Oii gente, hoje vamos ter vídeo, mas o Wattpad não está colaborando muito, então se não conseguirem ver o vídeo, o nome da música é Fire Meet Gasoline da Sia. Por favor não deixem de ouvir e ver a tradução pois diz muito sobre o capítulo. Beijos duplos.
By: Fernanda e Ayssa
OBS: Capítulo para maiores de 18 anos.
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Nem imaginava que Alice cantava, e como canta bem! Essa mulher me surpreende a cada instante, só falta ela começar a fazer strip tease.... Se bem que não seria uma má idéia...
- Ela canta muito! - comentou Iago, com tom de surpresa na voz.
Não consigo tirar os olhos do movimento que a sua boca faz, o jeito que ela ajeita a roupa. Que vontade de arrancar essa roupa, e tomar essa boca para mim! Merda! Meu pau tá duro!
- Palmas! - gritou o mesmo velho que havia anunciado a subida dela ao palco.
Imaginei várias maneiras de come-la, não sinto nada além de desejo, uma vontade de mostrar à ela quem ganha esse jogo tomou conta de mim. Todos aplaudiram de pé, esse povo daqui não devem estar acostumados com mulher bonita, ainda mais mulher bonita que faz movimentos com a boca...digo, mulher bonita que canta.
- Vou pedir desculpas à Alice - avisei Lia, assim que Alice acabou de cantar.
Percebi que Iago havia ido ao banheiro, então achei melhor esperar ele voltar, pode ser perigoso deixar Lia sozinha.
- Vai logo Matheus! - a garota me repreendeu - Ela tá muito chateada com você. Iago já deve estar vindo - essa menina percebe tudo. Sorri e sai correndo.
Alice saiu do bar, e estava próximo ao carro quando consegui alcançá-la.
- Espera! - pedi, e ela parou de andar, mas continuou de costas.
Preciso tê-la, nem que para isso eu precise me ajoelhar e pedir perdão, não sinto nenhum remorso por beija-la, afinal, ela quis jogar.
- Matheus, não somos crianças, eu não quero ficar discutindo por qualquer besteira, será que você pode facilitar as coisas?
- Bem que você poderia ser mais acessível - falei suspirando em seu pescoço, vi como ela estremeceu, então fui além. Mordi sua orelha.
Ela está deixando, não cedeu totalmente, entretando, também não recuou. Encostei meu amigo, que já estava bastante alegre, em sua bunda.
- MA... - a coitada não conseguia nem falar.
- Eu sei que se eu olhar em seus olhos agora, eles estarão cheios de desejo é luxúria. Como você mesmo disse, não somos mais crianças.
Ela virou e me beijou com ferocidade, agarrei sua cintura de forma possessiva, abri a porta traseira do carro e a empurrei ficando por cima. Tratei de beija-la logo e sem parar, com objetivo de impedi-la de raciocinar direito, para que não tenha tempo de se arrepender.
Ela veio para cima, sentou no meu colo, tentando parecer dominante. Tirei sua blusa fina e comecei a beijar seu pescoço alternando entre leves e fortes mordidas. Senti sua pele arrepiada, e tirei sua camiseta preta, apertando seus seios rosados fortemente. Ela abria e fechava os olhos várias e várias vezes, enquanto minha mão esquerda segurava um de seus seios e a minha direita ia em direção à sua bunda, apertando-a.
- Você não vai conseguir me domar, admita logo que essa noite você me pertence - falei.
- Não seja possessivo, vamos queimar juntos. O fogo encontrará a gasolina! - Alice sussurrou ofegante, arranhando meu peitoral. Essa mulher me deixa louco!
Inverti novamente a posição, ficando por cima. Comecei a esfregar meu membro em seu sexo com movimentos frenéticos. Abri o zíper da calça, me livrando dela em seguida. Liberei meu pau pulsante, ancioso para penetra-la.
Alice olhava desejosa para meu amigão. Mordeu os lábios inferiores, e logo em seguida tirei sua calça junto com a calcinha vermelha minúscula. Calcinha provovante, será que ela pretendia transar comigo? Definitivamente essa mulher quer me matar! Peguei em sua intimidade para comprovar o que já sabia. Ela estava tão excitada quanto eu.
- Tão pronta pra mim! - sussurrei em seu ouvido.
Coloquei meu membro em sua entrada completamente encharcada a preenchendo duro e forte. Enrolei seus cabelos em minha mão esquerda os puxando para trás, enquanto aumentava o ritmo das estocadas. A advogada gemia loucamente e falava coisas desconexas. Senti seu corpo se contorcendo e seus olhos reviraram, já sabia que ela estava quase para gozar, sendo assim parei dentro dela. Ela se contorcia pretendendo alcançar seu clímax
- Matheus, por favor! - choramingava.
Era tão excitante ouvi-la implorando por mim. Torturaria mais um pouco, entretanto, eu necessitava dela. Acelerei ainda mais o ritmo. Alice chegou ao clímax, e minutos depois foi a minha vez. Desfaleci em cima do corpo quente da minha perdedora favorita. Ela sorriu para mim com satisfação.
- Eu disse, na cama... ou melhor, no carro ninguém me ganha. Você implorou por mim! Ganhei! Nem foi tão difícil - falei sorrindo.
- O que?- questionou incrédula - Sai de cima de mim agora, seu imbecil!
Alice começou a me dar socos no braço, até eu sair de cima dela. Vestiu-se rapidamente e sentou no banco da frente, em silêncio. Coloquei minha calça, e quando ia vestir a blusa Lia e Iago abrem a porta do carro.
Não entendi, primeiro ela brinca de me provocar, depois ela me beija, em seguida nós fodemos loucamente, e agora ela surta só porque ganhei o jogo. Que mulher estressada, está com sorte por eu ter sido até delicado, e ter feito o favor de tira-la do atraso.
- Vejo que você fez muito mais do que pedir desculpas - falou Iago só para eu ouvir.
O casal entrou no carro, eu apenas sai pela outra porta traseira, e voltei para o bar.
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Defesa Quase Perfeita
Romance"- Sou advogada, não tô sendo paga para manter sua segurança, muito menos para servir de babá- disse, batendo meu pé impacientemente. - Babá? Não sou criança. Quem está agindo com birra é você.... mas se você quiser me dar banho... - retrucou Math...
