Amigos. São um tipo de porto em que vários barcos podem aportar. É riso de manhã até à noitinha, é colo de carinho e companheirismo. É comida, é passeio é série. É choro, é briga, é reconciliação. É respeito, é amparo, é ouvido. É fadiga, é olhar, é coração. Eu preciso de amigos, aportar algumas vezes para me reabastecer, prosseguir no agitado mar, prosseguir em viagem extensa, parando de porto em porto, assim será, até o fim do trajeto. Obrigada Deus, por amigos-portos, por sorrisos-luz por amores-irmãos, por despejar o teu amor em forma e consistência de gente. Eu preciso desse despejo, assim meu mar não seca e meu barco pode continuar.
Domingo.
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Silêncio que se lê
PoetryO silêncio guarda nossos sentimentos mais profundos, o silêncio fala verdades, emite certezas e incertezas. O silêncio é único que entende a confusão, que no meio do breu, se expande sorrateiramente ocupando o espaço da tristeza. Existem momentos qu...
