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Gael

Eu não sabia o que fazer, eu sempre fui de suportar tudo e qualquer coisa que pros outros fosse visto como difícil.

Mas eu me perdia em relação a Isis. Até eu não acreditaria em mim se tivesse acontecido comigo o que eu fiz no passado com a Isis.

Eu mudei depois daquilo, a Isis mudou mais ainda. Se tornou mais forte e muito melhor do que eu.

Dizem que só sentimos falta quando a pessoa já se foi, mas eu não queria sentir isso, não iria deixar ela sair da minha vida.

Gael: Me da só essa chance, eu te imploro. - pedi me ajoelhando no chão.

Eu sei que a possibilidade dela me deixar era enorme, mas eu não queria sentir isso, era a primeira vez que me sentia assim...

O medo, uma dor fodida no peito e pela primeira vez em muitos anos, eu me permiti chorar.

Isis: Eu não sei se vou conseguir, eu amo você pra caralho, mas é difícil demais. - falou baixo e começou a chorar.

Já estava me sentindo um grande filho da puta por isso, eu não gostei de ver ela assim, fica pior ao saber que por minha causa.

Gael: Olha pra mim, por favor. - tomei coragem e ela me olhou. - Eu jurei para você que eu escolheria ser queimado vivo do que te fazer sofrer, eu não quero perder você. Nós vamos ter o nosso filho, é o que eu mais quero, me ajuda a te ajudar.

Pedi sentindo os meus olhos ficarem embaçado por conta das lágrimas. Passei as minhas mãos e limpei o meu rosto.

Isis: Eu preciso ficar sozinha, ao menos por hoje. - segurou na minha mão. - Só te peço isso, eu não estou bem agora.

Engoli em seco e balancei a cabeça, mesmo não querendo ficar longe dela, mas iria respeitar as escolhas dela e esperar o tempo que for.

Gael: Tudo bem. - beijei suas mãos e sua barriga. - Eu amo vocês.

Dei um beijo nela e sai da casa.

Já sabia muito bem pra onde ir, a minha mente estava formando tudo, sabia bem em quem iria descontar toda essa raiva.

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** A próxima parte será de muita violência, quem não gostar disso, sugiro que pule essa parte.

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Entrei na salinha e a Jéssica já estava amarrada na cadeira, eu poderia ganhar a minha passagem direta para o inferno com isso, mas eu vou aproveitar cada segundo.

Jéssica: O que vai fazer? - perguntou e eu a ignorei por completo.

Andei até a mesinha e fiquei olhando para as facas, parei ao ver uma mediana, do tamanho certo e que estava afiada.

Gael: Agora você só sai dessa merda quando eu tiver me sentindo satisfeito. - ela me olhou assustada e eu ri.

Já fazia muito tempo que eu não fazia isso, parei e deixei os outros fazerem o serviço sujo. Mas iria abrir essa.

Jéssica: Não ouse tocar em mim. - ameaçou e eu parei no meio da sala.

Gael: Avisei que não iria ficar assim, você não vai destruir a minha família. - enfiei a faca na coxa dela.

Ela gritou de dor, sempre gostei de ver o desespero nos olhos da vítima, podem me chamar de psicopata, não me importo.

Gael: Pra quê ficar gritando? Eu ainda nem comecei. - puxei a faca pela sua perna.

O sangue escorria junto com a pele sendo ragada sem pudor algum, a Jéssica ficava gritando feito louca.

Mas ninguém no morro iria se meter, os soldados não iriam deixar ninguém passar.

Jéssica: Para com isso. - pediu entre os gritos e gemidos.

Tirei a faca da perna dela e deixei na mesa, minha mão estava toda suja. Limpei o sangue na minha camisa e tirei a mesma.

Rasguei com a faca, peguei uma parte e amarrei na boca da Jéssica. Não queria ficar ouvindo os gritos dela.

Gael: Assim está bem melhor. - segurei no queixo dela. - Você escolheu a hora errada para voltar, agora vai pagar com a vida por isso.

Acertei o primeiro soco em seu rosto, usei toda a raiva que estava guardada em mim, os socos foram aumentando e só parei quando ela já estava quase desmaiando de dor.

Gael: Você não vai morrer aqui dentro, seria fácil demais. - peguei uma garrafa com água e joguei nela.

Pude ver o medo e a dor em seus olhos, o que me deixou ótimo.

Sai da sala e mandei os soldados levaram ela para o alto do morro, iria queimar o seu corpo e jogar barranco a baixo.

Subi na ninja e guiei pro alto do morro, os soldados já tinham colocado ela dentro dos pneus.

Peguei o galão de gasolina e joguei por cima dela.

Jéssica: Por favor... me desculpa... - falou baixinho e eu ri alto.

Gael: Não tem perdão, nem pra você e nem pra mim. - peguei o isqueiro e joguei nela.

Fiquei apenas olhando ela gritar de dor e o fogo tomar conta de tudo...

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