''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
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Recebí a visita dos pais de Cecí agora pouco, e eles querim saber da filha que não liga a uma semana, Henri atendeu o celular e disse que ela estava se divertindo em Paris, preciso nem dizer que não acreditei, mas meus tios confiam no Henri e acreditaram.
Mudando de assunto, estou com vontade de tomar sorvete, vou alí no mercado comprar logo um pote e algumas besteiras.
Saí de casa e fui para o mercado mais próximo aqui de casa que levava uns nove minutos de carro.
Cheguei e já fui logo atrás do sorvete.
-Nossa mas nem tem de abacaxi com acerola e mel._Falo para mim mesma.
-Oi queridinha!._Fala a víbora toda sínica, a ''namorada'' do Miguel, Lívia.
-Ah, oi Patrícia, como é que vai?._Sorrio irritando-a.
-É Lívia querida. _Fala a vaca dando ênfase em ''querida''.
-Ahh, tanto faz Cíntia, é tudo a mesma coisa. _Falo saindo de perto e ela puxa meu braço.
-Olha aqui minha filha, sou Lívia Dieckmann, namorada do Miguel. _Fala transparecendo raiva dos olhos.
Me solto dela e logo rebato...
-Engraçado Valentina, você que é a ''namorada'' mas sou eu com quem ele vai se casar, você não passa de um mero brinquedinho para ele!._Falo dando um sorriso sínico.
-Aceita que doi menos ''querida''._Saio de lá desfilando para não deixar ela pisar em mim.
(...)
Chego em casa sem o sorvete e sem a paciência. Sem contar que semana que vem tenho que arrumar as coisas do casamento. ô vida, pra que meu tataravô Luig foi ser amigo desse tal ''Mussolin"". Se não fosse essas treta toda meu pai e Tio Edgar não precisariam fazer acordo nenhum, e eu essa hora estava na itália metendo o louco com Cecí.
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Faz exatamente uma semana em que Henri me deixou trancada sem água e sem comida. Mal sabe ele que a bolsa em que eu iria levar pro lago estava com alguns alimentos e acabei a esquecendo no quarto. Mas a fome estava tanta que a comida acabou em três dias, agora estou aqui jogada na cama, fraca e não cosigo nem falar.
Levanto para pedir ajuda ou gritar para que alguém venha, minhas pernas falham e caio no chão, antes de meus olhos se fecharem escuto a porta sendo aberta, então desmaio.
Observador Narrando
Henri decidiu tirar Cecília do castigo ,porém quando chegou em seu quarto, encontou a moça desmaiada no chão, pálida e quando se aproximou ela estava gelada.
Ele a pegou no colo e a colocou na cama, seu rosto estava com a aparência fria, não demonstrava se quer preocupação, apenas deixou a moça na cama e pediu para que uma das empregadas a dessem banho e alimento.
Depois de um banho gelado Cecília acordou atordoada e se conseguir andar por sua fraqueza, a empregada a deu de comer e a deixou descansar.
Depois de muitas horas Henri entra no quarto despercebido por Cecília que estava com os olhos fechados.
Ele chega próximo a ela com o intuito de zombar da moça, mas ao observá-la ele percebe que uma lágrima solitária caiu de sua face.
Sua afeição logo mudou para preocupação, afinal, ele nunca a viu chorar, ela sempre se mostrava uma mulher forte, mas naquele momento ele sabia que ela estava destruída por dentro.
Ele saiu do quarto e sentou do lado de fora, em frente a porta. Passou as mãos no cabelo dourado e bagunçado e sussurou algo como ''machuquei minha melhor amiga?''.