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Capítulo 21

Dante

Meus olhos se arregalam e meus lábios se abrem em um "o" enquanto um rosnado gutural escapa de mim.

A porta do carro está entreaberta, mas o suficiente para eu ver quem está lá... porra, Alana!

Observo com os olhos semicerrados o modo como ela sai do carro. Sua saia balança, revelando uma visão rápida da sua calcinha branca. Esse vislumbre é suficiente para fazer meu pau acordar dentro da calça. Ela bate a porta do carro e vem em minha direção. A chuva forte cai sobre nós, encharcando suas roupas e deixando a camisa branca do uniforme grudada no corpo, transparente, revelando seus seios como uma segunda pele. Porra, isso me faz perder o juízo.

Largo a moto de qualquer jeito, deixo o capacete cair no chão sem me importar com o estrago, tiro as luvas e por último abro o zíper da jaqueta, deixando-a escorregar dos meus ombros. Alana caminha até mim, mas eu não espero. Avanço.

- Qual é o seu proble...

Antes que termine a frase, seguro seu rosto com as mãos e a trago para mim. Seus lábios batem contra os meus, e eu os esmago com toda a fúria. Minha língua invade sua boca, sugando-a, beijando-a com brutalidade. Sinto meu desejo crescendo, misturando ódio, raiva e o amor insano que carrego dentro de mim. Tudo ao redor se torna banal, pequeno.

Ela retribui o beijo, as mãos deslizando pelos meus braços, peitoral e abdômen, me acariciando com as unhas. Seu corpo colado ao meu, minhas mãos descem para sua bunda, e com um impulso selvagem a ergo, fazendo suas pernas se fecharem ao redor do meu quadril.

O beijo se torna mais urgente, mais desesperado. Minhas mãos afundam na sua carne macia, e ela geme baixo, me devorando com a mesma intensidade. Dou alguns passos com ela até o capô do carro, meu pau latejando, implorando para ser libertado. O calor de sua pele, o cheiro, o sabor... tudo isso me fode de um jeito que eu simplesmente não consigo mais esperar.

- Dante... - ela geme, enquanto a coloco sentada no capô. Ela quase escorrega, mas a seguro pela cintura. - Me fode!

- Aqui? - pergunto, só por perguntar. Eu já decidi.

Alana me empurra, desfazendo o cinto e abaixando minha calça e boxers de uma vez. Seus dedos deslizam ao redor do meu comprimento, indo e vindo devagar, arrancando um gemido rouco de mim. Com o polegar, ela faz movimentos circulares na cabeça do meu pau, e um rosnado escapa dos meus lábios. Sua outra mão segura minhas bolas, acariciando com precisão.

Inclino a cabeça para trás, deixando a chuva molhar meu rosto, enquanto aperto seu seio com uma mão e a outra segura firme sua cintura. Cada toque dela me leva ao céu e ao inferno em segundos. Meu corpo treme, não vou conseguir esperar mais. Seguro sua cintura e a puxo para a borda do capô, olhando direto em seus olhos castanhos, aquele maldito veneno que eu conheço tão bem. Ela sorri de forma provocante, uma desordem sensual e magnética.

- Eu não aguento mais, veneno - sussurro, rouco. - Preciso de você.

Minhas mãos vão até sua saia, a levantam sem hesitar, e com um puxão, rasgo sua calcinha. Alana me encara, ofegante.

- Me fode, papacito. Me fode do jeito que só você sabe fazer! - Ela provoca, um sorriso malicioso nos lábios.

Isso é tudo o que eu preciso para perder o juízo. Seguro suas pernas e as coloco nos meus ombros, mantendo-a firme com uma mão enquanto guio meu pau para sua entrada.

Only Love Can Hurt Like ThisHistórias para pegar e não largar. Descubra agora