''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
Estou a caminho de uma "reunião" nada pacífica de alguns gangsters da máfia mexicana, eles estão enrolando uma grana alta da encomenda que fizeram comigo, estou indo cobrar não mais o dinheiro, e sim a vida dos cretinos.
-Chegamos pai._Disse Henry descendo do carro.
(...)
Estamos dentro de uma casa velha para fazer essa ''reunião'', e logo na sala já estava cheio de capangas do chefe da máfia mexicana, o Gianico, poha sinceramente, quem se chama Gianico? Parece mais Gerino, as larvinhas do sapo, sei lá né, tem gosto pra tudo nessa vida.
-Então, a que devo o ''prazer'' de sua visita aqui senhor Dieckaman?._Diz ele irônico.
Enquanto isso estavam cinco capangas armados com suas vestes pretas e com longos sobretudos.
-Cobrança, meu caro. Sobre a encomenda em que você fez, Alvarez._Digo sarcástico.
-Ora, Ora Dieckaman, podemos negociar?._Diz ele tirando algo do bolso.
Acho que não dessa vez Alvarez.
-Antes de completar meus pensamentos eu atiro em sua cabeça com minha 38 e Henry atira nos capangas juntamente com Miguel.
-Não dessa vez Alvarez..._Digo pisando em cima do crápula rindo de sua cara.
-Vamos, já terminamos aqui._Digo.
Quando íamos saindo ouço um pedido de ajuda ecoar pelo ambiente.
-Estou ouvindo coisas? Acho que tem alguém aqui. -Digo parando.
-Então eu também estou ouvindo coisas, pois escutei também._Diz Henry.
Decidimos vasculhar a casa. E como não era grande, no porão da casa encontramos uma menina que aparentava ter uns quinze anos, e estava acorrentada e toda rasgada e suas vestes sujas de sangue.
-Me ajuda porfavor!._Diz ela chorando.
-O que vamos fazer pai?._Diz Miguel.
Fiz um sinal com a mão para que ficassem quietos.
-Quem é você menina?._Pergunto encarando a mesma.
-Me chamo Ana. Ana Werneck._Diz com dificuldade.
-Porque estava aqui?._Pergunta Miguel.
-Meus pais tinham uma dívida com uns caras, como meu pai não conseguiu pagar, uma certa noite uns cinco deles entraram em minha casa e mataram eles. E me levaram para uma casa grande cheia de homens, fui obrigada a trabalhar, e diversas vezes fui torturada.
Disse entre lágrimas.
-Por favor, me ajuda, posso ser empregada ou até mesmo ir para um lar adotivo, mas não me deixa aqui, porfavor._Implorou por ajuda.
Penso um pouco analisando sua face e concordo.
-Ok, você vem conosco, irá morar em minha casa, sou gangster também, porém não torturo inocentes, não se preocupe._Ao dizer isso, dei meu melhor sorriso a ela.
Eu não tenho essa índole, não faço o mal a quem não deve nada a mim e não está em meu caminho com más intenções.
Depois que os meninos soltaram ela, a mesma pulou em meus braços agradecendo.
-Denada, agora vamos antes que eu mude de ideia._Diz Henry, ele com certeza não puxou nada a mim.
-Henry!._Chamo a atenção dele e Ana ri disfarçadamente.
(...)
Ao chegar em casa, pedi para que nossa gorvenanta mostrasse tudo a garota, ela ficou meio tímida mas logo fez amizade com Miguel e a própria governanta, Aurora.
Fui para meu quarto descançar, e logo Amanda entra fazendo barulho.
-Meu bem, temos que conversar._Diz ela sentada na beira da cama.
-O que aconteceu?._Pergunto sonolento.
-Eu não te contei, mas eu tenho uma sobrinha que vai fazer um curso aqui, e preciso que ela fique aqui por um tempo._Ao dizer isso pensei, pronto, agora aqui vai virar uma creche. Oh poha
-Não vai dizer nada querido?._Diz ela me observando, parada no canto.
-Ah...Claro. E quantos anos ela tem?._Pergunto.
-Tem dezessete, como ela é de menor preciso que ela fique aqui algum tempo. Tudo bem pra você né querido?._Diz me beijando e eu não pude recusar.
-Tudo bem, quando ela vem?._Pergunto.
-Daqui a algumas semanas._Diz e sorri.
-Ah já ia me esquecer. Eu trouxe uma menina hoje cedo, ela está aí, seu nome é Ana._Digo me deitando de volta.
-O QUE? Assim d o nada? Aqui não é creche Edgar. -Diz ela surtando. Tive vontade de retrucar umas boas pra ela, mas fingi estar já dormindo e ela saiu do quarto batendo pé e bufando.
(...)
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