''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
A chuva forte, o carro parado no meio do nada, Cecília encarando suas mãos em silêncio e eu observando-a.
-Acho que você me deve uma explicação sobre sua saída com o marginal. _Falo deixando escapar toda minha frieza.
Ela para de mexer em seus dedos e por fração de segundos ela lança dúvida em seu olhar sobre mim.
-Eu não entendo. _Dizia enquanto balançava a cabeça negativamente, como se reprovasse a tudo o que eu dizia.
-Você nunca entende nada Cecília. Mas o que é dessa vez?. _Pergunto enquanto viro meu corpo de um jeito confortável em que eu pudesse repará-la melhor.
-Não entendo o porque de me prender desse jeito. EU NÃO SOU SEU ANIMAL DE ESTIMAÇÃO POXA! _Gritava deixando algumas lágrimas cair. Logo se vira para a janela, bloqueando nossos olhares. -Não sou uma boneca Henri.
-Claro, até porque você tem sentimentos. _Falei sério.
-Talvez. Os mesmos que você destruiu. _Disse com a voz embargada.
Fiquei fitando aquele pequeno corpo a minha frente, todo encolhido no banco. Estávamos molhados ainda e ela já estava espirrando.
Comecei a tirar minha blusa e ela ficou me olhando assustada.
-Acho melhor você se livrar de suas roupas se não quiser adoecer. _Digo sem me importar muito, enquanto tirava minha calça moletom.
-Não, eu estou b... _Antes dela completar o diálogo, espirrou dua vezes.
-Tira logo essas roupas teimosa. _Falo enquanto pulo em cima da mesma arrancando sua blusa.
-SAI HENRI. _Se esperneava e me dava tapas enquanto eu estava em cima dela.
-Consegui tirar a parte de cima. _Digo suspirando cançado. -Agora se livra do resto.
Assim ela fez, pois não tinha escolha, ou ela tirava ou eu arrancava.
Tentamos dormir mas percebi que ela estava tremendo de frio.
Fui para o banco de trás que era mais espaçoso e então a chamei.
-Cecí. _Chamei e ela se virou para mim.
-Deita aqui, vou te esquentar. _Falei e ela virou a cara negando.
Sem avisar eu a puxei e ela levou um susto.
A abracei e deitei sua cabeça em meu peito. Ela relutou mas quando sentiu o calor ficou quieta.
Passei uma de minhas mãos em suas costas enquanto a outra afagava seus cabelos.
Senti seu corpo arrepiado ao meu toque, e eu gostei de ver ela daquele jeito, levei novamente minha mão por seu corpo pequeno e quente.
Ela levantou seu olhar para mim e ficou me fitando, logo me beijou, fiquei surpreso por sua ação. Aproveitei seu beijo o máximo que pude.
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A virei, me deixando em cima. Ela arranhava meu abdômen enquanto nos beijáva-mos. Retirei seu conjunto de lingerie e fiquei fitando seu corpo, tão pequeno e frágil, mas dentro desse mesmo corpo carregava uma mulher forte, de caráter e fibra. A mesma que me faz sentir culpado por todas as minhas tolices praticadas contra ela. Essa mulher é minha guerra mais travada e ao mesmo tempo, a essência da paz em que meu coração de pedra precisa.
No carro só se ouvia o barulho da tempestade juntamente com nossas vozes embargadas de prazer.
-Me perdoa Cecí. _Falo enquanto estocava nela, olhando em seus olhos.
Ela nada disse, apenas continuou sob meu corpo, delirando sob o efeito do prazer.
Nossos corpos cai cansados e a abraço para podermos dormir.