Helena é uma jovem forte que trabalha em um orfanato. Quando uma das crianças - a que ela mais ama - fica doente e precisa fazer um tratamento no hospital, ela conhece Will. Um médico bonito e divertido, que acaba por encantar as duas.
#714 em roman...
Como eu passei o meu dia hoje? Bom, eu nem ao menos sei. Tudo o que eu fiz que eu percebi foi ficar olhando o relógio a cada cinco infelizes minutos. O resto foi no automático. Eu não me lembro sequer do que eu comi no almoço, se é que eu comi.
A grande questão é que a minha ansiedade para a chegada da noite era enorme. Eu não consegui prestar atenção em nada hoje, e eu espero que quando eu chegar no hospital na segunda eu encontre o Robbie vivo.
Eu sei, eu sei. Isso parece horrível, mas eu nem prestei atenção no garoto hoje e espero na ter cometido nenhum erro.
Consegui sair do trabalho um pouco mais cedo, mas não sem ser atrasado por uns dez ou quinze minutos pela Sarah.
Ela não saiu do meu pé hoje, o que me deixou um pouco nervoso, mas não tanto já que estava muito desligado. Na verdade, eu não ouvia quase nada do que ela me dizia. A única coisa que povoou a minha mente durante o dia foi: Helena.
Não pude me concentrar em nada que não fosse esse belo nome, que, cá entre nós, eu adoro dizer.
Quando cheguei em casa fui direto para o banho. Lavei o cabelo, fiz a barba e tudo mais o que eu pudi. Saí do banheiro com a toalha enrolada no corpo e fui procurar uma roupa.
Vesti-me com a roupa que eu mais gostei e penteei meu cabelo.
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- Acho que ficou bom. - disse para mim mesmo, quando terminei de me arrumar.
Eu poderia ter pedido ajuda à minha mãe para isso, mas... Não. Ela... não daria certo, e é melhor assim. Eu ainda não contei para ela que estou apaixonado. Ela vai surtar quando eu contar, mas enquanto eu não sei se o sentimento é recíproco por parte da Helena, prefiro guardá-lo para mim.
Peguei minha carteira, celular, as chaves do carro e saí, trancando a casa. Entrei no carro e dirigi relativamente rápido até a casa da Helena.
No momento estou parado na frente do prédio dela. Marquei com ela para sete e meia e... bem, são sete e trita e quatro.
Não é como se isso pudesse ser levado em consideração como um atraso. Mas quando eu peguei o celular para mandar uma mensagem avisando que estou aqui e vacilei.
Pego o celular e digito a mensagem. Rapidamente ela surge na portaria do prédio e... Uau! Ela está incrivelmente linda, maravilhosa!
Entramos no carro depois de uma breve conversa e o silêncio reina.
Posso dizer que estou um pouco nervoso. Quero que ela goste do lugar onde vou levá-la.
- Para onde vamos? - quebra o silêncio.
- É uma surpresa. - olho para ela rapidamente.
- Eu não gosto de surpresas.
- Você vai gostar, eu tenho certeza.
- Espero que sim. - sorri.
O caminho continua em uma conversa bastante agradável.
Alguns minutos depois, paro o carro no estacionamento do restaurante e saio para abrir a porta para a linda ruiva.
Dou a volta no carro e abro a porta para ela, que me agradece. Seguro em sua macia mão e a guio até a entrada do local. Ela dica um pouco tensa com meu toque, então sorrio para ela, tentando fazer com ela se sinta melhor. Ela retribui o sorrio e percebo que isso realmente ajudou.
Entramos no restaurante. Peço uma mesa para dois e logo somos guiados até ela pelo recepcionista. Puxo a cadeira para ela, que se senta.
- Obrigada. - sorri lindamente.
Sento-me de frente para ela e observo seu lindo rosto. Ela sorri para mim, quando nossos olhos se encontram e algo dentro de mim se ilumina.
Oi, gente!
Maisumcapítulo!
XOXOXOXO
Atélogo!
Quempuder, dáumapassadanomeunovolivro: A forçadomeucoração.