Por S/n
Eu estava deitada na cama encarando o teto, obviamente de barriga pra cima.
Eu pensava sobre o futuro, e sobre esse pequeno ser dentro de mim. Por céus eu ia mesmo ser mãe e eu sorria boba sozinha apenas por isso.
Olhei pro lado, michael já dormia sua expressão era suave, quase doce e angelical demais pra ser explicada suas mãos ainda estavam emboladas em meus cabelos e eu fechei os olhos tentando, de alguma forma, sentir mais uma vez seus carinhos feitos ali à não muito mais de uma hora atrás virei meu corpo levemente, num movimento mínimo , coloquei uma almofadinha atrás de minhas costas para eu continuar apoiada. Com uma mão sobre minha barriga.
Descoberta pelo corte da blusa do pijama eu passei a acariciar minha própria pele como se no fundo, eu estivesse acariciando meu filho, ou filha, o que michael afirmava ser.
Segundo ele pra ser assim tão comportadinha, com poucos chutes, e obediente e inteligente (nisso ele se referia as vezes que ‘conversava’ com a minha barriga), tinha que ser uma menina. Mas nós ainda não de fato sabíamos, e era isso que me tirava o sono amanhã provavelmente descobriríamos o sexo do bebe no que seria meu sexto ultrassom, mesmo com apenas quatro meses de gravidez.
Eu morria de medo todas as vezes que ia fazer isso, acho que por isso a presença de michael era tão essencial pra mim apesar dele não saber dessa minha total necessidade eu precisava dele ali eu tinha medo de surgir alguma notícia ruim, seja ela qual fosse.
Eu precisaria dele ao meu lado pra suportar qualquer coisa, e eu sabia disso.
E claro, eu também amava ter ele ao meu lado ali, apertando minha mão, aparentemente mais aflito que eu, enquanto tentava entender o que saia na tela.
mas obviamente nós tínhamos que esperar até a médica falar como estava sendo, pois ambos não entendiam nada naquela telinha confusa ela sempre parecia fazer suspense nessa hora, e por mais boa profissional que ela fosse eu chegava a odia-la por alguns segundos, pois era sempre nessa hora que meu coração ia à boca.
Essas coisas (de saúde de bebê) era inconstantes demais para eu criar alguma segurança contra isso e o fato de ter, por um tempo, sido considerada infértil, não ajudava minha sanidade eu ainda lembro quando fui no ginecologista, com michael do lado de fora da sala, ver o resultados finais do exame que confirmariam as suspeitas de eu ser realmente infértil. Cinco dos cinco exames não confirmavam isso, quer dizer, eu não era infértil e foi uma das melhores coisas que já aconteceram em minha vida sair daquela sala sorrindo, encontrando com um michael balançando freneticamente a perna e o dizendo que eu não era infértil e que as suspeitas haviam sido apenas um péssimo efeito colateral de um remédio que eu tinha tomado.
Eu lembro que nós fomos comemorar almoçando no KFC encontrar crianças nos dava uma ótima visão de futuro um futuro que agora, depois de mais ou menos um ano contando com esses meus quatro meses estamos prestes a ter seremos pai e mãe.
Levei minha mão livre ao braço de michael acariciando ali com as pontas de meus dedos, que desciam e subiam em movimentos calmos, acariciando sua pele da mesma forma que eu ainda fazia em minha barriga.
Meus dedos percorriam toda a extensão de seu braço, e eu sentia ele se arrepiando meus olhos estavam fechados e eu apenas sentia sua resposta ao meu toque.
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Imagines e HIStórias com Michael Jackson
RandomBem vindo ao mundo onde sua imaginação terá vida e te levara alem dos céus Contem capitulos para +18 não estou denegrindo a imagem do michael são apenas contos da imaginaçao e algumas vezes vou fazer tempos atuais Cada história tem suas próprias em...
