Ingrid, que é super fã do andreas, tem a oportunidade de conhecê-lo através de um evento onde a mesma mora.
E a partir de quando seus olhares se cruzarem, um sentimento se despertará entre eles.
"Ali me ganhou
Depois que você chegou no meu mundo
Qua...
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Ingrid Mondoni;
Anaída: Oi minha linda! - me abraçou.
Ingrid: Oi mãezinha, tudo bem?
Anaída: Tô bem. — Tava com saudade de você, nunca mais nos vimos. - eu sorri.
Ingrid: Eu também, mais a gente mata um pouquinho pela internet. - ela sorriu.
Andreas: Oi mãe. - acenou. - sei que não sou mais seu favorito, mais a consideração mandou um oi.
Anaída: Eita menino ciumento. - rimos. - tudo bem meu filho? Também estava com saudades de você também. - ela o abraçou.
Andreas: Uhum. - ele fez bico.
Anaída: Vamos entrar. - ela deu espaço, dando visão a bela vista de sua sala, de frente ao mar, com um pôr do sol lindo.
Marcos: Oi ingrid! Tudo bem?
Ingrid: Oi seu marcos, tudo, e o senhor?
Marcos: Estou bem, e você sabe que é só marcos, ou pai também. - ele me puxou para um abraço e eu retribuí.
Andreas: Gente, essa mulher é podre, virou favorita até do meu pai cara. - choramingou e eu dei língua pra ele, debochando da situação.
Marcos: Foi a filha que a vida me deu, "pitico." - gargalhei.
Anaída: Gente, pode ir pra sacada, que todas as tardes eu me sento aí pra ver esse pôr do sol lindo.
Ingrid: Realmente, mãe, ele é lindo. - falei me sentando em uma das cadeirinhas.
Andreas se sentou do meu lado e ficou tirando fotos minhas, minha mãe e seu marcos vieram se sentar conosco também, ela trouxe o sorvete que havíamos comprado e uma tigela de sobremesa, pra pôr o sorvete ali, fui ajudar ela pegando algumas colheres já que ela havia esquecido.
Fiquei saboreando o sorvete enquanto conversávamos.
Anaída: Marcos, pega aqueles álbuns de fotos do andrinho quando ele era menor.
Andreas: Não ri de mim, por favor. - falou receoso e eu ri.
Ingrid: Não vou prometer, mais vai ser legal amorzinho, você deveria ser bem fofinho. - sorri e ele sorriu fraco.
O pai dele chegou e me mostrou os álbuns, dele pequenininho, muito fofinho, a cada foto eu morria de amores.
Ingrid: Amor, você era tão fofinho, dava vontade de apertar, sério. - eu olhei pra ele e ele sorriu, beijando minha bochecha.
Fiquei vendo mais fotinhas e rindo de algumas, e das histórias delas, que a minha mãe contava. Andreas e seu pai haviam ido pra sala, e eu fiquei conversando com a dona anaída, vulgo minha segunda mãe.
Anaída: Ingrid, vamos fazer um almoço para conhecer seus pais, sua família.
Ingrid: Somos só eu, minha irmã e minha mãe, agora o meu sobrinho e a namorada do meu irmão. — Meu pai partiu há alguns anos. - tentei segurar o choro, que foi em vão, e lágrimas correram sobre meu rosto. - ele era muito importante pra mim, mas o momento dele aqui havia acabado. - suspirei, limpando as lágrimas.
Anaída: Sinto muito, querida. - ela acariciou minhas mãos, sorrindo fraco. - Ele deve estar muito orgulhoso da mulher que você se tornou. - assenti.
Ingrid: Mais minha mãe falou comigo de fazermos isso antes de eu estar namorando com o andreas, a adiantada. — Mais tinha falado com ela que não era assim, né, e estou até agora pra falar com o andreas, mas sempre esqueço. — Vou te passar o número dela, e vocês marcam e conversam melhor sobre isso, pode ser? Qualquer coisa, fala comigo.
Anaída: Claro minha filha. Depois me manda pra gente conversar melhor. - sorriu.