40° capítulo - Mercado.

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Pov's Philippe

Sábado.
Casa de Philippe e Ainê.
15:00 pm.

— Ah, vamos comigo no mercado, Nê. — digo, com as chaves do carro em mãos.

— Ai, Philippe, eu to cansada! — ela exclamou, se atirando no sofá.

— Por favor, Ainê. Aproveita e compra as tuas coisas... Chocolate, açaí... — a olhei com cara de cachorro pidão.

— Tá bom, chato. — se levantou. — Vou me arrumar. — ela subiu para o quarto dela e logo voltou, com um shorts e uma blusa minha.

— Ah não. — revirei os olhos.

— Mais uma blusa roubada com sucesso. — ela disse, rindo.

— Chata. Enfim, vamos?

— Vamos. — fomos até a garagem, entramos no carro e fomos para o mercado.

Philippe Coutinho? — uma garota disse, se aproximando. — Tira uma foto comigo? — ela era britânica. Tinha a camisa do Liverpool vestida.

Claro que sim. — ela ajeitou o celular em mãos e tirou uma foto nossa. Pediu um autógrafo e eu dei.

— Ver o jeito que você trata os teus fãs é tão aconchegante. — ela disse, sorrindo.

— Esse carinho deles é incrível. — digo, assim que entramos no mercado. — Eu amo tanto eles!

— Eles também te amam, pode ter certeza... — sorriu.

— Mas, e a lista? — perguntei.

— Que lista o que, aqui é na cabeça, querido. — gargalhou. — Vai lá pegar a carne, que eu vou pegar frutas, vegetais, doces e o resto das coisas que eu lembrar. — concordei com a cabeça e ela pegou o carrinho, indo para o lado das frutas.

Fui até o açougue, peguei as carnes (não eram poucas), e fui até Ainê. Depois de um bom tempo, chegamos na parte dos doces. Pegamos muuuita coisa doce. Aí a Natália vai querer me esgoelar. A médica da Ainê então...

Passamos tudo no caixa, pagamos, colocamos no carro e voltamos para casa.

— A Natália vai matar a gente. — ela disse, assim que chegamos em casa.

— Pois é. — rio. Larguei as compras em cima da mesa e começamos a guarda-las em seus lugares.

— Qual carne tu vai fazer amanhã? — ela perguntou.

— Picanha, file, carne de ovelha e costela. De aperitivo, linguiça de porco e coração de galinha. Se vocês quiserem posso fritar um queijo na frigideira.

— Aceito. — ela riu. — Mas não vai ser muita carne não?

— Acho que não, do jeito que eles são esfomeados.

— Bebidas tem que chega?

— Tem sim, um fardo de cerveja, um fardo de refrigerante e dois sucos de uva. O que sobrar a gente guarda para outra ocasião.

— Bem pensando.

Sempre foi ele - PhilnêOnde histórias criam vida. Descubra agora