🌑 𝐇𝐈𝐍𝐀𝐓𝐀 𝐇𝐘𝐔𝐔𝐆𝐀 𝐟𝐚𝐧𝐟𝐢𝐜𝐭𝐢𝐨𝐧
🌑 𝑈𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜 𝑂𝑟𝑖𝑔𝑖𝑛𝑎𝑙 - 𝐿𝑖𝑣𝑟𝑜 𝐼
Hinata Hyuuga foi sequestrada e pouco tempo depois declarada como morta. Diferente do que todos imaginavam a jovem Hyuuga sobreviveu e foi levada...
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— Como estão aqui, peço que fiquem para nossa comemoração! — sugere o Kazekage, animado. Esta é a primeira vez que vejo Gaara de tão perto, assumo que senti e ainda estou sentindo um frio na barriga de puro pavor.
A lembrança do que ele fez com aquele garoto no Exame Chunin não sai da minha mente, como ele conseguiu se tornar Kazekage com um histórico tão ...sangrento?
— Acho melhor não, Gaara, temos que voltar a Konoha. — Naruto lamenta tristonho, sei perfeitamente que quando se trata de comemorações com comes e bebes, Uzumaki é o primeiro a colocar seu nome na lista de presentes.
— Eu não vejo mal algum em ficarmos um pouco mais, Naruto! — falo despreocupada. — Podemos retornar a Konoha de manhã, o que me diz?! — arqueio as sobrancelhas olhando o garoto de cabelo amarelo.
Bom, acho que não preciso nem dizer qual foi a respostas de Naruto a minha sugestão.
Petisco algumas iguarias da Vila da Areia, enquanto meu companheiro de equipe devora tudo que vê pela frente, o que não me surpreende nada.
A relação entre Naruto e eu não teve nenhum avanço após sua "declaração", se é que aquilo foi uma declaração. Nós continuamos como amigos, companheiros de equipe e sabe Deus o que mais. Durante todas as tardes, o Uzumaki me acompanha até o Distrito Hyuuga e às vezes até janta conosco. Papai e Neji não gosta muito dessa nossa aproximação, já Hanabi, adora o loiro e tudo que ele faz e fala, acho até que ela tem uma quedinha por Naruto, o que é bizarro.
Pensando no diabo, Naruto vem em minha direção com as mãos e bocas cheias de comida. Não posso negar, o Uzumaki tem um jeito bem único de ser.
— Obrigado por concordar em ficar mais um pouquinho aqui! — fala animadíssimo, nego com a cabeça rindo.
— Foi você quem concordou com a minha sugestão. — respondo, cruzo os braços na altura do peito.
— Você só sugeriu isso para me deixar feliz... — fala convencido, apertando os olhos com força de sorriso no rosto.
— Convencido!
A bochecha de Naruto está suja com uma das milhões coisas que ele comeu, balanço a cabeça em sinal de reprovação, enquanto levo a mão até seu rosto no intuito de limpá-lo.
— Está todo sujo, Uzumaki! Parece até uma... — antes que termine a frase sinto o coração parar.
Por trás dos ombros do loiro, noto alguém parado na escuridão no beco entre uma casa e outra, nos observando. Desejo usar meu Byakugan para ter certeza de quem é, mas sei que se fizer isso deixarei Naruto em alerta e preocupado. Então, naturalmente volto a olhar para o garoto em minha frente.
— Pareço o que, hein?! — questiona fazendo bico.
— Um criancinha, é isso que você parece. — ele cruza os braços frustrado. — Já está na hora de ir dormir não acha, bebezão? — falo, fazendo Uzumaki bocejar e balançar a cabeça com um sim.
— Vou pro nosso quarto, você vem?! — ele espreguiça, afirmo.
— Sim, pode ir na frente!
O Uzumaki dá de ombros, coloca as mãos na nuca, gira com os calcanhares seguindo para o quarto que Gaara nos cedeu.
— Só não demora muito... — reviro os olhos com sua frase.
Espero Naruto entrar no edifício do nosso quarto de aluguel para então ir até o beco escuro, onde alguém me devia uma explicação razoável.
A sensação de desconfiança e curiosidade se tornam monstros gigantes dentro de mim. Não sinto medo, mas sei que ir até lá sozinha pode ser perigoso, ignoro estes pensamentos entrando de uma vez na escuridão daquela rua sem saída.
Ativar o Byakugan é a escolha mais sensata, vasculho o local cuidadosamente quando encontro uma pessoa parada logo a minha direita, não hesito em arremessar kunais, que facilmente são rebatidas. Rápido como um raio acompanho o vulto de alguém passa por minhas costas, agarrando meu pescoço, mas antes que fosse imobilizada me desvencilho, arremessando aquele ninja desconhecido para frente de maneira desajeitada, ficando livre.
O estrondo alto do corpo batendo na parede a minha frente é ofuscado por um riso alto e divertido. Não há dúvida, eu reconheceria aquela risada a quilômetros de distância, é ele.
— Ágil como sempre, Hyuuga! — o riso cessa para que tals palavras fossem ditas.
O medo me invade por completo, no instante que minhas entranhas são agarradas, respirar se torna impossível, por reflexo levo as mãos no pulso que me enforca sem piedade. Sou tirada do chão sem dificuldade alguma, balanço os pés e fecho os olhos com força.
Algo dentro do meu peito, implora desesperadamente para que Naruto venha me ajudar, sei que ninguém vira, novamente estou sozinha. Estive cercada de amigos e familiares, mas nos momentos que precisei de alguém sempre tive que resolver e me salvar sozinha.
O corpo enfraquece pela falta de oxigênio nos pulmões, movimentar-me se torna uma luta invencível, vou desmaiar a qualquer instante. Inferno!
De repente, meu pescoço é solto, caio de joelhos no chão, a respiração descontrolada e desesperada, levanto o rosto olhando fixo para a máscara de Madara Uchiha.
— O... que quer?! — pergunto ofegante.
— O que acha?! — retruca sarcástico, balanço a cabeça em sinal de reprovação. — Espero que esteja fazendo seu trabalho direito!
— Estou, mas quero saber onde está o Uchiha?
— Dê o que quero, e então, te darei o quer. Eu quero o Jinchuuriki!
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