1943: um soldado viaja para Nova Orleans para visitar seu pai doente. No entanto, o que era para ser uma visita à sua cidade para cuidar de seu pai, acaba apaixonando-se brutalmente pela filha do alfaiate da cidade.
1945: a guerra acabou e o soldado...
Era sábado à noite e eu estava pronto para ir dançar com Emma. Estava vestido com um terno preto e um chapéu branco, decidindo levar à serio o comentário dela, pensando que ao menos conseguiria arrancar umas boas risadas dela.
(Roupa Jack)
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Entrei em meu carro e fui para o Jones', restaurante que pertencia aos pais de Emma. Eu sentia pequenos calafrios ao pensar em conhecer o pai dela e não fazia ideia do por quê. Ao chegar no restaurante, já conseguia ouvir uma banda tocando jazz animadamente, podendo ser possível ver pela janela casais dançando na pista enquanto alguns garçons e garçonetes serviam as mesas de quem estava comendo e apreciando a boa música.
Desci de meu carro e entrei no estabelecimento reconhecendo a mãe de Emma de longe com uma saia ate a altura do joelho e uma bota de couro, com uma blusa de manga longa e um pequeno avental amarrado apenas na cintura.
— Jack! Você realmente veio. - ela me abraçou sorrindo e eu retribui afagando levemente suas costas.
— Não perderia Emma cantando por nada, e é bom que nos divertimos um pouco antes da viagem amanhã. - afastei-me aos poucos enquanto colocava as mãos no bolso da calça.
— Sim, ela está bastante animada em ir ao Rio Mississipi, principalmente para conhecer o soldado que ela não para de falar. - soltei um riso fraco e olhei Emma na pista dançando com um homem mais velho que ela, mas que carregava os mesmos traços.— Aquele é o pai de Emma, Augustus. Vai gostar de conhecê-lo.
Christine acabou saindo para voltar ao trabalho e eu andei devagar até Emma, observando seu lindo vestido que ia até o meio de sua canela com um corte V com franjas na bainha. Ela estava uma verdadeira melindrosa, pronta para dançar e cantar jazz a noite inteira.
(Roupa Emma)
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A música se encerrou exatamente na hora que eu cheguei, então aplaudi a banda junto com todos e coloquei a mão em sua cintura tentando chamar sua atenção para mim.
— A próxima é comigo... - falei em seu ouvido e consegui perceber seu corpo se arrepiar com minha respiração em seu pescoço.
— Argh ahm... - uma tosse obviamente forçada foi ouvida e eu me virei para o pai de Emma lhe estendendo a mão.