❝Yandere-kun❞

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Meu coração batia forte. Eu percebi que Mark havia me seguido.

Ele pegou a faca da minha mão, deixando o sangue escorrer pela sua mão. Ele não parecia se importar. Mas Kokoro Moimoro ainda estava encolhida e chorando no chão.

Mark: - Não se preocupe, S/a-Chan... - Disse frio. Sua expressão tinha mudado. - Eu não me importo... - cravou a faca no pescoço da Moimoro.

Ela vomitou sangue até sua morte.

Mark: - Se cuida... - Disse ele dando um beijo na minha bochecha e saindo do andar me deixando sozinha com os corpos espalhados pelo chão.

(...)

Depois daquele incidente Mark-kun não falou mais comigo. Bem, só se passou uma aula. Ele não disse nada. Não demonstrou nada. Não se preocupou com nada. Não mudou nada. Continua o mesmo de sempre. Alegre e gentil com todos.

Antes de bater o sinal de saída, a professora disse que iríamos fazer um trabalho em grupo de três pessoas sobre a tecnologia avançada.

— Grupo 6: S/n, Mark Tuan e Jeon Jungkook.

Meu coração quase parou quando ela disse isso. Eu ainda não acreditava que eu iria fazer um trabalho com meu Senpai.

Depois da aula, na saída, Kokona me disse que iria sair para jantar com Namjoon. E eu fiquei sozinha. Eu estava quase indo embora quando senti o toque de Mark no meu ombro direito.

Mark: — Sobre hoje mais cedo... Não precisa ficar com medo S/a-chan... Eu... Nós criamos nossos próprios demônios. E muitas vezes, nós somos esses demônios. Eu não vou contar a ninguém. Nós somos amigos, lembra? - Ele olhava profundamente nos meus olhos. - Nos vemos amanhã, na casa de Jungkook para fazer o trabalho! - Acenou se distanciando.

Senpai: — Oi S/n!

Eu não sei o quanto eu corei de uma vez mas eu já devia estar como uma pimenta.

S/n: — O-ooi... Jungkook-Senpai...

Senpai: — Acho que Mark já lhe disse que vamos fazer o trabalho amanhã na minha casa, certo? Aqui está meu endereço. - Me entregou um papel. - Te vejo amanhã às 8 da noite depois da escola! - Disse sorrindo indo em direção a Osana que lhe esperava na porta da escola.

Eu fiquei imóvel. Até voltar ao meu normal e perceber que eu era a única no prédio da escola.

Corri pra casa para terminar meus deveres de casa e sonhar com meu Senpai. Eu também estava pensando muito sobre as palavras de Mark. Elas não me pareciam mentira... 

Ele perecia ser... Como eu.

Impossível.

My Senpai...Histórias para pegar e não largar. Descubra agora