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MILLIE corria pela floresta, desesperada, com medo de quem quer que tivesse dado aquele tiro, estivesse agora atrás dela. A morena continuava a correr, virando o pescoço as vezes para olhar para trás, quando seu corpo colidiu com algo.
— Pequena, você tá bem? — Millie logo reconheceu aquela voz, Matt.
— Millie, por que estava correndo? — Lexie se aproximou.
Millie olhou em volta podendo ver Scott, Malia e Lydia.
— O cão do inferno, ele estava comigo, mas ele mandou eu fugir e depois eu ouvi um disparo. — Disse Millie. Seu peito subia e descia, tentando buscar fôlego.
— Meninos, vão, eu fico com ela. — Disse Lexie, pondo sua mão no ombro de Millie.
— Toma cuidado. — Disse Scott, antesde correr com os outros ao seu lado.
Lexie estendeu sua mão para que Millie se levantasse e a levou até o jeep de Stiles.
— Liam me contou como você foi incrível hoje. — Lexie sorriu, cobrindo Millie com seu casaco. — Minha pequena está crescendo.
— É claro que estou crescendo, farei 16 anos daqui a alguns dias. — Disse Millie.
— E vamos dar uma das maiores festas. — Disse Lexie. — Igual mamãe fez comigo.
— Obrigada. — Millie sorriu.
A morena olhava para seu colar, enquanto mexia nele angustiada. Lexie percebeu que tinha algo de errado.
— O que está te incomodando? — perguntou Lexie.
— Não é nada. — Millie negou. Lexie ergueu a sobrancelha e tocou na mão da morena. — O cão do inferno me chamou de Millena, e disse que era o meu avô, isso é possível?
— Talvez seja. Ou talvez ele seja um mentiroso. — Disse Lexie.
— Mas eu senti que ele falava a verdade. — Disse Millie. — O filho dele, meu pai, se chama Andrew hasting, conhece?
— Não faço ideia de quem seja. — Lexie negou. — Mas se você quiser, eu te ajudo a encontra-lo.
Millie observou a floresta, enquanto ficava pensativa por um tempo. Ela não precisa de um pai, se fosse antes ela iria querer ie atrás dele, mas agora, Millie tinha várias figuras paternas ao redor dela, que realmente cuidavam dela e não abandonariam ela por nada, principalmente Stiles, ele era como um pai para Millie, mesmo que não tivessem o mesmo sangue.
— Não, eu não quero. Eu não preciso de um pai, eu tenho tudo que eu quero aqui. — Disse Millie, desviando seu olhar para Lexie, que sorriu, animada.
— Eu também tenho tudo que eu quero bem aqui, comigo. — Disse Lexie, puxando Millie para um abraço.