''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
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Antes dele sair, puxei sua mão e ficamos nos olhando por alguns segundos.
-E se... _Fiquei mordendo meu lábio, pensando em que eu exatamente iria falar.
Ele levantou meu queixo fazendo com que eu o olhasse.
-Continua. _Deu um sorriso doce.
-E se eu não estiver...grávida?. _Falo com vergonha. Ele não disse nada sobre isso mas aposto que ele quer.
-Nem pensei isso meu amor, e se não estiver, a gente tenta de novo. _Sorri passando seu polegar em minha bochecha.
-E... será que podemos ir outro dia? Estou cansada. _Digo olhando-o com ternura para que ele caia em meu papo. Não estou a fim de ir ao médico.
-Não meu amor, precisamos ir agora. _Disse.
Já sei como fazê-lo mudar de ideia. Passo minha mão por dentro da camisa dele, alisando seu peitoral. Vou de encontro a sua boca e a beijo. Minhas mãos vão ao seu cabelo puxando. Ele logo entende o recado e começa a passar suas mãos em meu corpo.
-Ainda quer ir, meu amor? ._ O provoco, é claro que ele não vai depois dessa.
-Acho que podemos ir amanhã sim. _Ri enquanto dizia.
(...)
Alguns dias se passaram e eu vim enrolando Henri para que não fôssemos a consulta juntos. Se eu realmente estiver grávida, irei fazer uma surpresa a ele, pois descobri que ele é louco para ser pai. Tenho certeza que ele seria um pai bom e presente, Henri não é como Miguel, ele tem mais amor no coração e eu sinto isso.
-Cecília Dieckmann Martinelli. _A doutora chamou-me, segurei firme minha bolsa e entrei no consultório.
-Sente-se por favor. _Disse sorrindo e assim fiz.
-Então, está retornando aqui para saber o resultado de seu exame não é mesmo?. _Disse enquanto procurava algo em uma pasta com muitas folhas.
-Cecília,Cecília,Cecíl... Oh,achei. _Disse retirando uma folha de sua pasta.
Ela estava sorrindo e lendo o papel, por um segundo me senti feliz também, até ela desmanchar o sorriso e apertar os olhos enquanto lia o papel. Acho que tem algo errado e isso me assustou.
-E então doutora. _Disse para que ela desse continuidade a conversa.
-Ah... _Percebi que ela estava procurando as palavras.
-Não foi dessa vez não é?. _Digo cabisbaixa.
-Olha dona Cecília, a senhora estava apenas com uma intoxicação alimentar, mas não é com isso que estou procupada.
-Tem mais alguma coisa doutora?. _Pergunto preocupada.