Capítulo 29

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Pedro

O dia passa voando e Gabriela está jogada no meu sofá, mexendo no celular enquanto me espera terminar uns protocolos. Vez ou outra, eu olho furtivamente para ela e quando olhei agora, vi que sua saia subiu um pouco, expondo sua coxa direita, nesse momento eu travo meus dedos no teclado e tento controlar meus pensamentos, mas não consigo.

Eu me vejo levantando e indo em direção a ela. Ela levanta os olhos do celular e olha inocentemente para mim e eu digo a ela:

- Quer saber? Foda-se.

Eu a puxo do sofá em minha direção e o beijo. No início ela não retribuiu tentando entender o que estava acontecendo, mas não demorou a retribuir e me devolver um beijo envolvente, cheio de desejo. Nossas línguas travam uma dança sensual e meu corpo está tomando de desejo, ficando cada vez mais quente e o dela também porque ela começa a se esfregar em mim procurando qualquer atrito que a satisfaça.

Eu solto seu cabelo e me afasto para ver a cena mais linda que já vi. Ela com os cabelos soltos e bagunçados, rosto corado e aquela boca que sempre me enlouqueceu levemente aberta entregando uma respiração ofegante de desejo. Eu queria que o mundo parasse nesse momento, ao perceber que eu fiquei estagnado olhando para ela, ela passa a língua nos lábios inferiores e começa a abrir os botões da blusa cinza que está usando.

Me junto a ela ... passo a língua no seu pescoço e desço até seus seios. Passo a língua no bico dos seus seios que estão empinados no sutiã.

É a melhor sensação do mundo.

Quanto mais eu chupo, mais eles ficam empinados. E eu chupo sem dó. A cada chupada meu pau vai ficando cada vez mais duro. Pronto para entrar nela. De repente eu a escuto gritar:

- Pedro!

- Oi?

- Está dormindo acordado? Está olhando fixo para mim.

Só aí eu percebo que nada aconteceu, era apenas eu, sonhando acordado com ela mais uma vez. Pronto, virei adolescente mesmo.

- Desculpe, eu viajei agora.

- E foi uma viagem muito boa né? Estava quase babando.

- Cala a boca.

Ela gargalha.

- Não terminou ainda? Vamos nos atrasar.

- Estou começando a me perguntar se não foi uma ideia sair hoje.

- Porque?

- Porque eu estou completamente fora de mim hoje.

- Então vamos. Você toma uma bebida, ouve sua banda favorita e relaxa.

- Espero que eu consiga relaxar mesmo hoje. Vou ao banheiro e já volto.

- Tudo bem.

Vou ao banheiro, jogo água gelada no rosto procurando uma cura de tudo que estou vivendo hoje. Saio e nós vamos para o bar.

Amor proibidoOnde histórias criam vida. Descubra agora