Mega: Milagre! Demorou menos de um mês!
Nyuuna: Cê num fala demais que aí a gente fica parada por meio ano!
Mega: ;-;
Nyuuna: Apenas sendo realista...
Mega: Vamos ler que essa discussão não vale nada!
------------------------------------------------------------------------
-- ... "Você se tornou uma filha do ar!". Aí então, a sereinha notou em si algo diferente; seu rosto possuía uma estranha pressão úmida. A sereinha viu que estava chorando pela primeira vez, não de melancolia, mas de alegria, como nunca imaginou antes. Rezam as lendas que até os dias de hoje, a sereinha observa o mar das estrelas, protegendo os que se arriscam por aquelas ondas.
O esqueleto com glitchs no corpo enfim deixou o livro de lado, dando um leve sorriso para a menininha que agora dormia suavemente em seu colo. Retirou a pequena do colo com cuidado, se certificando de não a acordar.
Boa noite, Lily.
Foi a última coisa que pensou antes de fechar a porta e se dirigir ao próprio quarto.
Já era tarde da noite, e nem sinal do ceifeiro que era seu marido. Os terremotos haviam deixado a agenda bem apertada, e isso não era lá muito saudável num casamento, ainda mais com uma segunda criança chegando em cerca de quatro meses. O de glitchs deitou na cama tocando de leve a bolha de magia que acolhia o pequeno, cheio de amor por sua criança por nascer. Seu pequeno Goth.
Era até estranho, parando para pensar; durante anos repelindo a morte, e agora a encarnação dela lhe permitiu ter uma família de novo.
E pensar que tudo começou com uma bizarra festa de Natal...
---(Flashback maroto)---
Todo mundo estava meio doido. Os que não estavam, estavam completamente.
O que era para ser uma festa de Natal, virou um caos. Não havia Sans ou Papyrus que estivesse 100% lúcido, e os que estavam mais ou menos não estavam mais lá. Provavelmente estavam tentando seguram as rédeas inexistência daquele mirtilo do capeta.
Por que se inventou de fazer uma merda dessas?
O único lado mais ou menos "bom" antes era o clássico, mas depois da revelação de Science não parava de questionar o multiverso... pro nada mesmo, já que Ink tinha saído pra cagar.
Como um esqueleto caga?
Mas a pior parte nem era os bebuns ao redor, mas sim o desgraçado que, em vez de encher a cara, resolveu ficar flertando a cada 33 segundos.
"Vici isi imi cimisi virdi sibri i sii firidi virmilhi"
Filho da puta...
Bem, não era como se o raciocínio do próprio estivesse lá essas coisas depois da gemada batizada.
-- EU TÔ VIVO! -- foi o berro que tirou o de glitchs dos devaneios (quase caindo pra trás no processo) para revelar o cientista que já não estava mais nos seus melhores naquela hora; o mesmo foi até o clássico com uma cara indescritível -- Brigado por me cobrir. Agora que sobrevivi posso dizer pessoalmente que o Edge é quente.
E foi-se depressa enquanto Sans ia atrás berrando desesperado e deixando o ex genocida pra trás.
"Você ama ter raiva de mim."
Eu ia amar uma faca na sua testa!
-- Heyy. -- pensando no diabo.... -- Olhe, às vezes eu penso se...
-- Fofa-fe!
Foi o que berrou antes de agarrar o de preto e dar um selo.
E o dito cujo?
Parecendo aqueles cachorros que vão atrás das bicicletas latindo e quando alcançam ficam sem saber o que fazer.
Mas aí se tocou e começaram a praticamente se engolir.
O negócio avançou rápido, mas não reclamava.
