeço muito..- ele assentiu balançando a cabeça e se afastou indo babar a mulher. Era bonito ver os dois. Os olhos brilhavam e o sorriso não saia do rosto. Dava pra ver o quanto eles estavam felizes e realizados e isso era algo que trazia paz pro meu coração. Eu sabia que ela tava feliz, tava assistida, a Analu no meio dos dois sendo paparicada o tempo inteiro, eu sabia que ele era a pessoa que faria tudo por ela. Nada pagava isso.
Alina: Pega ele pelo menos um pouco antes de você ir Heitor..- a chata continuou me enchendo o saco
Heitor: Acabou de parir e tá enchendo o saco dos outros, da mama aí vai..- eu apontei pra ela que riu.- Já falei que não gosto
Henrique: Não gosta ou não sabe? Tu é um homem ou um rato?.- o bobo da corte falou e eu revirei os olhos. Crente crente ele
Heitor: Agora não, mas relaxa que daqui a pouco eu levo pra andar de moto comigo e tu não vai ver mais esse garoto.- eu me aproximei encarando o Theo.
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Ficamos ali mais algum tempo fazendo companhia para os dois e as horas passaram voando. Já ia dar 01:00 da manhã e eu tinha que ir embora, cheio de parada pra resolver e o Ronan me esperando lá com o Paiva. Já deviam tá puto comigo.