Dedicado a KlaineMills e a Celi que me ajudaram muito nesse capítulo ❤❤❤❤
- Acho melhor você ir pra sua casa. - Saiu do colo dele, tentando recuperar a razão.
Pois se fosse pelos sentimentos, iria agarra-lo ali mesmo.
- Eu não quero ir. Quero você Ana, quero transar com você. - Ouvir aquelas palavras dele, estava desestruturando totalmente aquela mulher.
- Eu não sou de ferro. - Seu olhar percorreu o corpo do rapaz.
- Então não seja. - E piscou para ela que sorriu, sentindo-se vencida por ele.
- Hum... O que você sabe sobre sexo? - Levou a mão a coxa de Christian, que engoliu em seco.
- O trivial! Aquilo que me ensinaram nas aulas de biologia. - Respondeu olhando para a mão dela. - Mas não vou mentir, já assisti filme pornô e afins.
- Claro que assistiu, é o que garotos da sua idade costumam fazer. Mas então você ainda é virgem? - Sua mão subiu pela coxa do rapaz, até chegar ao seu membro.
- Er... Sei que é vergonhoso dizer isso, mas sou sim. - Quando sentiu a mão da morena apertando seu membro, gemeu baixinho.
- Não é vergonhoso! Pelo contrário, acho até bonitinho. - E sorriu novamente. - Estou com vontade de te levar há um certo lugar. - Fez um pequeno vai e vem no membro dele.
- Que lugar? - Fechou os olhos, focando no que ela estava fazendo com as mãos.
- Em um motel, mas não sei se devemos. - Hesitou, parando com as carícias e tirando a mão dele.
- Anastásia, para de pensar no que é certo, errado, ou no que os outros vão pensar. Vamos viver o presente, o agora. - Praticamente suplicou olhando-a nos olhos.
- Christian... - Coçou a cabeça pensativa. - Está bem, vou pegar minha bolsa. - Levantou-se e foi até seu quarto, enquanto o rapaz abria um lindo sorriso.
Alguns minutos depois, Anastásia apareceu já trocada e ambos foram no carro dele até o motel mais próximo.
- Sabe o que estive pensando? Que tal irmos por etapas? - A morena perguntou roçando sua perna no meio das coxas de Grey, enquanto ele dirigia.
- Ana, está querendo que eu bata o carro? Estou duro feito pedra e você ainda fica me provocando! - Acabou arrancando uma risada dela.
- Desculpa Chris. - Tirou a perna.
- Mas de que etapas está falando? - Questionou curioso.
- De preliminares. Você sabe pouco sobre sexo. Acho que seria interessante que eu te ensinasse tudo aos pouquinhos, até chegarmos a transar pra valer. Topa? - Levou a mão a boca depois de falar tudo aquilo, pois nem ela estava acreditando que estava falando de forma tão desinibida com seu aluno.
- Se eu conseguir me controlar, topo! Aliás, com você eu toparia qualquer coisa.
- É muito bom ouvir isso, Chris.
- Percebeu que o que você propôs tem tudo a ver conosco?
- Como assim? - Franziu o cenho confusa.
- Você quer que eu seja seu aluno e você, minha professora.
[...]
Depois de meia hora, eles chegaram no motel e foram direto para a recepção, onde Christian alugou o melhor quarto que tinha por lá.
- Primeira vez na vida que frequento um motel. - Suas bochechas coraram ao entrar naquele quarto.
- Só fui uma vez em um, com meu ex-marido. - Dakota lembrou passando a chave na porta e olhando ao seu redor.
- Você foi casada por quantos anos?
- Poucos. Mas não viemos aqui pra falar disso, certo? - Foi até ele e envolveu as mãos em seu pescoço. - Vou te preparar para sua primeira vez.
- E quando será minha primeira vez, professora? - Roçou seus lábios nos dela. - Será hoje?
- Ainda não, mas será muito em breve. - Mordeu o lábio inferior dele. - Primeiro, você tem que se acostumar com a nudez. Já viu uma mulher nua? Ou já ficou nú para alguma? - Afastou-se.
- Sei como é uma mulher nua e já vi uma vizinha se trocando certa vez. Eu tinha catorze anos na época. - Contou sentando-se na cama. - Mas nunca fiquei pelado na frente de ninguém, nem da minha mãe adotiva.
- Então vamos lá. - Tirou sua blusa, ficando apenas de sutiã e saia, se sentindo satisfeita ao ver o garoto lhe olhando com desejo. - Gosta do que vê? - Provocou-o.
- Muito! E vou gostar ainda mais conforme você for retirando peça por peça. - Disse malicioso.
- Uma coisa de cada vez. - Aproximou-se dele ficando de pé em sua frente. - Tire a camiseta.
- Okay professora. - E tirou sua camisa.
- Você tem um belo abdomên Christian. Faz algum exercício físico?
- Corridas. - Deu risada.
- Que foi? - Acabou sorrindo também.
- Você está mesmo se comportando como uma professora. E isso está me excitando muito, tanto que estou duro de novo.
- Essa é a intenção. - Sentou-se de lado no colo dele. - Realmente você está duro, estou sentindo seu pau me cutucando. - E lhe deu um beijo.
Enquanto a língua de Ana travava uma bela batalha contra a de Chris, ele deslizou as mãos pelas costas dela, morrendo de vontade de remover aquele sutiã para que pudesse conhecer os seios dela.
- Faz tanto tempo que não fico assim com um homem. - Ela sussurrou, afundando sua cabeça no pescoço dele e lhe dando chupões.
As mãos de Grey deslizaram pela cintura dela, até finalizarem o beijo por falta de ar. Ana saiu do colo dele e ficando de pé, retirou sua saia, ficando enfim apenas de calcinha e sutiã.
- Anastásia, estou doido para foder você. - Falou sem tirar os olhos dela. - Seu corpo é lindo. Nunca vi mulher mais bela.
- O seu também. - Deu a volta na cama e deitou-se nela, ficando de barriga para cima. - Vem. - O chamou.
Christian não se fez de rogado e foi para cima dela, beijando-a porém, não colocando todo seu peso sob ela. Depois de beijar o pescoço dela, levou sua mão ao seio direito da morena apertando-o e arrancando um gemido da mesma.
Então, Anastásia inverteu as posições ficando por cima dele.
- Alguém já fez um oral em você? - Beijou o queixo dele.
- Er... Não. - Respondeu vendo-a sentar sobre ele e desabotoar o botão e zíper de sua calça jeans. - Você vai fazer um oral em mim?
- Sim, vou te chupar. - A morena respondeu puxando a calça dele e deixando-o apenas de cueca. - Depois vou te ensinar a me chupar também.
- Vai ser muito bom. - Ansioso, Christian sentiu seu coração disparar.
Depois de retirar a cueca dele e deixa-lo completamente nu, Anastásia ficou observando cada pedaço do corpo dele.
- Abra um pouco as pernas. - Pediu e ele assim o fez.
Então, a professora abocanhou metade do membro dele, de uma vez só. Christian gemeu alto e arqueou as costas.
- Ana...
Anastásia tirou sua boca do membro dele e deu atenção a cabecinha, começando a passar sua língua por ela enquanto o olhava.
- Quero que me olhe. - Pediu e ele assim o fez.
- Não para de chupar meu pau, por favor. - Pediu ele, enquanto ela continuava chupando-o, puxando as bolas do moreno para excita-lo ainda mais. Não demorou muito para que Christian chegasse ao orgasmo, urrando e sorrindo feliz.
Enquanto ele se recuperava do gozo, ela se deitava ao lado dele. - Agora é sua vez.
- Espero não te decepcionar. - Ofegante, ele foi tirando a calcinha dela.
- Você não vai. - Confiou nele, abrindo levemente as pernas. - Sabe o que fazer?
- Se for como no pornô que vi semana retrasada, acho que sim. - E respirou fundo.
Com sua cabeça entre as pernas dela, Christian deu um beijo na intimidade dela que sorriu. Em seguida, passou sua língua por ela, começando a sentir a textura da morena.
- Sua bucetinha está molhadinha. Isso é um bom sinal professora?
- Sim, mas não fique se gabando muito. Por acaso achou o clítoris? Se acha-lo, a coisa melhora ainda mais.
- Aqui? - Mordeu levemente o clítoris da morena, lhe arrancando um gemido. - É, acho que achei. - Sorriu, enquanto começava a chupa-la pra valer.
Sua língua se dedicava totalmente a morena, enquanto suas mãos passavam pela coxa dela, dando uns apertões. Anastásia fechou os olhos e segurou os lençóis com força.
Jamais imaginou que Christian fosse tão hábil com a língua.
Quando Ana deu por si, teve um orgasmo.
- Isso foi fantástico, você é muito bom nisso senhor Grey. - Falou ofegante.
- Receber um elogio da minha professora logo na minha primeira aula, me parece fantástico. - Brincou se levantando da cama para se limpar no banheiro.
- Acho que teremos menos aulas do que pensei. Em breve tirarei sua virgindade de vez. - Se enrolou no lençol. - Se eu soubesse que você era tão bom de cama, não teria enrolado tanto para ficar com você.
- Ta vendo? Perdemos o maior tempão por causa dos seus receios. - Saiu do banheiro completamente nu, foi até ela e lhe deu um selinho.
- Caramba, está muito tarde. - Ana arregalou os olhos ao olhar para o relógio de pulso dele. - Temos que ir!!
- Poxa... Pensei que fossemos dormir juntos. - Baixou a cabeça, fustrado.
- Você sabe que não podemos. Amanhã você tem que assistir aulas e eu tenho que dar aulas. - O lembrou, se levantando da cama e começando a se vestir.
- Tinha me esquecido. - Se levantou também. - Mas quando vamos nos ver de novo?
- Amanhã, esqueceu que tenho que te dar aula? - Começou a se vestir.
- Estou falando de nos vermos aqui pra continuarmos as aulas? - A agarrou por trás, beijando seu pescoço.
- Talvez amanhã a noite! Vai depender se a Kate vai poder ficar com o Theodore. - Virou-se para ele.
- Pois tomara que ela possa!
~*~
[...]
- Christian, onde você estava? - Grace perguntou preocupada assim que o filho chegou em casa. - Já passou da meia-noite! - Foi até ele.
- Eu... Eu... Estava com amigos. - Mentiu, desviando o olhar e indo em direção as escadas.
- Te liguei, sabia? Por quê não me atendeu?
- Meu celular descarregou, Grace.
- Hum... E não quer jantar?!
- Estou sem fome mãe, mas obrigado. - Falou e subiu as escadas correndo até seu quarto, onde entrou e fechou a porta. Foi até sua gaveta pegar o diário, sentou-se na cama e começou a escrever tudo o que sentia.
"Diário... Que noite maravilhosa que eu tive. Anastásia é a mulher mais maravilhosa do mundo. Fomos há um motel e ela me provocou, fizemos cada coisa juntos que jamais pensei fazer. E ela ficou orgulhosa de mim, vi que sentiu prazer comigo e foi tão bom. Ainda não transamos, propriamente dizendo. Ela está me preparando para o grande momento que espero que não demore muito, pois meus hormônios estão cada vez mais a flor da pele e não consigo pensar em mais nada a não ser na minha professora."
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Química
FanfictionChristian Grey é um rapaz de dezoito anos que está no último ano do colegial. Um jovem fechado e inexperiente nos assuntos do amor e ainda mais do sexo, já que ainda é virgem. Por conta de um grande trauma que sofreu na infância, seu psicólogo lhe...
