''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
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-Precisavamos fazer com que vocês ficassem seguras, então nos tivemos que fazer com que vocês ficassem noivas dos filhos de um dos nossos amigos da gang._Diz meu pai sério.
Ao dizer isso fico chocada e logo sinto algo pesado sendo levado ao chão. Quando olho para o lado era Cecí desmaiada, claro, logo ela que nunca ia se casar. Rapidamente todos foram para cima dela acudí-la.
-Meu bem acorda por favor._Diz tio Beto com ela nos braços.
Logo chega marina, nossa empregada, com um pote de álcool na mão.
-Acorda minha filha, vamos._Diz tio Beto fazendo ela cheirar o álcool.
Aos poucos ela foi abrindo os olhos e logo disse.
-Nossa pai, tive um pesadelo, o pior da minha vida, vocês nem acreditam, sonhei que ia me casar. _Disse gargalhando alto.
-Filha sinto muito dizer mas não foi sonho._Diz tio Beto preocupado com ela.
Mas,mas,pa..._Não termina de dizer e sai, rumo a porta.
-Me desculpem por isso, vamos conversar com ela. _Diz tia Dulce se despedindo de nós.
-Filha e você o que achou dessa loucura?._Pergunta meu pai.
-Bom papai, o senhor sabe que nehuma menina quer um casamento arranjado quando nem sabemos quem são esses caras, mas por um lado eu entendo que estão fazendo isso pela nossa segurança, e sei que vocês não nos entregaria para qualquer pessoa._Digo.
-Eu nunca faria isso minha filha se não fosse o certo a ser feito, e eu te amo demais nunca te entregaria para qualquer homem._Diz ele vindo me abraçar.
-Espero que a Cecí ententa, ela nunca pensou em se casar._Digo pensando nela.
-Vai demorar minha filha, Cecí nunca gostou dessas coisas de relacionamentos pois ela mesma disse que não sabe lidar. _Diz minha mãe rindo.
(...)
Beto Narrando
Minha filha abre aqui, me deixa entrar. _Digo batendo na porta de seu quarto, porém, não obtenho respostas.
-Boa noite filha, espero que me entenda, nunca faria isso se não fosse a coisa certa, quero que saiba que eu te amo demais._Digo e saio, não quero sufocá-la com tudo isso.
(...)
Edgar Narrando
-Sentem-se meninos, agora vamos falar sobre algo muito importante._Falo sério.
-Pai não é mais uma daquelas reuniões chatas não né?._Diz Henry reclamando.
-Não meu filho, Fique quieto para que eu fale._Digo me levantando.
-Então, o que é pai?._Diz Miguel curioso.
-Vocês lembram que quando vocês tinham por volta dos quinze anos, eu disse que vocês tem uma prometida?._Pergunto.
-Na verdade sim, mas o que tem?._Disse Henry.
-É que vocês vão se casar daqui a mais ou menos cinco meses._Digo e Miguel cai da cadeira em que estava e Henry o ajuda.
-O QUE??._Miguel grita.
-Eu não vou me casar não pai, ta louco?._Completa Henry.
-Sim vocês vão!, e não adianta passar por cima da minha autoridade._Digo autoritário.
-E com quem?._Pergunta Miguel.
-Em breve você saberam._Ao dizer isso saio do escritório deixando os meninos com cara de "taxo". Só consigo rir da situação.
(...)
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-Henry, eu não posso me casar, e a Lívia?._Digo passando a mão nos cabelos.
-Olha meu irmão, a única coisa que sei é que estamos fodidos._Ao dizer isso sentamos no chão e começamos a beber para esquecer a desgraça que iria ser dalí pra frente.
-Você acha melhor falar logo com a Lívia?._Pergunto.
-Eu tenho cara de quem sabe resolver seus problemas idiota? ._Disse ele rindo da minha cara.
-Vai se ferrar animal, você na mesma merda que eu ta.
-Infelizmente meu irmão, infelizmente. Mas não vou deixar ela pisar em mim, anota aí, vou me divertir com essa tal garota, tu vai ver._Diz ele convincente.
-Farei a mesma coisa. Quem serão nossas prometidas?._Pergunto.
-Deve ser alguma doida oferecida, só pode._Rimos e já estávamos bêbados.