se for preciso sacrificar minha criatividade para poder sobreviver
eu prefiro o que chamam de morrer
só existo quando crio
só sei que sou meu corpo quando ele se manifesta
entre linhas, tintas e rabiscos
não sei viver de outra maneira
se não entre os pilares da criação
entre as sinapses que abastecem
a essência da natureza humana
eu sou o que crio
e o que crio é tudo que eu tenho
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poemas e conectomas
شِعرpoemas autorais, orgânicos e desestruturados, escritos sob ondas cimáticas
