''Número para as contas; Palavra para as damas; A mão para os amigos e as balas para os inimigos... '' Poder,dinheiro, arrogância e mulheres é o que define os Dieckmann's, por enquanto.
Quando um contrato é feito para a junção de gangs que formar...
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Miguel não me tirou da balada, ELE ME ARRASTOU! Esse idiota me fez passar um micão.
-ENTRA NO CARRO DROGA!._Gritava comigo enquanto a chuva caia sobre nossas cabeças.
-NÃO GRITA COMIGO DESGRAMA!. _Falo cruzando os braços e recebo um olhar medonho e assustador. Então entrei sem mais contestar.
Fiquei calada no carro e a todo momento ele ia batendo a mão no volante.
-Você se comportou como uma vadia. _Disse olhando para a estrada.
Eu não acreditei quando ele havia dito aquilo, será que ele não percebe que a verdadeira vadia está estourando todos os cartões dele?
-Talvez se você fosse alguém presente eu não precisaria fazer isso. _Sussuro.
-O QUE? _Gritou.
Putz.
Fingi estar dormindo para não haver desavenças.
(...)
Quando acordei estava em meu quarto, talvez Miguel teve compaixão e me trouxe. Vejo ele saindo do banheiro e decidi logo o avisar de suas responsabilidades.
-Miguel. _O chamo e ele me olha sem nenhuma reação.
-Hoje tem consulta do nosso filho, você vai? _Ele parou, pensou... Pensou. Se virou de costas e...
-Estarei oculpado. Tenho certeza que sua amiga iria com você. _Disse por fim e termina de se arrumar.
Pensei em contestar, berrar, gritar, dar um tapa em sua cara, mas de que adiantaria?, ele não muda, nunca muda.
-Cadê aquele Miguel em que me apaixonei quando éramos crianças? ._Deixei escapar e ele me olhou com cara de surpresa. Saí do quarto antes que ele protestase.
Sentei na sala e fiquei analisando minha barriga de quatro meses, bem redondinha e com pouco volume.
-Não se preocupe meu amor. A minha vida é um lixo mas vou fazer de tudo para a sua ser o mais normal possível. _Digo enquanto aliso aquele bolinho.
-O papai gosta de você meu amor, ele só é tapado demais para perceber isso. _Digo fitando a bolinha -Eu não queria dizer isso não, mas ele tem distúrbios bebê, todo bipolar e se acha o garanhão. _Falo rindo -Coitado dele bebê, não sabe o que é amor de verdade. _Digo por fim e vou me arrumar para minha consulta.
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Desci as escadas a procura da Alícia, quando me deparo com ela toda esparramada no sofá falando com nosso filho.
-Coitado dele bebê, não sabe o que é amor de verdade _Disse com um olhar triste e então saiu da sala.
Naquele momento algo dentro de mim estava se transformando. Esses muros que coloquei em meu coração tem que ser derrubados. Alícia aos poucos consegue fazer isso.
Saio de meus devaneios e vou para a empresa.
Chegando lá aviso minha secretária que não quero visitas e ela assenti. Fico fitando o notbook quando a porta de minha sala é escancarada revelando minha secretária eufórica segurando Lívia.
-Desculpa senhor, esse cabrito saiu correndo. _Dizia minha secretária enquanto olhava feio para Lívia.
-Tudo bem Lêda, pode ir. _Digo e ela sai.
Olho feio para Lívia.
-O que quer? ._Falo olhando-a feio.
-Eu quero você amor. _Fala e pula em cima de mim, tentando me beijar.
De repente me sobe um nojo dela, não entendi nada, só segurei suas mãos para que não me agarrase.
-O que quer Lívia?. _Grito mostrando fúria.
-Amor eu quero dinheiro. _Disse se esfregando em mim.
-Quanto você quer?. _Falo para resolver logo o problema e ela sumir.
-Ah, só sete mil. _Fala enquanto fita suas unhas vermelhas.
-Pega._Assino um cheque e a entrego.
-Obrigada amor, já vou. _Joga um beijo no ar e Sai.
Assim que ela ia passando pelos ombrais da porta, meu irmão ia entrando, ele a encarou feio e ela fingiu não reparar, então saiu.
-Que merda você viu nessa mulher Miguel?. _Disse meu irmão entrando em minha sala.
-Não enche Henri. _Bufo raivoso.
-Ela tá tirando todo o seu dinheiro, sua anta. Da logo um pé nela, sei que tu não "ama" mais ela. _ Disse enquanto cruzava os braços.
-Tenho nojo dela, vou mandar ela sumir assim que eu a ver novamente. _Digo sério.