Parei o carro em frente a mansão dos Dieckmann.Nem reparei e já estava tocando a campainha. Logo Aurora atendeu a porta e pediu para que eu aguardasse Ana na sala, e foi o que eu fiz. Fiquei de pé em frente a imensa janela, que dava a vista para o jardim. Quando menos espero, sinto alguém pegar em meu ombro, quando me viro vejo Miguel me olhando de cima abaixo. Logo se pronuncia.
-Oi._Diz seco.
-Olá. _Dou um sorriso, pois sou a pessoa mais educada da face da terra. Mentira
-Ta fazendo o que aqui?._Pergunta com as mãos no bolso.
-Vim resolver algumas coisas do casamento de Cecí e Henri._Digo e Ana logo aparece me chamando.
-Tchau Miguel._Falo e antes de sair ele me puxa pra um abraço.
-Foi bom te rever._Diz seco após sairmos do abraço.
Eu apenas dou um sorriso e saio.Quando estávamos dentro do carro, Aurora e Ana perguntam.
-O que foi aquilo?._Diz Ana sorrindo.
-Ah, nada demais, nos conhecemos quando criança._Digo sem tirar a atenção da estrada.
-Sério? Uau, e vocês se gostam?._Pergunta Aurora curiosa e eu gargalho.
-Ah como amigo sim, mas como algo a mais, não._Digo e ela se cala.
(...)
Logo acertamos tudo com a decoradora, a Cecí iria fazer sua festa de casamento no quintal da mansão dos Dieckmann, achei super fino e chique o espaço.
Deixei as meninas em casa e já avisei que no dia seguinte iríamos provar os vestidos de madrinha e pedi para que Cristina e Amanda não soubessem, não quero jogando macumba no casamento da minha fuinha.
Cristina narrando
-Amanda EU QUERO O HENRI. Ele não pode se casar com aquela vadia._Digo com muita raiva.
-Calma minha sobrinha, devemos agir com cautela, não podemos ser descobertas._Diz ela calma
-O que eu devo fazer?._Pergunto.
-Deve seduzí-lo até o dia do casamento, e se puder, depois também. Tente engravidar, então ele iria ter que assumir você._Ao dizer eu penso e hoje a noite irei por o plano em ação.
(...)
Esperei dar duas da madrugada para ter a certeza de que todos estariam dormindo. Coloquei uma camisola de vestidinho curto e fui rumo ao seu quarto. Não bati na porta, dei até sorte que não estava trancada. Lá estava ele deitado de bermuda e sem camisa.
Caminhei em passos lentos até sua cama e me sentei ao seu lado. Primeiro passei a mão em seu peitoral descoberto e dei uma fungada em seu pescoço. Ele logo acordou atordoado.
-Oque? Oque está fazendo aqui Cristina?._Diz se levantando.
-Quero você amorzinho._Digo indo ao seu encontro. Tento caminhar com cautela e seduzi-lo para ganhar sua atenção.
-Dá pra sair porfavor? Quero dormir._Diz abrindo a porta do quarto com uma carranca.
Pensei, pensei e logo tive uma ideia.
-Tá me dispensando porque não dá conta, tem medo de se apaixonar?._Digo o provocando.
Se tinha uma coisa que Henri odiava era ser diminuído ou desprezado.
-Não abra tua boca para falar assim comigo, você é só mais uma vadia._Diz e vem pra cima de mim me agarrando.
Bingo.
Ele era astuto, não esperou mais nenhum segundo e pegou a maldita camisinha. Até tentei enrolar ele mas não deu. Vai ter que ficar pra próxima, porém consegui um pouco do que eu queria.
(...)
-Cristina pode sair daqui AGORA._Diz com raiva e me expulsa do quarto logo depois da nossa transa.
Fico batendo em sua porta insistindo para entrar em seu quarto mas o mesmo me ignora.
-Parece que hoje não deu né Cristina._Miguel faz cara de deboche e ri da minha cara.
-Vai se ferrar. -Digo ainda com raiva.
-Ser despensada dói né._Encarei ele e fui para meu quarto em passos firmes.
E eu vou conseguir. O Henri vai ser meu. Só meu, serei dona de tudo o que está no nome dele.
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Mrs.Dieckmann
Aksi''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto. Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
