🌑 𝐇𝐈𝐍𝐀𝐓𝐀 𝐇𝐘𝐔𝐔𝐆𝐀 𝐟𝐚𝐧𝐟𝐢𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧
🌑 𝑈𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 𝑂𝑟𝑖𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 - 𝐿𝑖𝑣𝑟𝑜 𝐼
Hinata Hyuuga foi sequestrada e pouco tempo depois declarada como morta. Diferente do que todos imaginavam a jovem Hyuuga sobreviveu e foi levada...
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❝Vamos com calma. Sei que não vai me decepcionar, Uzumaki!❞
Sinto o corpo estremecer a cada vez que sua frase ecoa em minha mente. Hinata não está me pressionando, mas mesmo assim, é como se estivesse me colocando contra a parede.
Eu quero muito fazer isso dar certo, mas como posso tocá-la com as mãos trêmulas desse jeito? Já não foi humilhação demais desabafar que tenho o total de experiência zero em ocasiões como essa!? Porque esta bosta de corpo insiste em tremer tanto, Porra!
Não acredito que li o Paraíso do Flerte para isso!? ... Onde está toda experiência que achei que tinha quando finalizei aquele maldito livro?! Eu não sei nem por onde começar... e aposto que Hinata está pensando que sou um idiota, um frouxo ou sabe Deus o que mais.
Perco a conta do tempo que fiquei estático sem saber o que fazer, a azulada por sua vez sorri e tomba a cabeça para trás expondo a pele branca e perfumada de seu pescoço.
Demoro um pouco para entender que seu gesto foi uma dica de por onde devo começar.
Caramba, sou mesmo um burro! O que Hinata tem na cabeça por permitir que um cara como eu, toque-a.
Desajeitado, toco seu pescoço com minha boca, guiando beijos, chupões e mordidas até próximo sua orelha. Ouço os suspiros baixos que escapam de seus lábios e sua mão aperta meu braço, é um sinal?! Estou indo bem?? Mordo sua orelha, Hinata entrelaça ainda mais nossos corpos e esfrega sua intimidade na minha, gememos juntos.
Os pequenos dedos dela vão em direção aos botões de seu vestido, abrindo-os um por um, até finalmente tirá-lo com minha ajuda, no instante seguinte meus olhos são fisgados por aquele enorme par de seios, coberto apenas pelo sutiã rendado de cor lilás.
Sua pele cheirosa e quente roçando sutilmente a minha, os lábios entreabertos suplicando para serem tomados, estou a beira da loucura. Hinata Hyuga é mesmo encantadora, gostaria muito de poder expressar tudo que estou sentindo agora, mas não existem palavras suficientes para descrever o que está rolando aqui dentro de mim.
De repente, a azulada muda de posição, ficando por cima, suas pernas uma de cada lado do meu quadril me prendendo. Ela inclina devagar rumo ao meus lábios, beijando-os com doçura, em seguida meu pescoço, onde deixa diversos beijos e mordidas e seus lábios vão descendo até meu abdômen deixando um rastro de arrepios. Hinata puxa minha calça, tirando-a rapidamente, em seguida minha cueca, quando seus olhos pairam sobre meu amigão sinto um frio na barriga de pura insegurança, mas antes que mudasse de ideia e morresse de vergonha, as mãos pequenas e sutis da Hyuuga envolvem-me, movendo-se em um vaivém lento. Eu nunca senti isso antes, é incrível!
De repente e sem aviso prévio sua boca macia — literalmente — engole meu pau inteiro. Urro alto assistindo-a mover seus lábios e cabeça para cima e para baixo enquanto meu corpo é anestesiado de prazer, estou tão próximo de meu clímax. Sinto as pernas tremerem e tórax sobe e desce, como o de alguém que acabou de finalizar uma maratona. Caralho! Hinata sabe muito bem como enlouquecer um homem, então seus movimentos ficam mais intensos e eu não aguentaria nem mais um minuto desse oral gostosos.
— Uh, Hinata! — tento me conter, mas é impossível com essa boca fazendo magia na minha vara.
Reviro os olhos, enquanto um gemido alto arranha minha garganta implorando para sair, enfim, gozo em sua boca. Sem me recuperar por completo, agarro Hinata pelos braços puxando-a para cima, e beijo-a com desejo sou retribuído no mesmo instante, ouço a rir baixo quando afasto nosso lábios.
— Agora é minha vez! — digo repentino.
Coloco a azulada por baixo, continuo distribuindo beijos e carícias por todo seu corpo, abaixo as alças de seu sutiã abocanhando seus seios enomes. Ouço Hinata suspirar e puxar forte meu cabelo antes de gemer meu nome.
Sem pressa, desço minhas carícias até seu colo, deixando beijos e chupões por toda sua barriga enquanto assisto-a tentar sossegar a respiração eufórica e os suspiros manhosos implorando por mais e mais. Vê-la assim, exposta e completamente entregue por meus toques me deixa muito satisfeito. Confesso que a poucos instante atrás, não imaginei que chegaria tão longe com esta garota.
Antes de tirar a última peça de seu corpo, analiso minuciosamente cada centímetro de seu rosto em busca de algum resquício de dúvida ou arrependimento, Hinata entende meu gesto e imediatamente balança a cabeça com um sim, ajudando-me a tirar sua calcinha. Lá estou eu, de cara com sua íntima rosada, prestes abocanhá-la, quando o faço, sinto seu corpo tremer contra meus lábios, seguro firme suas pernas explorando-a ao máximo. Sorri vitorioso escutando os gemidos manhosos que Hinata não se preocupou em conter.
Pouco a pouco aumento o ritmo em que movo minha língua e boca, fazendo-a delirar, meus cabelos são desesperadamente puxados enquanto a Hyuuga grita e estremesse, observo ela perder a cabeça para trás, revirar os olhos e dar um último grito agudo, enfim sinto seu gozo escorrer por meus lábios.
— Foi bom? — questiono inseguro. — Eu fiz direito, amor? — sussuro deitando sobre seu corpo ofegante, ela meche a cabeça com um sim.
— Fez sim, amor... — ela sorri.
— E agora?
— Assim...
Hinata muda a posição ficando por cima, colocando uma perna de cada lado de meu corpo, roçando sua intimidade exatamente molhada em meu membro pulsante. Perco a noção do tempo que a azulada se esfrega violentamente em mim.
— Ah! Pare de me torturar, Hinata! —sussurro contra seus lábios.
Ela sorri ingênua, agarra meu pênis com a mão guiando-o até sua entrada, um calafrio percorre minha espinha, o olhar inundado de luxúria, o sorrisinho sacana, prestes a fazer a maior travessura de todas. Hinata senta rápido e forte, seguro em seu quadril, prendendo-me dentro dela. A melhor sensação da minha vida, é o que chega mais perto de definir o que estou sentindo neste instante quando sua intimidade é contraída diversas vezes, mesmo tentando me controlar os gemidos continuam a escapar.
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