Dante. Um homem destroçado que esconde um segredo.
Ex-jogador de futebol, há quinze anos vive isolado, desde o fatídico dia em que seus sonhos foram devastados, transformando-no em um reflexo quebrado de si mesmo. Antes extrovertido, alegre e cheio...
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MARIA MANUELA
Voltei para o hotel arrasada depois do velório, com aquele dia maldito voltando em flashes, quase explodindo minha cabeça.
Dante Oliveira. Nunca esperei ouvir o seu nome ao lado da mãe do responsável por mandá-lo ao inferno. D. Inês não tem ideia do monstro que é seu filho primogênito.
***
Eu tinha apenas 17 anos de idade. Era uma jovem bonita, rica, animada, desbocada. Faz tanto tempo, e mudei de tal maneira, que parece outra vida.
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Na época eu ainda morava no Rio, estudava para o vestibular, ia à praia e ao clube, frequentava festas e eventos da alta sociedade. Meu sobrenome — Menghele Mendonça — sempre me abriu todas as portas.
Maria Manuela Menghele Mendonça. Minhas iniciais são "Mmmm, um gemido de sexo", como brincavam minhas amigas. O que era irônico, porque fui a última da turma a perder a virgindade.
Naquelas férias de julho comecei a ficar com meu primo de segundo grau, Paulo Henrique, alguns anos mais velho do que eu. Me tratava como uma princesa. Desconfiava que ele era apaixonado por mim desde a adolescência.
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Eu até gostava de sair com PH, fazíamos parte da mesma turma, frequentávamos os mesmos lugares. Só que eu não queria me prender a ele nem a ninguém.