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"Que tal jogarmos um jogo? Eu sei que você vai gostar. Você fica o mais longe possível, antes que eles cheguem até você".
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— ENTÃO VOCÊ A MATOU? ‐ Mika questionou. O trio de adolescentes caminhavam pelo corredor da escola, e lobisomem havia mencionado o pesadelo que teve com Allison.
— Não sei. Eu acordei. Estava todo suado e não conseguia respirar ‐ Scott murmurou — Nunca tive um sonho em que acordasse assim.
— Sério? Eu já ‐ Stiles ironizou — O final é meio diferente.
— Eca! Eu não preciso saber sobre seus sonhos pervertidos ‐ a adolescente comentou fazendo uma careta, encarando o irmão em incredulidade.
— Primeiro, nunca tive um sonho tão real ‐ Scott comentou — Segundo, nunca mais me dê tantos detalhes.
— Anotado ‐ disse Stiles — Vou falar o que eu acho...
— Não, eu sei. Você acha que tem algo haver com o fato de eu sair com ela amanhã ‐ Scott o interrompeu — Tipo eu perder a cabeça e matá-la.
— Não, claro que não - Stiles respondeu, fazendo os dois adolescentes encará-lo desconfiados — Sim, é isso mesmo.
— Isso não vai acontecer, sonhos nem sempre são literais. Você só está ansioso, Scott ‐ Mika o encorajou — Tudo ficará bem.
— Sim, ela tem razão. Particularmente, eu acho que está lidando bem com isso ‐ o adolescente Stilinski comentou sarcasticamente — E não é como se houvesse uma aula sobre como ser um lobisomem.
— Sim, aulas não ‐ o Mccall murmurou pensativamente — Mas talvez haja um professor.
— Quem, Derek? ‐ Stiles exclamou incrédulo, antes de dar um tapa na cabeça do amigo — Esqueceu que o colocamos na cadeia?
— Acusamos Derek de matar a própria irmã ‐ a garota comentou — As chances dele nos ajudar são praticamente inexistentes.
— Sim, eu sei ‐ Scott suspirou cabisbaixo — Mas caçá-la e arrastá-la pelo ônibus... pareceu tão real.
— Quão real? ‐ Mika perguntou curiosamente.
— Como se tivesse acontecido ‐ o Mccall resmungou.
Scott e Stiles empurraram as portas duplas, que os levariam para a área externa da escola; Os três adolescentes arregalaram os olhos boqueabertos ao verem um dos ônibus escolares destruído - no estacionamento - havia manchas vermelhas no automóvel, similar à sangue. O estacionamento estava repleto de policiais, paramédicos e a perícia - avaliando os estragos, coletando provas - e acalmando os adolescentes curiosos.